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História NÃO RECOMENDADA PARA MENORES ou PESSOAS SENSÍVEIS.

Esta história pode conter descrições (explícitas) de sexo, violência; palavras de baixo calão, linguagem imprópria. PODE CONTER GATILHOS

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Coletâneas de Amor – vol 01

Escrita porRay Dias
Revisada por Mariana

Faixa Cinco • Trovão

Tempo estimado de leitura: 4 minutos

  Certamente, ao chegar para o jantar nós poderíamos conversar melhor. Ela estaria mais calma, certeza. E eu não iria mentir. Não poderia sujar ainda mais o nosso casamento.
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  Abri a porta e as luzes baixas da casa denunciam que só a sala de jantar estava acesa. Olhei a mesa, posta para uma pessoa apenas. E quando virei meu rosto encarando o sofá, %Amanda% chorando silenciosa com uma mala fechada sobre o sofá.
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  — O que é isso? – perguntei.
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  Ela não respondeu então eu abri a mala vendo as minhas roupas dentro.
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  — Para onde é que eu vou? – perguntei a fim de obter alguma resposta que confirmasse que ela pretendia me colocar para fora.
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  — Só vai, %Pedro%. Não dá mais.
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  — Como assim, não dá mais? Tá maluca?
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  — Você me traiu!
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  Ela levantou o tom da voz, e o som do trovão ecoou. A maldita chuva que já caía a duas horas desde que eu saí do trabalho, parecia a trilha sonora do nosso fim.
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  — De onde vem o disparo desta sua certeza?
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  — Eu não sou idiota, vai mentir para mim?
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  — Não, não vou. Mas eu te esperei a noite toda, a madrugada... E só saí sem me despedir porque achei que estava tudo bem se eu chegasse à noite e nós conversássemos. Mas, eu entro em casa e você não me deu ao menos chance de me explicar.
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  — Tem como explicar algo assim?
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  — Tem. Não tem como justificar, mas explicar sim.
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  — Certo... – ela levantou e apoiou-se de costas à janela da sala com braços cruzados, olhos vermelhos me encarando: — Explica então.
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  — A conheci antes de você, foi uma pessoa que mexeu muito comigo e nos encontramos por acaso. Eu não deveria ter ido, achei que não iria sentir nada com as provocações dela... Mas eu nasci para ser trouxa quando se trata dela.
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  — Explicado. Agora pega suas coisas e sai.
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  — %Amanda%, não vai mais acontecer.
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  — Você mesmo confessou que não resiste.
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  — Mas não vai mais acontecer! Eu disse a ela que foi um erro, um absurdo e que não quero nunca mais vê-la! Eu te amo, %Amanda%, e você não sabe como eu me sinto um canalha, culpado e arrependido.
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  — O que você sente agora não me interessa mais. Me esquece, %Pedro%.
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  — Como eu vou esquecer você, se eu só vivo por sua causa, %Amanda%?
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  — Do mesmo jeito que me esqueceu quando estava na cama com outra mulher!
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  — %Amanda%... Todo casal passa por brigas como a nossa... Não é que todo casal tenha situações assim, mas, por favor, me perdoa!
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  Ela deu as costas a mim e foi até a mesa de jantar sentando-se como se eu não estivesse ali. As flores que eu havia trazido para ela ficaram no aparador da sala enquanto eu saí chorando e arrastando minha mala para fora.
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