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ATENÇÃO!

História NÃO RECOMENDADA PARA MENORES ou PESSOAS SENSÍVEIS.

Esta história pode conter descrições (explícitas) de sexo, violência; palavras de baixo calão, linguagem imprópria. PODE CONTER GATILHOS

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Chaos

Escrita porLelen
Editada por Lelen

🛈

ATENÇÃO! Essa história pode conter gatilhos. Se você está em um momento sensível, talvez essa não seja a leitura ideal.


Capítulo 10

Tempo estimado de leitura: 36 minutos

  13 de Outubro

  Era começo de noite e Taehyung já estava pronto para ir embora da loja de conveniência. Aquele dia Nellie havia ligado dizendo que não poderia ir trabalhar porque não estava se sentindo bem. O rapaz havia ficado algumas horas a mais na loja porque havia pedido a Max para sair durante a tarde para fazer uma surpresa a Jimin já que era o aniversário do amigo. Basicamente Tae havia dado sorte pelo chefe estar ali antes do horário para poder cobri-lo e ainda concordar com sua saída mesmo sem Nellie para ajudar.
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  Era pouco mais de sete da noite quando Taehyung deu tchau ao chefe, que sempre ficava no turno da noite, e caminhou se desviando do seu caminho usual. Ele queria ficar fora de casa para pensar um pouco sobre toda a sua vida e sobre o que %Nikki% havia lhe dito quando saíram para se encontrar no outro dia. Ele estava perto de um ponto de ônibus quando viu alguém pichando a parede de vidro do mesmo. O rapaz não ia ligar para aquilo em um dia normal, mas percebeu que conhecia bem aquela roupa e aquela mochila… Era Nellie.
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  Taehyung parou de andar assim que reconheceu a garota que de forma descarada pichava o vidro do ponto de ônibus. Havia um garoto ao seu lado que ria de alguma coisa. Tae sentiu-se ficar desapontado, e se ele que mal a conhecia estava se sentindo assim, só podia imaginar o que %Nicole% sentiria se descobrisse… Quando deu por si, ele já estava caminhando na direção da garota com uma expressão nada feliz.
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  No momento em que ele se aproximou, os olhos fixos em Nellie, o garoto que estava ao seu lado simplesmente deslizou para longe acenando um adeus.
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  — Então você tá doente. — Taehyung murmurou cruzando os braços, o olhar duro e cheio de desapontamento.
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  — V? — Nell deixou escapar com surpresa, quase se engasgando. — O que você tá fazendo aqui?
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  — Eu vou te fazer a mesma pergunta. O que você tá fazendo aqui?
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  Nellie desviou o olhar desconfortável, mas depois simplesmente deu de ombros e voltou a pichar. Taehyung encarou aquela cena completamente desacreditado. Estava pronto para dar o maior sermão de sua vida na garota quando lanternas apontaram na direção dos dois e ele sabia que estavam ferrados.
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  — Corre! — Exclamou já puxando Nell para correr.
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  Os policiais começaram a ir atrás dos dois e Nellie já estava reclamando com falta de ar quando Taehyung a empurrou para um beco, para trás de um contêiner de lixo. Ele ia se arrepender profundamente do que estava prestes a fazer, mas pensou em %Nicole%. E no quanto a moça ia ficar triste, aborrecida, desapontada se Nell fosse levada pela polícia… Novamente.
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  — V, o que…
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  — Shiu. — Ele disse lançando um olhar nada amigável para a garota que se encolheu e se calou.
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  Taehyung respirou fundo e então caminhou lentamente para fora do beco, os policiais que corriam atrás deles o avistando. Os dois se aproximaram com certa ferocidade o imobilizando.
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  — Cadê a garota? — Um dos fardados perguntou empurrando Tae contra a parede de tijolos da entrada do beco, mas o rapaz continuou calado. — Cadê ela? — Insistiu o homem pressionando o rosto do rapaz contra a parede.
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  — Não tem garota. — Tae conseguiu dizer.
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  — Você claramente estava acompanhado, rapaz.
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  — Fui eu que fiz aquilo. Sozinho. 
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  Não foi preciso dizer mais coisas, os policiais deram de ombros e após colocarem as algemas nos pulsos de Taehyung, caminharam de volta até uma viatura que os acompanhou pela rua. Os dois policiais estavam pouco se lixando se havia mais alguém com o vândalo ou não, só queriam levar um culpado para a delegacia, fazer o relatório da noite e finalizar o turno em paz.
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  Nellie ficou observando de seu esconderijo no beco e sentiu seu coração se apertar quando viu Taehyung sendo empurrando para a parte de trás da viatura da polícia. Que merda ela tinha feito? E por que tinha sido tão covarde e deixado o amigo levar a culpa? Ela pegou o celular já com lágrimas nos olhos, mas logo desistiu de ligar para alguém. Ela estava sozinha.
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  Era pouco mais de sete horas, Yoongi observava o teto sobre sua cama com os pensamentos vagando a mil por hora. Olhou para o lado encarando o espaço vazio e frio ali. O lugar que costumava aconchegar %Kate% quando ela decidia passar a noite lá. Sentir a raiva surgir novamente foi inevitável. Ele tinha se livrado da única coisa boa que havia acontecido em sua vida depois dos amigos, e por mais que ele sentisse falta, %Kate% estaria melhor sem ele. Yoongi só não sabia quanto tempo sobreviveria sem ela.
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  As emoções conflitavam dentro de si e sua parte racional tentava tomar o controle de tudo, mas parecia estar falhando miseravelmente. Ele se sentia desmoronando por dentro e qualquer resquício de vontade e ânimo de viver tinham evaporado. Ele havia saído naquela tarde para comemorar o aniversário de Jimin, havia sorrido, cantado parabéns e fingido que tudo estava normal… Mas a verdade era que era tudo fingimento. Mesmo. Não havia sequer uma parte daquele dia que não tivesse sido fingimento puro, a não ser o momento em que acordara sentindo vontade de não existir e aquele instante em que estava estirado sobre a cama deixando a dor da existência tomar conta de todo o seu ser.
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  Com aquela sensação de vazio começando a se fazer presente, Yoongi se levantou e foi até a cozinha abrir a parte do armário que tinha sido proibida de ser acessada por ele quando %Kate% estava ali. Várias prateleiras cobertas de vinhos, whisky, conhaque, vodka… O rapaz pegou a primeira garrafa que viu pela frente de forma descuidada e algo caiu no chão quando o fez. Ao se abaixar para pegar o objeto, Suga riu sem humor. Era o seu velho isqueiro. Fazia mais de seis meses que ele não via aquilo, graças à %Kate%.
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  Yoongi pegou o isqueiro e depois foi até o armário pegar um copo qualquer, se jogou no sofá e se serviu de uma boa dose do whisky envelhecido que %Kate% havia guardado há alguns meses para fazê-lo parar de beber tanto. Ele bebeu uma boa golada do copo e deixou a garrafa ainda relativamente cheia no chão ao seu lado enquanto girava o isqueiro entre os dedos. %Kate% havia deixado suas iniciais nele de um lado e as iniciais dele do outro. “Lembre-se da minha cara nada feliz quando pensar em fumar de novo.” ela havia dito depois de ter escrito aquilo. Ela havia confiscado o isqueiro por algumas semanas, o usando pendurado como um enfeite no braço de seu violão que ela fazia questão de carregar para tudo quanto é lado.
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  Yoongi não fazia ideia de quanto tempo havia se passado com ele bebendo. Minutos? Horas? Ele só sabia que a garrafa de whisky estava vazia e que a sensação de estar entorpecido só havia piorado. Beber não estava mais fazendo o efeito que costumava fazer e constatar aquilo só fez uma raiva vazia e sem objetivo surgir. A garrafa que estava ao seu alcance logo saiu voando para se encontrar com a parede logo a frente e se espatifar, Min Yoongi não aguentava mais aquilo. Estava entre o limite de sentir todas as emoções mais horríveis que se podia imaginar e o de sentir absolutamente nada, tudo aquilo no espaço de minutos. Se sentia desmanchando no processo de oscilar tanto, a mente virando um caos completo enquanto tentava ordenar as coisas e ao mesmo tempo se odiar pelo que havia feito e o faziam se sentir um imbecil.
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  Yoongi se levantou já um tanto cambaleante do sofá e foi até o armário de bebidas, pegou o máximo de garrafas nos braços e caminhou para o meio de seu apartamento. O piano destroçado ainda estava ali, uma triste lembrança. O rapaz pegou a garrafa mais próxima e a abriu dando um gole em seguida, mal sentindo o sabor adocicado do vinho, somente do álcool. Depois de encarar a garrafa por alguns instantes, Suga estendeu o braço e virou a bebida toda sobre o piano, vendo as gotas bordô do vinho se espalhando tanto no instrumento quanto pelo chão. Quando terminou, arremessou a garrafa vazia contra a parede mais próxima.
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  Todas as outras garrafas tiveram o mesmo fim, o líquido entornado pelo piano e a garrafa estilhaçada contra a parede. Quando terminou com tudo, Yoongi foi até o sofá e pegou o isqueiro que havia ficado ali, voltou até o piano e ficou brincando um pouco com as chamas do objeto, observando, apagando, acendendo novamente… E então ele colocou o fogo perto do piano, que com a ajuda de todo o álcool derramado se incendiou com facilidade. Yoongi se afastou vendo todas aquelas chamas e sorriu dando passos cambaleantes para trás, se encostando contra a parede e escorregando até o chão, onde permaneceu sentado brincando com seu isqueiro enquanto observava as chamas do piano irem cada vez mais alto. Ele ficaria ali, até todo o show acabar. Até a última chama se extinguir.
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  — Seu nome. — O policial na delegacia perguntou enquanto fazia anotações no computador. Taehyung tinha as mãos algemadas presas junto à mesa.
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  — Taehyung Kim… — Respondeu ele batendo os dedos sobre a mesa tentando refrear o nervosismo. Toda vez em que pensava no que havia se metido, tentava lembrar de %Nicole%, ela não precisava de mais aquilo em sua vida. Era por isso… Ao menos era o que ele tentava se convencer.
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  — Idade. 
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  — Vinte e um. — Ele não fazia ideia do que ia fazer… Teria que passar a noite ali? Seria julgado? A única coisa que sabia era que se decidissem que ele era culpado, poderia pegar uma pena de até um ano. A outra opção seria pagar uma fiança, o que definitivamente ele não podia.
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  — Pais.
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  Taehyung engoliu em seco quando ouviu a pergunta. O que sua mãe diria se o visse ali naquele instante? Sentiria vergonha? Se desapontaria? Mas ele havia feito aquilo para proteger uma menor de idade. E para poupar os sentimentos de uma moça que já tinha sofrido o bastante… Né?
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  — Eles… Eu não tenho, eles morreram. — Respondeu.
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  O policial digitou mais algumas coisas no computador e depois de terminar, pegou uma garrafa de água que estava ao seu lado e bebeu. Taehyung desviou o olhar incomodado. Aquela pose do policial lembrava a Andy, mesmo que aquela garrafa fosse de plástico e seu conteúdo fosse água… Ele odiava se lembrar de Andy bebendo. 
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  Um nó se formou em sua garganta e suas mãos tentaram instintivamente alcançar a foto de sua mãe no bolso, mas as algemas não permitiram. Taehyung sentiu que os olhos iam começar a marejar a qualquer momento, mas se conteve. Em um instante todo o filme de sua vida passou por sua cabeça e as imagens que ficavam ecoando eram sempre as piores. Andy gritando com %Nayeon%. Andy batendo em %Nayeon%. %Nayeon% chorando encolhida em um canto. %Nayeon% fingindo que nada tinha acontecido. Andy o espancando todas as vezes que tentava impedi-lo de descontar sua raiva na irmã… A irmã não fazendo nada…
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  Por que você age assim comigo? o pensamento ecoou em sua mente ao pensar em %Nayeon% apenas observando o marido bater no irmão mais novo, congelada, sem fazer nada, nem sequer o menor movimento… O pensamento de Taehyung viajou até a última vez em que Andy o socou. E pensou em como queria que aquela cena tivesse sido diferente… De repente sua mente trouxe a imagem nítida e clara dele segurando uma garrafa quebrada e ensanguentada, o corpo de Andy inerte logo a sua frente caído em uma poça de sangue… Sangue… Sangue para todos os lados, sangue em suas mãos…
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  — Senhor… — Tae murmurou com a voz fraca. — Eu posso fazer uma ligação? 
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  Seokjin encarava a mesa de jantar com desânimo. Não estava com fome. Na verdade, já fazia algum tempo que seu apetite não era o mesmo, mas ele não fazia ideia do que estava acontecendo. Olhou para as polaroides que havia separado ali à sua frente, eram apenas paisagens de um mês atrás. Quando eles decidiram ir para a praia. 
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  Havia ali a foto de uma borboleta pousada numa flor, ele tinha parado no meio do caminho até a piscina do clube desativado para tirar algumas fotos. Fotos eram importantes na vida de Seokjin, eram como um tipo de checkpoints para ele.
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  Jin pegou a imagem da borboleta e a examinou. Era uma criatura bonita com um tom azulado. Ela havia chamado sua atenção porque borboletas eram raras de se ver em meio ao caos e poluição da cidade grande, e quando Jin encontrava uma, sentia que devia eternizar sua beleza e raridade em uma foto. Era o máximo que podia fazer, afinal. 
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  O rapaz encarava a imagem com cuidado, observando cada detalhe, as mãos repousadas sobre a mesa refletindo o seu desânimo. Estava prestes a deixar a foto de lado quando percebeu um ligeiro movimento nas asas do inseto. Seokjin franziu o cenho e prestou maior atenção. A imagem da borboleta tremulou de repente assustando o rapaz desprevenido, que com o susto acabou acertando a mão no copo de água ao seu lado. O copo tombou sobre a mesa espalhando água sobre as polaroides.
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  — Droga… — Retrucou se levantando de imediato tentando salvar alguma foto. Estava tentando secar a bagunça com um guardanapo quando ouviu seu celular tocar no quarto. Resmungando por conta da própria trapalhada, largou tudo como estava e rumou até o quarto à procura de seu telefone.
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  Encontrou-o largado sobre a cama guinchando escandalosamente avisando sobre a chamada.
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  — Alô? — Atendeu se jogando deitado na cama.
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  — Hyung? — A voz de Namjoon pôde ser ouvida do outro lado da linha.
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  — Hei, Joon! — Seokjin sentou-se e sorriu, já fazia alguns dias que não falava com nenhum dos amigos. — O que foi?
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  Houve um instante de silêncio e aquilo alertou Jin. Foi quase como um déjà vu. 
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  — Namjoon?
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  — Hyung, o Taehyung foi detido… — O rapaz do outro lado murmurou parecendo aflito.
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  — Quê? — Seokjin soltou incrédulo. — Detido por quê? O que houve?
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  — Parece que ele foi pego pichando um local público e… — Mesmo sem estar vendo o amigo, Jin sabia que Namjoon balançava a cabeça e franzia os lábios em desaprovação. — Hyung, será que você poderia vir até aqui… Só pra…
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  — Eu já tô indo, onde vocês estão? — Seokjin já procurava por uma troca de roupa em sua cômoda enquanto Namjoon dizia a localização da delegacia em que estava com Taehyung. — Eu chego aí em alguns minutos.
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  — Obrigado, hyung. E desculpe por isso…
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  — Não precisa se desculpar, nós vamos dar um jeito de resolver tudo. — O mais velho afirmou e depois de se despedir, finalizou a ligação.
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  As coisas pareciam estar se repetindo e aquilo não era nada bom...
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  Jungkook caminhava pelas ruas a esmo, mais um dia com seus pais brigando e discutindo como se quisessem matar um ao outro. Ouvir aquela gritaria e todas as ofensas e acusações entre os dois era uma das coisas mais dolorosas que JK podia presenciar. O rapaz ia encarando o chão enquanto andava, as mãos nos bolsos da jaqueta e os ombros encolhidos tanto pelo frio quanto pela sensação de desamparo. 
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  Não devia ser mais do que sete e meia da noite quando ele percebeu que estava bem em frente ao prédio de Yoongi. Aquilo era uma coisa que provavelmente era obra de seu inconsciente. Não havia realmente planejado ir até a casa do amigo, mas querendo ou não, era Yoongi que sempre lhe dizia as coisas que precisava ouvir e lhe dava suporte quando precisava. Era simplesmente normal seus pés o terem levado até aquele lugar.
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  Pegou sua cópia da chave e foi em direção às escadas. O apartamento de Yoongi ficava no quarto andar, não era preciso pegar o elevador, e também, ele estava um tanto ansioso demais para ficar esperando, Jungkook precisava se mexer. Foi pulando praticamente de dois em dois degraus, e planejava o que ia dizer ao amigo caso ele começasse a reclamar que o mais novo estava fugindo. Ele simplesmente não estava pronto para encarar aquela realidade. Fosse ela qual fosse. 
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  Já estava no último lance de escadas quando percebeu uma iluminação estranha no andar, apressou o passo e viu Yoongi estirado no chão. Jungkook correu ao encontro do corpo do amigo que estava desacordado, o rosto sujo de fuligem. O rapaz olhou para a entrada do apartamento e viu o interior completamente em chamas.
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  — Hyung! Hyung! — Exclamou dando leves tapinhas no rosto de Yoongi que não mostrou sinal de consciência. — Droga!
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  JK sacou o celular e discou para o número da emergência tentando explicar da melhor forma possível o que estava acontecendo e onde se encontrava para a atendente enquanto desesperadamente tentava acordar Yoongi.
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  — O que foi que você fez, hyung? — Perguntou sentindo o desespero transbordar dentro de si. Por instrução da atendente da emergência, Jungkook havia colocado o corpo de Yoongi deitado de lado depois de verificar seu pulso e respiração.
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  Foram poucos os minutos que se passaram até a chegada da ambulância e dos bombeiros, mas minutos nunca pareceram tão longos antes na vida de JK. Seu desespero era grande, mas agradecia mentalmente pelo amigo não ter ficado trancado do lado de dentro do apartamento. Ao pensar naquilo, o mais novo olhou ao redor se perguntando se algum vizinho havia notado que logo ao lado havia uma grande fogueira ardendo e soltando labaredas selvagens para alcançar o que pudesse. 
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  Alguém deveria ter percebido. Mas nenhum outro morador do prédio apareceu enquanto o rapaz esperava. 
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  Bombeiros e paramédicos chegaram quase no mesmo instante. Os médicos chegaram com a maca e após seguirem com os procedimentos iniciais, já carregavam Yoongi para a ambulância para a qual JK correu para se manter junto do melhor amigo.
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  Dentro do veículo, o paramédico que cuidava de Suga foi explicando algumas coisas para Jungkook tentando fazê-lo ficar calmo, depois de receber a máscara de oxigênio e ter vários fios ligados ao corpo, Yoongi abriu os olhos, ainda entre o limiar do inconsciente. Seu olhar vagou e por fim parou sobre Jungkook que se encontrava eufórico e aliviado pelo despertar.
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  — Hyung, graças a Deus! — Exclamou chegando o mais perto possível do amigo.
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  Yoongi tentou dizer alguma coisa, mas a voz ainda estava fraca e a garganta arranhada e a boca seca não facilitavam as coisas. 
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  — Hei, amigo. Você pode falar mais tarde, agora precisa descansar. — O paramédico disse tentando fazer seu paciente permanecer quieto.
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  Suga afastou de forma quase brusca a mão do homem e ainda um pouco fraco, tirou a máscara de oxigênio.
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  — Por que você me tirou de lá? — conseguiu perguntar com esforço e antes que o paramédico, contrariado, conseguisse enfiar a máscara de volta ao seu lugar.
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  Jungkook ficou encarando o melhor amigo com uma grande interrogação se formando no cérebro. Até aquele instante o mais novo pensara que Yoongi havia saído de seu apartamento por conta própria e por causa da inalação de fumaça havia desmaiado… Mas Suga estava o acusando de tê-lo salvado…?
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  — Hyung, eu não… 
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  — Vocês dois podem conversar depois. — O paramédico interrompeu. — Você, fique quieto até chegarmos ao hospital. — Apontou para o rapaz na maca e falou em tom autoritário.
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  Nenhum dos dois rapazes contestou. Suga estava se sentindo cansado demais para brigar e Jungkook estava confuso com a acusação que o amigo havia feito. Talvez a fumaça e os momentos antes de desmaiar o tivessem feito alucinar ou coisa do tipo. Ou talvez alguém realmente tivesse tirado Yoongi do apartamento e ele só estivesse tirando conclusões precipitadas.
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  Nellie estava largada na calçada da casa em que morava, não tinha tido coragem de entrar ainda. Já havia se desmanchado em lágrimas de culpa e desespero pelo que tinha acontecido a V, e agora tentava reunir coragem para entrar e encarar a irmã. V tinha sido levado pela polícia por culpa dela e por puro medo, ao invés de se entregar e arcar com as consequências do que fez, ela tinha apenas se encolhido atrás de uma lixeira enorme num beco sem saída e escuro.
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  — Você é uma covarde, Nellie Callan, uma covarde! — Exclamou para si mesma socando a calçada com força, sentindo a aspereza machucar sua mão.
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  As lágrimas não tardaram a voltar e ela se viu soluçando como uma criança. Ficaria ali pelo resto da noite provavelmente se %Nicole% não aparecesse caminhando na rua.
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  — Nell? — %Nikki% chamou quando reconheceu a silhueta encolhida na calçada como sua irmã mais nova. — O que houve? — Perguntou se agachando ao lado da garota e a levantando para checar se fisicamente ela estava bem.
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  — %Nikki%? Você tá chegando agora? — Nell perguntou entre soluços e fungadas. 
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  — Eu tive que ficar até mais tarde no escritório e… Escuta, o que está acontecendo? Por que você está aqui fora encolhida na calçada? — A mais velha inquiriu séria.
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  Nellie encarou %Nicole%. A expressão séria, mas preocupada que parecia ser a marca registrada dela depois da morte do pai, estava ali como sempre. %Nikki% estava sempre preocupada com ela. E Nell só queria que a mais velha soubesse que ela podia tomar conta de si mesma, mesmo sendo levada pela polícia e entrando em encrencas, ela podia se cuidar, assim, %Nicole% não precisaria agir como mãe… Mas Nellie tinha estragado tudo, seu plano tinha saído de controle, os novos “amigos” não podiam ser piores, já tinha feito tantas visitas à delegacia que praticamente conhecia todos os policiais do lugar… Mas depois de alguns meses nessa vida “torta”, Nellie Callan não sabia mais como sair dela. Era como uma bola de neve rolando montanha abaixo. Agora parecia grande demais para ser parada.
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  — Nell?
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  Os olhos da garota marejaram novamente e de repente ela se viu agarrada à irmã como uma criança se agarra à mãe, chorando todo o restante de lágrimas que ainda possuía. Como ela ia explicar aquilo para %Nicole%? A mais velha ia ficar decepcionada de novo. Mas V não podia ficar na cadeia por algo que não tinha feito. Você não pode mais continuar sendo uma covarde, Nellie Callan! Respirando fundo, ela começou a tentar contar a história toda da pichação enquanto tentava segurar o choro.
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  %Nikki% ouviu sem interromper, tentando acalmar a garota que naquele instante se parecia muito mais com a irmã mais nova que sempre conheceu do que nos últimos três anos.
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  Taehyung manteve o olhar baixo mesmo depois de Namjoon e Seokjin terem chegado, desde que vira o policial bebendo água, a sensação de que ele merecia estar algemado em uma delegacia não passava. Aquelas imagens que vieram à sua mente de Andy caído numa poça de seu próprio sangue e a certeza que ele havia sido responsável por aquilo… O que estava acontecendo? Taehyung estava se sentindo deprimido, como se realmente tivesse cometido um crime muito maior do que supostamente pichar um muro.
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  — Eu tenho certeza de que ele não fez isso. — Namjoon murmurou para Jin enquanto esperavam na recepção da delegacia após conversar com o delegado responsável.
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  — Mas ele confessou, Joon… — Seokjin também acreditava na inocência do amigo, sabia do hábito do mesmo de carregar uma latinha de spray na mochila e que ele costumava pichar as paredes do velho clube desativado, mas também sabia que Taehyung não faria uma coisa assim em um lugar público.
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  — Tem que ter acontecido alguma coisa, está claro que ele está mentindo! — Namjoon exclamou quase desesperado. 
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  Enquanto os dois discutiam sobre as motivações de Taehyung, um policial surgiu com um saco plástico fechado com alguns objetos.
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  — Vocês são familiares do garoto lá dentro, certo?
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  Jin estava prestes a explicar que eram apenas amigos, mas Joon mais do que depressa respondeu com um sim atônito.
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  — Ele vai passar a noite aqui então… — O policial foi interrompido pelo som do celular tocando dentro do saco plástico. — Mas será possível? Essa droga não para de tocar, faz mais de quinze minutos! — Resmungou com irritação.
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  — Será que eu posso atender, senhor? — Namjoon perguntou um tanto incerto.
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  O policial encarou o rapaz à sua frente e com um suspiro cansado, digno de um turno da noite, respondeu:
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  — Leva logo embora, eu só quero que essa droga pare de tocar. — Resmungou entregando o saco plástico para Joon. — Na verdade, me devolve assim que resolver essa ligação e desligar o aparelho. — Se corrigiu. — Eu ainda mato o policial que colocou esse celular aqui sem desligar. — Resmungou para si mesmo com mau-humor. 
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  Namjoon rapidamente abriu o saco e pegou o aparelho de dentro, atendendo a ligação de uma pessoa chamada “%Nicole%”.
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  — Alô?
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  — Quem tá falando? — Uma voz aflita pôde ser ouvida do outro lado. “Meu Deus, Nellie, ele tá numa delegacia, só pode ser um policial!”. Uma outra voz se fez ouvir. — Senhor? Por favor, a culpa é minha, deixe Taehyung ir!
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  Namjoon ergueu a sobrancelha completamente confuso com o que a voz na linha dizia.
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  “Ai, pelo amor de Deus!” O rapaz ouviu a outra voz se manifestar novamente.
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  — Alô? Com quem eu falo, por favor?
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  — Hum… Meu nome é Namjoon e não sou policial. — Foi o que conseguiu dizer. — O que é que a outra pessoa disse sobre ser a culpada?
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  — Se você não é policial, então o que está fazendo com esse celular?
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  — Taehyung é meu amigo, vim até a delegacia para tentar entender o que está acontecendo. — Retrucou um tanto de má vontade. O que a outra pessoa tinha querido dizer? — Agora será que podemos voltar ao assunto da culpa? O que isso quer dizer? —  Perguntou tentando manter o tom polido e educado.
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  — Ele tá muito encrencado? — A primeira voz perguntou vacilando.
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  — Ele confessou estar fazendo algo que é considerado crime. — Joon respondeu um tanto rispidamente, o que fez Jin encará-lo questionador. — O que você acha?
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  Houve um silêncio consideravelmente longo do outro lado e alguns murmúrios puderam ser ouvidos nessa pausa.
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  — Pode nos dizer em qual delegacia estão? — A segunda voz perguntou enfim. — Explicaremos o que houve quando chegarmos aí.
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  Ouvindo aquilo, Namjoon informou a localização da delegacia rapidamente e depois de devolver o saco plástico ao policial na recepção, passou a explicar a ligação para Jin, que não estava entendendo nada do que estava acontecendo.
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  Eram quase nove horas quando uma moça e uma garota adolescente adentraram a delegacia com pressa, já caminhavam direto em direção à recepção quando Namjoon as interceptou.
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  — Uma de vocês é %Nicole%? — Ele perguntou em tom urgente.
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  — Sou eu. — A que parecia ser a mais velha respondeu. — Você é o amigo do Taehyung que atendeu o telefone. — Mais afirmou do que perguntou.
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  — Pode nos explicar o que foi que houve, por favor? — Seokjin apareceu ao lado do amigo parecendo tão preocupado e confuso quanto. — Sou Jin, à propósito. — Se apresentou um tanto atrapalhado, a preocupação com Taehyung era muito maior do que lembrar das boas maneiras.
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  A mais velha que disse ser %Nicole% voltou o olhar sério para a mais nova que se aproximou de forma acanhada e olhar baixo do trio.
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  — Era eu quem estava pichando um ponto de ônibus quando a polícia chegou… — A menina confessou envergonhada. — Eu sinto muito, não sabia como reagir, eu… — E começou a chorar.
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  %Nicole% abraçou a garota, mas suas feições permaneceram sérias.
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  — Estamos aqui para reparar o erro. — Disse finalmente.
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  — Quer dizer que o Taehyung levou a culpa por algo que não fez… — Seokjin murmurou pensativo. 
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  — E você deixou? — Namjoon perguntou parecendo indignado, mas logo refreou a raiva que queria surgir. A garota não parecia ser muito velha, na verdade, chorando daquele jeito, mais parecia uma criança indefesa.
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  — Eu fiquei desesperada e aí ele… Ele foi lá e se entregou no meu lugar… — A menina conseguiu dizer entre soluços.
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  — Nellie… Tá tudo bem agora, fica calma. — %Nicole% a puxou para mais um abraço de forma confortadora. 
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  Namjoon olhou para Jin que tinha a expressão confusa e ambos tinham o mesmo pensamento na cabeça.
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  — Por que ele se incriminaria no lugar de uma menor? — Jin foi o que deu voz ao que pensava. — Quer dizer, é bem a cara dele fazer um sacrifício por alguém, mas qual seria a pena dela? Alguns meses de trabalho voluntário?
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  — O que ele tava pensando quando fez isso? Ah, Taehyung, seu bocó. — A última parte foi dita mais para si mesmo do que para os outros, mas obviamente todos ouviram.
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  — Talvez a culpa seja um pouco nossa… — %Nicole% se pronunciou depois de alguns instantes pensando sobre o ocorrido.
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  Os dois rapazes que estavam cada um imersos em seus próprios pensamentos voltaram seus olhares para as duas garotas.
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  — Seu amigo sabe o quanto me preocupo com Nell, ela é minha irmã mais nova…
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  — E ele também sabe o quanto eu vivo me metendo em problemas… — Nellie completou.
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  Namjoon e Seokjin se entreolharam e os dois soltaram suspiros longos e pesados ao ligarem uma coisa com a outra. Jin apoiou a mão na testa e fez uma expressão desacreditada e Joon jogou a cabeça para trás.
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  — Inacreditável. — Soltou passando as mãos pelo rosto.
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  Joon conhecia muito bem seu melhor amigo, sabia que ele tinha um coração ingênuo para muitas questões, principalmente as familiares. Taehyung dava muito valor à família e além disso, gostava de ajudar as pessoas da maneira que pudesse, às vezes sem medir consequências… E era o que estava acontecendo naquele momento.
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  Provavelmente o melhor amigo havia pensado no histórico das duas irmãs e no quanto seria frustrante para a irmã mais velha ter de tratar de assuntos em uma delegacia sobre a mais nova, e talvez por isso Taehyung tivesse se entregado no lugar de Nellie.
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  — Nós vamos falar com o delegado para esclarecer as coisas, eu sinto muito pelo que aconteceu ao seu amigo… — %Nicole% murmurou puxando a irmã para irem até o policial da recepção.
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  Seokjin e Namjoon foram instruídos a permanecerem à espera enquanto %Nicole% e Nellie entravam para outra sala para falarem com o delegado. Mais de meia hora se passou sem que os dois recebessem alguma notícia, até que o delegado abriu a porta de seu escritório com ar de cansaço, e logo atrás dele saíram %Nicole%, Nellie e Taehyung.
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  — Taehyung! — Joon e Jin correram até o amigo e o abraçaram ao mesmo tempo.
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  — Hyungs, me desculpem por fazê-los se preocuparem… — Tae murmurou cabisbaixo.
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  — Só pare de nos assustar, ok? — Seokjin murmurou tentando se fazer de sério, mas estava tão aliviado de ter o amigo ali que mal conseguiu segurar a expressão além de alguns segundos.
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  — O rapaz está livre para ir. — O delegado anunciou e os três Kim suspiraram aliviados. — E você, garoto… É o imbecil com as mais boas intenções que já vi até hoje. Mas ainda assim, imbecil. — O homem balançou a cabeça cansado.
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  — Vai ficar tudo bem com a menina? — Jin perguntou baixo.
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  — Trabalho voluntário… — Nellie respondeu baixando os ombros ainda um tanto envergonhada e com o rosto ainda vermelho pelo choro. — Eu sinto muito por toda essa confusão, mesmo… V, me perdoa… — Ela choramingou.
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  — Você é muito cara de pau mesmo, Nell… — %Nicole% suspirou massageando as têmporas.
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  — Veremos isso com o tempo, Nellie. — Taehyung murmurou tentando ficar sério, mas um sorriso mínimo surgindo ao final.
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  — Eu vou melhorar. Vou de verdade. — A menina afirmou com convicção. — Me perdoa, %Nicole%… Eu sei que fui uma irmã mais nova terrível… — Nell baixou ainda mais o olhar ao dizer aquilo.
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  — Tá, mas eu vou cobrar essa mudança. — %Nikki% resmungou logo em seguida sendo abraçada pela irmã. 
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  Os cinco ficaram conversando durante alguns minutos na entrada da delegacia, agora que os ânimos estavam mais calmos, as explicações ficaram mais claras. Nellie contava aos dois Kim mais velhos como havia conhecido Taehyung de forma animada quando o celular de Jin vibrou e ele se afastou um pouco do grupo para atender.
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  — Jin hyung, é o Jungkook. — O garoto anunciou.
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  — Aconteceu alguma coisa, Kookie? — Seokjin perguntou estranhando a ligação. O mais novo dos amigos quase nunca ligava para conversar, na maioria das vezes mandava mensagens.
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  — Yoongi hyung está no hospital. — JK murmurou e Jin já estava pronto para se perguntar o que mais faltava acontecer em um único dia quando o mais jovem tornou a dizer: — Mas ele já está bem segundo os médicos. — Explicou correndo, como se pudesse adivinhar os pensamentos de Jin.
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  — Mas o que aconteceu para ele ir parar no hospital? 
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  — Houve um incêndio no apartamento dele… Acho que talvez ele mesmo o tenha provocado… — Jungkook murmurou em tom tristonho. — Jimin e Hobi hyung também estão aqui, pediram para avisar…
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  — Espera, eles estavam com Yoongi também? — Seokjin perguntou ficando confuso.
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  — Não, parece que a amiga de Hoseok, %Holly%, teve um acidente ou algo assim e… Ah, espera, hyung, Jimin está vindo… — Houve uma pausa relativamente grande na ligação enquanto JK parecia falar alguma coisa, quase um minuto inteiro se passou sem que o outro lado voltasse a falar. — Jin hyung… — Quando Jungkook falou novamente, sua voz parecia um tanto trêmula.
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  — O que foi que aconteceu? — Seokjin perguntou já se sentindo aflito.
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  — %Holly%, ela… Os médicos não conseguiram salvá-la…
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Ray Dias
  — %Holly%, ela… Os médicos não conseguiram salvá-la…" Leia mais »

CARA, QUE TOMBO!!! EU NÃO CREIO NISSO!

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