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ATENÇÃO!

História NÃO RECOMENDADA PARA MENORES ou PESSOAS SENSÍVEIS.

Esta história pode conter descrições (explícitas) de sexo, violência; palavras de baixo calão, linguagem imprópria. PODE CONTER GATILHOS

O Espaço Criativo não se responsabiliza pelo conteúdo das histórias hospedadas na sessão restrita ou apontadas pelo(a) autor(a) como não próprias para pessoas sensíveis.

Chaos

Escrita porLelen
Editada por Lelen

🛈

ATENÇÃO! Essa história pode conter gatilhos. Se você está em um momento sensível, talvez essa não seja a leitura ideal.


Capítulo 21

Tempo estimado de leitura: 18 minutos

  16 de Setembro

  Era pouco depois das nove da manhã e Taehyung observava a pouca movimentação da loja de trás do balcão do caixa. Aquela manhã havia sido a mais tranquila em anos em sua casa. %Nayeon% parecia um pouco mais com a irmã que ele se lembrava, a irmã de antes de Andy e suas merdas. Ela havia acordado cedo e preparado o café da manhã, ela terminava com a sua caneca de café quando ele chegou na cozinha, quase confuso.
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  — Achei que seria bom você ter um bom café para variar um pouco… — %Nayeon% murmurou timidamente antes de fazer um movimento que indicava que ele devia se servir.
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  Taehyung não estava acostumado com aquilo, então não tinha levantado da cama em um horário que o permitiria sentar e comer com calma. Ele estava pronto para pedir desculpas quando a irmã sorriu.
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  — Você deve estar com pressa, mas devia levar ao menos alguma coisa para comer no caminho. Eu fiz o nosso sanduíche, se quiser… — %Nayeon% apontou para um embrulho sobre a mesa. — Já faz um tempo, mas acho que não está tão ruim. — Riu baixinho.
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  O rapaz ficou alguns instantes intercalando o olhar entre a irmã e o embrulho sobre a mesa, sem saber bem como reagir. O nosso sanduíche… Um patê de frango caseiro com alguns tipos de folhas e tomate. Os dois costumavam fazer uma bagunça na cozinha quando a mãe fazia aquele patê, inventando combinações por vezes malucas para experimentarem. Mas sempre acabavam com o tradicional. Ele não comia aquilo fazia anos.
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  — Obrigado, noona. — Sorriu, embora ainda confuso, para %Nayeon% e pegou o embrulho antes de sair com pressa do apartamento.
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  Ele havia comido o sanduíche enquanto caminhava até a loja de conveniência e a nostalgia o invadiu na primeira mordida. Era quase como se tivesse voltado aos seus treze, quatorze anos e as lembranças daquela época eram boas o bastante para fazê-lo sorrir. Mas o sorriso logo desapareceu quando o rapaz avistou um carro conhecido parado do outro lado da rua. Por quanto tempo aquela alegria duraria?
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  Suspirando, ele olhou para o pequeno compartimento que havia embaixo do caixa, finalmente se lembrando da mochila que a estranha do dia anterior havia deixado para trás. Não precisou de muito tempo para ele entender o que provavelmente estava para acontecer quando ele a encarou.
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  A garota que havia saído correndo da conveniência na tarde anterior não parecia ter muito mais do que quinze anos de idade, e apesar de quase ter cometido um furto, não parecia ser o tipo de pessoa que entrava naquele tipo de encrenca… Bem, mas as aparências enganam, afinal. 
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  O rapaz abriu a mochila mais uma vez. Não havia reportado o ocorrido ao seu chefe, ele não via exatamente um motivo para incomodá-lo com aquilo, já que nada havia realmente sido roubado, mas ao mesmo tempo ele devia alguma satisfação do que acontecia no lugar a Max? Havia deixado a mochila com seu conteúdo de lado até decidir o que fazer e, na verdade, tinha esquecido de sua existência até aquele instante.
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  Taehyung se viu pensando no quão estranho havia sido aquele momento quando encarou a garota. Por um instante, algo em seu interior dizia que ele a conhecia, mas racionalmente ele sabia que não era o caso. Ele mal tinha entendido o que ia acontecer quando ergueu os olhos do caixa para ela e, por impulso, sorriu. Quando seus olhares se cruzaram, a sensação de déjà vu o pegou ao mesmo tempo em que a garota parou estática onde estava, um segundo depois, largando a mochila furtada no chão, os olhos se arregalando e marejando antes de sair correndo.
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  Quando Tae foi pegar a mochila e olhou dentro - já sabendo, bem lá no fundo, o que encontraria -, um sentimento de desapontamento se fez presente, como se ele conhecesse aquela menina e atos como aquele fossem recorrentes, o que não fazia o menor sentido.
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  Passava das cinco quando %Julie% finalmente adentrou o café da Sexta Avenida. Era estranho a forma como estava se sentindo quando tocou para abrir a porta, uma pontada de ansiedade surgiu, quase como se esperasse encontrar alguém ali, e naquele instante, sentada numa das mesas mais visíveis do lugar, parecia que ela já conhecia o café havia tempos, era quase reconfortante. Quando o atendente chegou, ela pediu por um latte sem nem ao menos olhar para o menu e depois vagou os olhos pelo local. Não estava tão cheio, mas era o suficiente para haver o burburinho de conversas espalhadas. Embora fossem conversas isoladas, a maioria parecia ter um tema em comum: o eclipse não previsto daquela tarde.
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  Ela estava no prédio do trabalho quando Stacey entrou quase estarrecida no escritório, ela havia ido verificar as impressões de alguns folders na gráfica no mesmo quarteirão antes de voltar para lá.
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  — O que foi que houve? — Artie perguntou erguendo a sobrancelha para a amiga que apenas apontou para a janela sem conseguir dizer mais.
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  Quando todos foram até as vidraças, a princípio não identificaram o motivo da expressão de Stacey, até Jenna exclamar:
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  — Puta merda, o mundo vai acabar?
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  A moça apontava para o céu que escurecia aos poucos de forma diferente de como acontecia quando havia uma tempestade ou coisa parecida. Havia uma sombra encobrindo o Sol.
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  — É só um eclipse, gente… — Arthur murmurou rindo das expressões assustadas das amigas. — Só é estranho ninguém ter comentado em noticiários ou no jornal que haveria um eclipse solar hoje… 
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  %Julie% já estava no celular pesquisando sobre aquilo quando o amigo falou:
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  — É porque não estava previsto nenhum eclipse solar aqui pra esse ano — informou pesquisando mais uma vez só para ter certeza de que não havia perdido nada. — Isso é estranho. — O rapaz ergueu a sobrancelha voltando a encarar a janela.
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  %Julie% engoliu em seco quase como se tentasse engolir um bolo na garganta. Sua mente criativa a levou por caminhos nada reconfortantes. Se lembrou da história que havia começado a desenvolver em seu - finado - caderno de anotações sobre um Senhor do Tempo e como suas ações haviam interferido em um planeta inteiro. Um eclipse não previsto era um dos primeiros sinais de uma catástrofe iminente. Um arrepio passou por sua espinha ao pensar naquilo.
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  — Por favor, se controle, Senhor do Tempo — murmurou baixinho para si mesma, imaginando conversar com seu personagem. — Esse planeta não está pronto para acabar.
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  Seu fluxo de pensamentos foi interrompido pelo atendente que trouxera seu pedido, perguntando amigavelmente se ela gostaria de algo mais. %Julie% negou sorrindo em agradecimento e logo o rapaz se afastou para cuidar de outras mesas. A moça voltou a vagar o olhar ao redor, observando as várias pessoas conversando e finalmente parando sobre a porta de entrada de vidro que se mantinha fechada por causa do ar condicionado. Ela se questionou profundamente quando percebeu que, enquanto olhava para a entrada, sentia uma grande expectativa. Mas expectativa do quê? Era como se ela estivesse esperando por alguém naquele momento, mas não estava, então por que seu peito continuava insistindo naquela ansiedade infundada?
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  Com um suspiro profundo, tentando acalmar os sentimentos e pensamentos, %Julie% bebericou seu latte e uma sensação de felicidade instantaneamente se apossou dela, foi algo tão estranho mas intenso que ela não pôde refrear o sorriso satisfeito. Ficou um pouco confusa com o efeito de um latte, mas talvez ela estivesse tão cansada nos últimos tempos que sua mente e corpo estivessem tentando encontrar as pequenas alegrias do dia em cada pequeno detalhe. Bem, não era como se ela realmente se importasse em se sentir feliz por quase nada, então apenas aproveitou o momento com uma tranquilidade da qual não desfrutava fazia um tempo.
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  Jin havia vagado pelas ruas da cidade por longas horas, mas sem realmente ter para onde ir. Aqueles últimos três dias haviam sido os mais longos e esmagadores de toda sua existência. Por mais que tentasse com toda a sua força de vontade, ele não conseguia parar de pensar em %Julie%. Ele queria se convencer de que só queria saber se ela estava bem, mas no fundo sabia que não era apenas aquilo.
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  Seokjin sentia um vazio massivo em seu peito desde aquela noite e seus pensamentos sempre o levavam àquela cena. O momento exato em que %Julie% havia sorrido para ele do outro lado da rua, antes de atravessar, o coração de Jin se aquecia para, em segundos, ser esmagado com a continuação da cena. Ele vivia naquele looping e não achava uma forma de parar aquilo. Sua saída no dia havia sido para tentar ocupar a mente com qualquer outra coisa, mas já havia passado três vezes pela linha de trem no qual havia encontrado o caderno de %Julie% e era a segunda vez que passava em frente ao café da Sexta Avenida.
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  Não havia parado para olhar ou pensar em qualquer dos lugares que suas pernas o levaram, mas naquele instante ele sentiu a necessidade de parar e encarar o interior do estabelecimento. Seus olhos sequer precisaram vagar por muito tempo para encontrar o que precisava. Lá estava ela, sentada na mesa deles, os olhos observando os arredores com curiosidade enquanto esperava por seu pedido.
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  Uma mistura de tristeza e alívio tomou conta de Kim Seokjin. Alívio por poder ver %Julie% bem e vivendo sua vida como deveria ser; tristeza por ele nunca mais poder fazer parte daquela vida. Não se quisesse evitar que as imagens que viviam se repetindo em sua mente se tornassem realidade, o que certamente ele queria evitar. Depois de mais alguns instantes observando a moça peculiar que o havia encantado em algum lugar do universo, Jin se endireitou e voltou a caminhar. Talvez tê-la visto uma última vez fosse o suficiente para acalmar seus pensamentos. O vazio ele sabia que jamais seria preenchido de novo, ao menos não da forma como ele desejava.
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  O alívio momentâneo havia sido o suficiente para que ele lembrasse de outras coisas que não fosse %Julie% e finalmente prestasse atenção ao seu redor. As conversas de aparentemente todos estavam voltadas ao eclipse solar daquela tarde. Daquela vez Jin estava muito bem acordado para ter presenciado o fenômeno, mas a verdade era que estava ocupado demais tentando se distrair para se importar com aquilo.
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  %Chloe% estava entediada em seu quarto de hospital. Já fazia uma semana que estava internada ali com uma crise aguda de gastrite que ia e voltava e tinha afetado não apenas seu estômago, como também a enxaqueca. Aquele era um dia atípicamente tranquilo considerando os últimos. Ela estava se sentindo melhor e pela primeira vez podia abrir os olhos sem sentir uma dor terrível e seu estômago parecia um pouco mais disposto a aceitar alguma comida de verdade sem devolver tudo.
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  Aproveitando a melhora, %Chloe% decidiu fazer uma caminhada, já não aguentava mais ficar deitada sem fazer nada. Pegou o suporte com os medicamentos e o arrastou consigo para aquela pequena aventura. Logo estava fora do quarto, perambulando pelo corredor do andar em que estava instalada, passou pela porta fechada do quarto quase vizinho ao seu e parou por alguns segundos, como se esperasse ver alguém conhecido sair por aquela porta, mas nada aconteceu, então ela simplesmente continuou caminhando. 
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  Fazia algum tempo que estava com aquela sensação de que alguma coisa deveria acontecer, mas ela não sabia o que ou por que estava se sentindo daquela forma, só sabia que algo faltava, estava fora do lugar. Suspirando, %Chloe% caminhou em direção ao elevador, sequer se preocupou em ser interceptada por alguma enfermeira que a impediria de dar a sua volta, simplesmente adentrou o elevador e se deixou ser levada para qualquer andar que fosse.
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  Por alguma razão, enquanto estava passeando pelos andares com o elevador, %Chloe% acabou se lembrando de seu parceiro e amigo de games, ChronosAce. Mesmo que nunca tivessem se visto fora dos avatares de Underworld, ela tinha a impressão de que conhecia o rosto do amigo e podia imaginar sua forma de falar e agir enquanto interpretava as mensagens que costumavam trocar no jogo. Um sorriso sincero surgiu nos lábios da garota e ela desejou ter perguntado pelo número do amigo para que pudessem se falar fora dos games… Da próxima vez que se encontrassem, era aquilo que ela faria.
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  21 de Setembro

  Jungkook encarou o velho bloco de desenhos que estava à sua frente. Fazia dias que ele sentia o impulso - quase anseio - de desenhar aquele rosto. Ele não tinha ideia de quem se tratava, mas em um belo dia, JK despertou com esse eco de lembrança na mente e foi quase impossível não caçar seu bloco de desenho - há muito esquecido em um canto do armário de seu quarto - para tentar esboçar aquele rosto. No início, ele sentiu quase medo de se esquecer daqueles traços, mas à medida que o tempo foi passando, percebeu que não precisava temer: o rosto da garota parecia ter se fixado em sua mente.
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  Depois de todos aqueles dias desenhando a mesma coisa, Jungkook quase não precisava prestar atenção no que fazia, sua mão sabia exatamente para onde ir com o lápis: o queixo fino, o nariz delicado, os cabelos curtos… Ao imaginá-la, o rapaz sentia que era quase palpável de tão concreto que lhe parecia. Embora estivesse confuso com a origem daquela imagem e também da vontade repentina de voltar a desenhar, simplesmente havia parado de questionar e esperava que em um futuro breve pudesse entender a finalidade de tudo aquilo… Ou simplesmente esquecer.
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  JK observou novamente o último desenho que havia feito. Por alguma razão, havia pensado em MissEve e dado àquele rosto alguns elementos fantásticos do avatar da amiga. Os cabelos haviam sido coloridos levemente de azul claro e algumas tatuagens, que no avatar da amiga eram cintilantes, foram acrescentadas ao quase retrato. Seria aquele o rosto de %Chloe%? Jungkook soltou um risinho achando graça da própria ideia. Fosse quem fosse - se é que era alguém - por que ele saberia a aparência de MissEve na vida real sem nunca tê-la visto? Não que desenhar um rosto desconhecido fosse muito mais reconfortante…
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  Soltando um suspiro, Jungkook virou a página do bloco para poder fazer mais alguns esboços da tão familiar e desconhecida pessoa.
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  Taehyung encarava a porta do apartamento sem de fato se mover para abri-la. Andy estava de volta, a paz havia durado poucos dias, mas de certa forma, aqueles dias haviam feito o rapaz ter alguma esperança renovada. Ele havia visto que sua antiga e querida noona ainda existia em algum lugar daquela %Nayeon% despedaçada. Talvez ele pudesse se dar ao luxo de sonhar que um dia - em breve, talvez? - sua irmã finalmente se livraria daquele ser horrível que ela chamava de marido e eles poderiam voltar a ser uma família feliz.
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  Tae suspirou e enfim abriu a porta. Encontrou a irmã ocupada cozinhando alguma coisa para o jantar. Não havia sinal de Andy, mas como de costume em dias como aquele, o rapaz se viu vasculhando o corpo de %Nayeon% a procura de qualquer sinal de novas agressões… não havia nada novo visível. Ele não sabia se ficava aliviado ou mais angustiado ao pensar em quanto tempo levaria até que tudo voltasse ao que era.
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  — Taetae! — %Nayeon% virou-se para o irmão mais novo e sorriu, embora o sorriso fosse genuíno, um pouco da alegria que ela havia recuperado nos dias longe de Andy havia diminuído. — Bem-vindo de volta.
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  — Obrigado, noona. — Taehyung sorriu fraco de volta enquanto largava sua mochila num canto perto do corredor de quartos. Rumou até o lado da irmã para observar o que ela fazia.
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  %Nayeon% soltou um risinho com aquele gesto. Ela se lembrou que Tae fazia aquilo quando eram mais jovens - e a mãe ainda era viva -, quando ela ou a mãe cozinhavam, o pequeno Taehyung gostava de ficar observando com curiosidade e interesse o que as duas faziam. %Nayeon% sentiu uma pontada afiada no peito que quase a fez soltar algumas lágrimas. Como ela tinha saudade daquele tempo em que tudo era mais simples e inocente…
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  — Noona, você quer ajuda? — Tae perguntou já lavando as mãos e se preparando para fazer qualquer coisa.
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  %Nayeon% riu e quando voltou seu olhar para seu irmão, quase pôde enxergar o garotinho alegre que ele costumava ser. Daquela vez, ela não conseguiu segurar e logo seus olhos marejaram, ela só percebeu que estava chorando quando viu a expressão surpresa, quase assustada, no rosto de Taehyung.
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  — O que houve, noona? — ele questionou puxando a irmã de forma desajeitada para um abraço.
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  A moça se permitiu ser envolvida pelos braços do irmão mais novo. Quando foi que aquele seu menininho doce e inocente havia crescido tanto? E o mais doloroso: quando havia sido a última vez que haviam se abraçado daquela forma?
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  — Eu sinto tanto, Taetae… — ela murmurou apertando o mais novo ainda mais no abraço.
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  %Nayeon% queria poder dizer que seria mais corajosa dali em diante e que enfrentaria a quem quer que fosse para proteger seu Taehyung, mas a verdade era que ela mal sabia se teria forças para passar por mais um dia agora que Andy havia voltado.
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  — Nós vamos dar um jeito nisso, noona.
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  Taehyung queria se agarrar àquela afirmação com toda a sua garra, mas pensava se toda a garra seria o suficiente, já que sentia que ele teria que acreditar naquilo pelos dois.
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  Nota: Meu Deus, depois de meses, eis a atualização. Saiu menor do que eu tava planejando, mas é o que temos para hoje, então a gente só aceita e vai ser feliz HSODNASPODN
  2022 e esses meses iniciais de 2023 estão sendo um pouco (muito) inconstantes, então tá difícil conseguir manter a vibe, animação e inspiração para escrever.

  Queria aproveitar essa notinha para dizer que vou dividir Chaos em duas partes essa "pré-caos" que, segundo meus planejamentos (Deus ajude a se cumprir, oremos) terá 27 capítulos (alô, tamo chegando no fim, BORA). A segunda parte será o "durante-o-caos" e o final da história.
  Decidi fazer essa divisão para conseguir me manter mais animada e não deixar a história entrar em hiatus (sou rainha em fazer isso, bjos). Ainda tenho planos para fazer uma história "pós-caos" e sobre os Senhores do Universo (@Deus, ajuda). Fora isso, eu ainda tenho a ideia palhaça de fazer uma história no universo do TxT e seus clipes doidos, então... É, boa sorte para mim <3

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