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Condessa de Sangue

Escrita porLelen
Revisada por Lelen

Um

Tempo estimado de leitura: 2 minutos

  Elizabeth Báthory sempre foi muito cortejada quando jovem e havia sido dada em casamento ao Conde Ferenc Nádasdy. Este era um homem mais velho que a menina que tinha apenas 14 anos quando se casou. Seu marido estava quase sempre ausente da grande casa que lhes pertencia, e Lizzie ficava por meses solitária em seu lar, por muitas vezes cumprindo os deveres que pertenciam ao Conde: comandar a casa, cuidar da criadagem e ser uma boa esposa, esperar pelo marido que havia viajado a trabalho e, quando este voltasse, recebê-lo com carinho e amor.
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  É claro que Lizzie era jovem demais para conseguir se ater a tais coisas.
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  Numa semana de primavera ela conheceu Demeter, um camponês pouco mais velho que ela que ajudava a cuidar dos jardins da grande mansão. O rapaz se encantou completamente com a beleza da jovem, a pele branca e pálida, os lábios finos e rosados, os cabelos negros caindo em cascatas às costas. Como era bela!
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  O camponês não havia sido o único que se rendeu aos encantos de Elizabeth, mas é claro que não! Antes do casamento muitos dos rapazes da pequena cidade sonhavam em desposá-la, o que não era possível para sequer metade deles, pois uma moça da aristocracia jamais se casaria com pobres coitados que não poderiam lhe dar o conforto a que fora acostumada desde o berço.
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  Demeter gostava de cuidar dos jardins da mansão pelo fato de poder ver um pouco mais Elizabeth, e ela parecia sempre estar por perto enquanto ele cuidava das plantas e da terra ali. Uma conexão surgiu entre os dois jovens; passaram a conversar, da conversa passaram a encontros às escondidas, e por fim, para o ápice de uma paixão.
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  Elizabeth tinha os hormônios à flor da pele como qualquer adolescente na idade dela, encontrara em Demeter algo com que seus hormônios se identificaram, e então, numa noite de tempestade em um estábulo onde resolveram se encontrar daquela vez, ambos tiveram sua primeira noite de amor… Não, havia tudo naquele ato, menos amor… Paixão talvez, mas nada se comparava ao prazer… Os gemidos altos não seriam percebidos por ninguém com a barulhenta chuva que caía naquela noite, o vento frio e revolto não era capaz de esfriar os dois corpos em contato. A pequena Lizzie sentira-se mulher pela primeira vez…
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