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História NÃO RECOMENDADA PARA MENORES ou PESSOAS SENSÍVEIS.

Esta história pode conter descrições (explícitas) de sexo, violência; palavras de baixo calão, linguagem imprópria. PODE CONTER GATILHOS

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Coletâneas de Amor – vol 01

Escrita porRay Dias
Revisada por Mariana

Faixa Três • Minha Tara

Tempo estimado de leitura: 4 minutos

  — %Amanda%! Abre a porta! – eu gritava enquanto batia na porta do apartamento dela entre risos e paixão.
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  — Vai embora, %Pedro%, já deu por hoje!
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  Ouvi sua resposta abafada do outro lado da porta, com aquela voz sensual de quem não sabe onde está se metendo.
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  — %Amanda%... Não brinca comigo... – eu falei pertinho da porta sabendo que ela estaria rindo.
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  A trinca da porta fez barulho e eu me afastei vendo-a abrir e revelar a mulher assanhada dentro de uma camisola vermelha. Adiantei um passo para entrar e ela espalmou meu peito impedindo-me. Olhei em seus olhos cheios de luxúria e peguei sua mão em meu peito e beijei do modo mais descarado possível.
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  — O que você fez não é certo, você sabe não é?
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  — Eu não disse que ia dormir com você depois da festa.
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  Ela aproximou-se de mim passando a mão na minha nuca e beijando meu pescoço.
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  — Você que fez planos, sozinho...
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  — Pelo amor de Deus, %Amanda%...
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  — Melhor você ir logo, amor, vai ficar tarde para você voltar, e está muito quente aqui... Eu quero tomar um banho.
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  Ela se afastou de novo e afastou a alça da camisola devagar.
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  — Se eu te pegar já era...
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  — Tenta, já que está com tempo...
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  Ela provocou e eu ri ao notar que ela correu para dentro de seu apartamento.
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  Entrei calmo, tranquei a porta atrás de mim e fui até o banheiro do quarto dela. No caminho eu já me despia, por todo o tempo que aquela sem juízo, havia brincado me fazendo esperar.
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  Desde a volta da festa, dentro do carro ela me provocava e quando subimos no elevador por pouco eu não arranquei as roupas ali mesmo, e depois, me fez ficar trancado do lado de fora enquanto me provocava mais com um jogo de gato e rato.
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  Ao tocar a maçaneta da porta, estava trancada.
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  — Porra, %Amanda%, abre logo ou eu vou arrombar a porta do seu quarto.
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  — Arromba o que você quiser, amor. – ela respondeu com voz melodiosa.
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  — Eu vou contar até três e você sai da porta. – falei já me preparando para chutar a maçaneta.
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  Ela sabia que eu o faria. Abriu a porta quando eu dava passos de impulso no corredor, e ria com a cara mais safada que sabia fazer.
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  — Vai logo, tira a roupa. Já me sacaneou demais, não acha? – falei entrando e batendo a porta atrás de mim.
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  Minhas calças já estavam no chão e ela se afastava dando passos lentos, para trás, risonha e mordendo o lábio.
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  — Não quero.
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  Eu comecei a rir divertido junto a ela e a puxei colando nossos corpos.
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  — Não vai querer por quê? – tirei a camisola dela, deixando seu corpo seminu à minha frente: — Tá louca?
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  Ela gargalhou subindo em minha cintura com as pernas entrelaçadas e atacando-me com um beijo feroz.
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