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História NÃO RECOMENDADA PARA MENORES ou PESSOAS SENSÍVEIS.

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Changing

Escrita porNatashia Kitamura
Revisada por Natashia Kitamura

Capítulo 3

Tempo estimado de leitura: 6 minutos

  Seis meses se passara desde que %Julia% ganhara de graça um ingresso e um passe para encontrar com o All Time Low de Caroline. A propósito, ela não fora ao show e muito menos encontrara com %Zack%. Seis meses e tudo mudara. Sua obsessão agora era apenas um sonho. Seus ataques já não existiam mais. Seu motivo de viver era acordar e ver seu cachorro, Jack, acordado consigo ao seu lado.
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  - Bom dia. – ela murmurava sonolenta para as outras duas, que mandam um aceno de cabeça enquanto bebiam o café e liam a revista matinal. – Acho que volto mais tarde hoje. Meu pai tem médico.
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  - Aconteceu alguma coisa?
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  - Nah, só a velhice. – ela pega uma torrada pré-feita por Tiffanny. – Vou indo.
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  - Bom trabalho. – ouve as duas falando juntas antes de fechar a porta atrás de si. Pega seu carro e segue pelo mesmo caminho que fazia de segunda à sexta e às vezes sábado. Starbucks para comprar um café e em seguida loja de conveniências.
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  - Oi, pai. – ela fala ao ver o homem no caixa, empacotando as coisas para um cliente que saia falando ao celular e sequer agradecendo ao tal pela ajuda.
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  - Bom dia. Recebemos a encomenda dos refrigerantes.
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  - Tudo bem, vou checar. – ela se dirige para o escritório e se senta na cadeira, ligando o computador e vendo uma tabela deixada em cima da mesa. Era do pai dela, mas como agora era ela quem cuidava de tudo e o homem passava mais tempo no caixa para poder se socializar com os clientes, a mesa era dela.
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  O dia passara tão lentamente quanto a espera numa fila de emprego onde seria 10 vagas para 500 mil candidatos. %Julia% fizera o caminho contrário ao que fizera de manhã e voltava para sua casa. Não deveria ser antes das 22hrs. A música do All Time Low começara a tocar na rádio e ela resolvera colocar um CD, mas ao abrir o porta-luvas, todos eles caíram no chão do carro.
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  - Ótimo. – ela murmura olhando para todos os lados e vendo todas as ruas desertas. – Ok. Rápido, %Julia%. – ela fala para si enquanto se esquivava para pegar qualquer CD no chão e perdendo a visão da rua. Consegue tocar em um e o pega facilmente. Ao se levantar para colocá-lo no rádio, ouve uma buzina enorme no ouvido e tudo o que viu foi dois faróis grudados em seu nariz.
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  - %ZACK%! %ZACK%! CORRE AQUI! – %Jack% gritava do ônibus da banda. %Zack% chegava do Burger King com alguns lanches, já que todo mundo estava cansado dos salgadinhos. Ao ver a cara de desesperado do amigo, corre do jeito que podia com todas aquelas sacolas nas mãos.
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  - Que foi, cara? – ele gritava da frente do ônibus, enquanto deixava as sacolas numa mesa e seguia para o fundo do automóvel, vendo todos chocados. – Que aconteceu? Quem morreu? – ele diz brincando e rindo da cara de todo mundo que estava presente.
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  - Sua namorada. – %Jack% responde sério fazendo com que %Zack% tirasse o sorriso do rosto.
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  - Como?
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  - A Natalie. – %Rian% se levanta, indo até %Zack%. – Bom, o hospital ligou e disse que ela está em coma na UTI. Parece que foi atropelada enquanto atravessava a rua no, hm, sinal verde. Estava no celular e não prestou atenção na movimentação da rua.
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  %Zack% fecha os olhos cansado. Ótimo. A burrice da namorada o fez ficar sem uma namorada. Algum tempo em silêncio depois, %Rian% chama a atenção do amigo, perguntando como ele estava.
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  - Não sei se fico nervoso com tanta estupidez dela ou se fico triste por estar a perdendo.
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  - %Zack%, isso não foi nada sensível. – uma das garotas que estavam no ônibus fala e ele levanta os ombros.
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  - Não vou negar que estou pensando neste exato momento que só assim para ela largar do meu pé.
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  - %Zack%! – todos falam e ele encolhe os ombros largos.
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  - Bom... Vou pro hospital. – ele se vira.
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  - Vamos com você. – os amigos murmuram e ele nada diz.
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  “Mas que merda de dor é essa, meu Deus? Sei que esqueci de pagar a conta de luz mês retrasado, mas tinha que me castigar assim? Tanta gente matando, roubando... Só porque eu esqueci de pagar uma conta mereço sentir uma dor dessa? O Senhor é malvado.” %Julia% pensava enquanto tentava abrir os olhos. Não conseguia. Parecia que as pálpebras estavam coladas uma na outra. Respira fundo e ativa a audição para ver se conseguia ouvir uma das amigas ou o pai ou até por milagre o irmão, mas tudo o que ouve são vozes irreconhecíveis.
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  - E quando ela acorda, doutor?
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  - Não se sabe ainda, ela está em coma no momento, estamos esperando algum sinal de melhora para ela poder ser transferida para o quarto. Porém até ela pelo menos abrir os olhos, terá de continuar aqui.
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  Nada se ouve.
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  - O senhor não gostaria de ficar um pouco com ela?
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  - Hm... Não. Vou esperar lá fora com todos.
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  - Não garanto que ela irá apresentar alguma melhora hoje.
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  - Bom, então me ligue quando ela tiver sido transferida para o quarto. Vou deixar meu número na recepção.
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  - Sim senhor, senhor...
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  - %Merrick%.
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  “MAS QUE DIABOS?!” %Julia% logo pensa e seu coração acelera. Ela só pode ter ouvido errado.
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