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ATENÇÃO!

História NÃO RECOMENDADA PARA MENORES ou PESSOAS SENSÍVEIS.

Esta história pode conter descrições (explícitas) de sexo, violência; palavras de baixo calão, linguagem imprópria. PODE CONTER GATILHOS

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Chanel

Escrita porNatashia Kitamura
Revisada por Natashia Kitamura

Capítulo 7

Tempo estimado de leitura: 19 minutos

  Logo depois de %Beatrice% ter dito aquelas palavras, %Zack% ficara pensativo. Pensava em como ela estava certa e errada ao mesmo tempo. Ele, de fato, era um galinha. Dos grandes. Gostava de sair todos os dias, transar com diversas garotas diferentes ou iguais (gêmeas - as univitelinas eram as melhores) e depois descartá-las. Gostava da maneira como sua vida não era presa à absolutamente ninguém. Para ajudar, ele tinha fama do sexo bom, claro, um homem bonito, rico e famoso não pode simplesmente deixar a desejar na cama; além disso, com o número de mulheres que já deitaram com ele, não poderiam esperar menos do filho do prefeito. Rolava até o rumor de que constantemente recebia propostas de gays para transa; para o azar deles, %Zack% carregava um preconceito interior contra os homossexuais que impedia-o de leva-lo a domar, ou pior, ser domado por outro homem.
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  Entretanto, desde que a conhecera, se prendera nela. A via de longe e logo queria seu corpo, a via de perto e era como se necessitasse com urgência de seu toque; assistia-a observar o horizonte sem fim do mar enquanto o vento tentava levar os seus cabelos e sentia como se pudesse ficar ali o tempo que ela quisesse, apenas a observando. Pensava no dia em que voltariam para Santa Mônica e seu estômago logo protestava, embrulhando. Ele não estava apaixonado, sabia que não; ele não se apaixonava. O fato de não querer voltar à sua cidade com a garota, era que ele não queria que todos soubessem que ele se apegou à ela, evitando ter de dividi-la com outras pessoas. Sabia que era absolutamente impossível evitar, quando se tem os olhos da cidade inteira grudados em você. Todas as garotas que passam por %Lieberman%, os homens tendem a querer traçá-las também. É como um bônus para elas; quantas vezes ele não pegara mulheres que não tinham o menor interesse nele apenas porque sabiam que se fossem domadas por ele, teriam a atenção de qualquer outro homem da cidade? Conhecendo %Beatrice% da maneira que ele a conhece, sabia que se algum cara oferecesse algo melhor que ele em questão de seus próprios interesses – deixando claro que não era o sexo -, ela não pensaria duas vezes antes de deixá-lo. Fechou os olhos em um pesar quando chegou à egoísta conclusão de que a queria apenas para ele. Seu corpo só para ele. Exclusivamente para ele.
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  Sem perceber, se manteve o dia inteiro longe da garota, que não pareceu se importar nem um pouco com a ausência do dono da mansão de Newport Beach. Durante todo o tempo que %Zack% a ficara observando, %Beatrice% se manteve concentrada em seu bloco de notas, desenhando e se inspirando. Em momento algum olhara para o lado a procura de seu companheiro e isto o incomodava mais que profundamente. Enquanto ele não conseguia tirar os olhos dela, tudo o que ela queria era criar suas roupas. Tudo estava errado naquela situação; não era certo ele estar correndo tanto atrás de alguém a ponto de se sentir, no mínimo, magoado com suas atitudes. Sentiu vergonha ao perceber em que situação se encontrava. Sempre brincou com a cara de todos os seus amigos apaixonados, que desistiam de seus próprios interesses por outras mulheres. Mal percebeu que estava fazendo o mesmo com a futura estilista. Não viu que ao contrário da festa-orgia com milhares de mulheres domadas pelo pudor, ele preferiu a garota que não tinha o menor interesse nele, senão a sua casa de veraneio.
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  Com o tempo longe dela, descobriu que tudo aquilo era necessidade. Quando %Beatrice% o esnobou, %Zack% sentiu a necessidade de tê-la só para si. No fundo, sabia que tinha medo dela não o querer e querer um outro alguém, não importava que fosse melhor ou pior. Ele sempre tinha de ser o favorito; seja dela ou de qualquer outra mulher. A primeira opção, e se fosse a única, ainda melhor. Gostava de ver as garotas sofrerem e lutarem por ele. De que se produzissem apenas porque ele estaria no mesmo local que ele sem nem saberem se teriam uma chance de tocá-lo. Que mostrassem seus peitos e bundas propositalmente para tentar excitá-lo. Mas então conheceu esta garota que não queria saber nem do dinheiro ou posição de poder que ele tinha. Com o que ele a conquistaria? O que a faria ficar aos seus pés como todas as outras? O que ela queria da vida?
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  Pensando durante o tempo que ficou afastado, %Zachary% %Lieberman% finalmente decidira qual seria o seu próximo passo: Para ter %Beatrice% só para si, devia fazê-la se apaixonar por ele. Para conseguir, nada melhor do que investir na única coisa que importa para ela... A moda.
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  Com o sucesso de imaginação que tivera durante todo o dia, %Beatrice% se sentira bastante satisfeita ao ver que seu caderno de desenhos possuía mais dois lindos modelos combinados. O vestido inspirado na brisa mais forte de fim de tarde poderia até ser comparado ao esvoaçante de Marilyn Monroe; no entanto, a estampa floral de seda fazia com que o modelito se tornasse um modelo perfeito para garotas comportadas durante suas férias de verão em mansões de veraneios ricos. Pensou no broche que colocaria na alça do ombro esquerdo caso a roupa se tornasse de uso noturno; %Beatrice% gostava de pensar que suas roupas pudessem ser utilizadas mais de uma vez em mais de uma ocasião.
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  O tempo passara extremamente rápido e o fato de que %Zack% não viera atormentá-la foi uma mera desatenção que tivera depois do almoço, quando nenhuma das empregadas estavam presentes. Elas deviam estar fazendo favores extras para o patrão, do tipo, hora extra em seu quarto. Desde que descobrira a razão das empregadas daquela casa serem tão jovens e cheias de curva, tem evitado comer o que elas lhe trazem e mais ainda ficar dentro de casa durante a limpeza. Também passou a trancar sua mala com o cadeado e levar a chave consigo; sabia como mulheres, quando possessas, se tornavam atrás de alguém que consideravam suas rivais. Ao ver que as cozinheiras mais velhas não se encontravam trabalhando na cozinha, resolvera sair e comer algo na praia mesmo, uma vez que, por ser particular, provinha de serviços especiais, como garçons servindo seus chefes e convidados na areia. Dentre todos os dias que estivera ali desde que chegara, este, de longe, foi o melhor de todos; só ela sabia o quanto queria que todos os seus dias fossem assim.
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  Logo que retornara para casa, pode ver a luz da sala acesa. Suspirou e arrumou a alça da bolsa que estava pendurada em seu ombro antes de voltar a subir as escadas, até ter em vista %Zack% no telefone. Ela sabia o que se seguiria. Como imaginara, assim que entrou no imenso cômodo, pode vê-lo desviar seu olhar de alguns papéis que estava em seu colo e levantar um dedo, dizendo que gostaria de dar uma palavra com ela. Da maneira que ela parou, ficou. Voltou a olhar para a paisagem da praia que agora estava escura. Não conseguia enjoar da vista linda e iluminada pelos imensos holofotes colocados propositalmente pelos donos das residências que se localizavam grudada a ela. Havia um grupo de amigos que jogavam futebol, estes que azararam %Beatrice% mais cedo e não receberam sequer um mísero sorriso em retorno. Voltou a olhar para %Zack%, que sorria ao falar com alguém no telefone. %Beatrice% não gostava de ouvir conversas, por isso tinha a especialidade de tapar seus ouvidos mentalmente, mesmo estando no mesmo local que a pessoa. Trocou o peso de perna e arrumou novamente a alça da bolsa em seu ombro.
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  - Sente-se. - ele apontou para a poltrona, anunciando que ela deveria lhe dar atenção. %Beatrice% levantou o rosto e viu que ele havia desligado o celular.
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  - Tenho pressa. - ela responde, arriscando em saber se ele a deixaria em paz pelo resto da noite também. Soube que isso não aconteceria quando o viu levantar uma de suas sobrancelhas. - Quero tomar um banho. – explicou.
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  - Daqui a pouco. - ele tornou a apontar para o lugar, próximo ao dele. Não pode deixar de estranhar não sentir o tom de malícia ou até mesmo o olhar de pudor do homem. Sem escolha, %Beatrice% se sentou obedientemente e depositou a bolsa no chão. - Como eu havia te dito, consegui os ingressos para o Fashion Week.
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  - Eu não preciso--
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  - Não terminei. - ele a cortou, fazendo-a se calar. - Gostaria de saber os estilistas que deseja conhecer.
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   %Beatrice% nada responde. Analisou %Zack% da cabeça aos pés imaginando o que ele teria em mente ao fazer aquilo por ela. Perguntou-se mentalmente se era algum tipo de jogo que ele gostaria de jogar para tê-la mais vezes em sua cama, o que era impossível, levando em conta que desde o momento que tocaram seus pés naquela casa, não houve um dia que eles não deixaram de transar. Pensou no que deveria responder e, depois de um tempo, se sentiu idiota por considerar algum tipo de resposta diferente da que decidiu dar; para sua surpresa, antes de questioná-lo, pode logo ouvir ele se pronunciar:
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  - Não quero nada em troca. - parecia até que ele podia ouvir o que ela pensava. O que acabou dizendo tornou tudo ainda mais confuso para a estilista. Podia não conhecer %Zack% em sua melhor maneira, mas sabia muito bem que ele não era o tipo de homem que gastaria seus contatos e esforços para agradar uma mulher que só lhe dá patadas. - Só quero te conhecer melhor, sem essa coisa de apenas transar. - mexe a mão em descaso.
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  Mesmo que ela estivesse com algum resquício de esperança sobre a atitude dele, não sentiu a menor confiança no que ele disse. Não podia evitar pensar que ele tinha alguma coisa planejada por trás disso tudo. Devido a seus pensamentos, tentando entender o que acontecia ali e por que ele ficara o dia inteiro longe dela, voltando com um absurdo desses, fez %Zack% achar que ela estava hesitando, acabando por sorrir:
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  - Vamos fazer assim. Tome um banho e se arrume, vamos sair para jantar em algum lugar fresco e conversamos sobre as possibilidades. – se levantou, alisando a bermuda de linho natural.
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  - Por que está fazendo isso? - ela finalmente diz, desconfiada, acompanhando-o com o olhar.
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  Ao vê-la confusa, da maneira que ele gostaria de vê-la, %Zack% manteve o sorriso no rosto e respirou fundo, voltando a se sentar e cruzando uma perna:
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  - Você já deve ter percebido que é um pouco mais especial que meus outros casos. - ele mexe as mãos como em descaso. - Sendo assim, quero te conhecer e descobrir por que me sinto tão atraído por você.
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  - O que você sente por mim não é atração. - ela diz séria. %Zack% solta uma risada nasalada.
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  - Acredite. – levantou-se com um sorriso galanteador nos lábios. - Você não me conhece como eu sou. – assim que deu uma piscadela em direção à garota, deu-lhe as costas e subiu as escadas, deixando, dessa vez, a garota sentada pensativa sobre suas atitudes.
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  O jantar não fora tão desagradável quando ela imaginara. %Zack% não estava igual há dias atrás, quando correu atrás dela para apenas obter prazer sexual. Agora ele parecia a respeitar e conversava apenas sobre coisas que ela se sentia confortável em falar. Nada pessoal, nada que invadisse a vida dela. Conversaram sobre moda, o que %Beatrice% sabia de melhor. Falaram sobre as belezas dos Estados Unidos, coisa que %Zack% conhecia melhor que ninguém. Praticamente não comeram. Ficaram apenas beliscando algo enquanto banhavam-se em diversos tipos de bebidas pedidas por %Lieberman% para os dois. %Beatrice% não sentira que ele a embebedava de propósito, já que o pedido era sempre para ele e, durante a escolha da bebida, a encarava, como se perguntasse à ela se gostaria de acompanhá-lo, recebendo um aceno positivo de cabeça.
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  Durante o caminho de casa, %Beatrice% fora olhando para o lado de fora do carro que %Zack% dirigia. Newport Beach era um lugar bom apenas para os ricos que não tinham o que fazer e queriam socializar. Mas admitia possuir algumas belezas naturais maravilhosas, a praia sendo seu cenário favorito. %Zack% não tentou puxar assunto, ao contrário, deixou-a abrir a janela do carro, coisa que ele não fizera em nenhuma das vezes que saíram de casa; %Beatrice% sentiu a brisa, fechando os olhos e adormecendo. Alguns longos minutos depois, sentiu os braços fortes do homem a pegar e carrega-la para fora do automóvel.
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  - Posso andar. - sua voz sai rouca e o vê sorrir.
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  - Não vai doer ser carregada.
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  Sem pensar em qualquer consequência, tornou a fechar os olhos, sonolenta. Sentiu ser depositada delicadamente à cama e ter seus sapatos retirados com cuidado. Abraçou um dos travesseiros de plumas que havia por perto, enquanto %Zack% subia suas mãos por suas pernas. Já estava tão acostumada com os toques inoportunos do homem, que passou a não se importar mais com eles, descansando mesmo com ele praticamente transando com ela. No entanto, esta noite estava sendo diferente. %Zack% não estava a abusando como sempre fazia, nem a obrigando manter-se acordada até que ele chegasse ao ápice.
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  Sentiu as mãos do homem massagearem as costas de suas pernas uma vez que estava deitada de bruços. Alguns minutos depois, sentiu seus lábios estalarem na região de sua bunda, com suas mãos subindo um pouco mais. O tecido de seda de seu vestido subia de acordo com suas mãos e ela não trajava nenhum sutiã. Por mais obsceno que algumas mulheres achassem não usá-los com vestidos, %Beatrice% achava extremamente sexy e apostava que muitas pessoas eram como ela.
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  Quando sentiu as mãos de %Zack% ao lado de seus seios, não os tocando por estarem achatados com o peso de %Beatrice%, ela se vira para cima a fim de receber o carinho. Com um único braço, ele a levantou um pouco, e com a outra, puxo o vestido pela cabeça, retirando-o facilmente e habilidosamente, jogando-o, por fim, no chão. Voltou a deitá-la entre os diversos travesseiros de plumas, deixando-a confortável. %Beatrice% mantinha seus olhos fechados e os lábios entreabertos para suspirar mais forte quando ele pegava em seus pontos fracos. %Zack% explorava cada pedaço de carne da garota, as mãos deslizavam levemente e lentamente. Então, de repente, %Beatrice% sente seus lábios grudados nos dela, enquanto os braços enormes do homem eram postas em torno de seu corpo de modo que ele a abraçava. Levantou-a consigo, fazendo-a se sentar em seu colo.
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   %Beatrice% depositou suas mãos nos braços de %Zack% e suspirou mais uma vez quando ele desceu seus lábios até seu dorso, e então em direção a seus seios. Durante o processo, ela passava as mãos pelos braços do homem para manter-se acordada. Seus olhos já estavam pesados demais para serem abertos.
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  Ele voltou a deitá-la na cama e retirou a última peça que faltava para deixá-la completamente nua. Desceu até sua virgindade e a sentiu levemente úmida. Olhou para %Beatrice%, que ainda se mantinha com os olhos fechados e a boca entreaberta, passando levemente a língua por eles para umedecê-los. Mexeu na intimidade da garota, que curvou sua coluna levemente ao sentir o toque. %Zack% sorriu e agachou à sua frente, passando a língua desta vez. Ouviu o suspiro de %Beatrice% e fechou seus olhos, se deliciando com o sabor que a garota lhe proporcionava de acordo com o tanto de prazer que ele lhe dava.
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  Passou os braços ao redor de suas pernas, puxando-a mais para si. Ela depositou os pés nos ombros ou nas costas do homem enquanto a língua explorava toda sua intimidade. Sentiu as mãos de %Zack% apertarem-lhe as coxas, fazendo-a soltar um pequeno gemido. Uma coisa que %Beatrice% aprendera durante a uma semana e meia que passara com %Zack% até agora, era gemer. Geralmente, ela se esquecia, mas %Zack% sempre a lembrava de alguma maneira.
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  Ele já havia feito isso em diversas mulheres, portanto, estar com os olhos fechados não era um problema. Mas nunca, em vez alguma, se perdera durante o trabalho. %Zack% gostava de sentir a intimidade de %Beatrice%, era quente e macia, aconchegante e ela não se mexia bruscamente, coisa que várias garotas faziam. E ela não gozava rápido. Ficaram por cerca de dez minutos naquela posição, %Zack% lhe dando prazer sem parar e %Beatrice% apenas tivera um único espasmo. Ele gostava quando elas demoravam a gozar.
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  Assim que finalizou, se levantou e retirou a camisa, jogando-a junto com o vestido. Desabotoou os botões da calça e a deixou cair onde estava, livrando-se dela com os próprios pés. Caminhou ajoelhado até a mulher, que agora abria os olhos lentamente, vendo o perfil de %Zack% no escuro. Os lábios se fundiram, dividindo o gosto de %Beatrice% entre eles. Ela, pela primeira vez, passou as mãos pelos cabelos do homem, que tinha as suas passeando pelas laterais do corpo da garota. Nunca haviam se beijado por um tempo tão longo como agora. Eles brincavam com suas línguas, suspiravam e sentiam o tesão ser saciado com apenas toques.
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  Então ele se separou dela, retirando sua peça íntima. Voltou a beijá-la ao mesmo tempo que a penetrava lentamente. Ela apertou-lhe os braços com um suspiro e desgrudou os lábios dos dele, soltando um pequeno gemido de prazer. As pernas se levantam, quase o enlaçando. Ele se movimentava devagar, deixando-a se acostumar com o imenso pedaço de si dentro dela. Cada vez que voltava, colocava um pouco mais, fazendo-a suspirar ainda mais forte. Com o tempo, acabara se acostumando com o silêncio do sexo dos dois. %Beatrice% soltava gemidos em seu ouvido, que era muito mais sexy do que as mulheres que gritavam loucas de prazer. Da maneira de %Beatrice%, ele se sentia mais envolvido na transa.
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  - Mais forte. - ela sussurra em seu ouvido, o fazendo sorrir. Estava conseguindo. Era a primeira vez que %Beatrice% lhe pedir por força, geralmente ela nada dizia, não fazia questão de se envolver no sexo, apenas o deixava fazer o que queria. Mas ele dera liberdade o suficiente para ela saber que podia pedir o que quisesse a ele. - Mais rápido. - ela diz novamente. Assim, ele a obedeceu, dando um espaço moderado do corpo dos dois, estando unidos apenas por suas partes íntimas. Ele observava a expressão no rosto da garota, que se lembrava ser de desagrado ou sem nenhuma emoção. Agora, ela tinha seus olhos apertados e as mãos agarradas ao lençol. Seu sucesso lhe dava prazer, o fazendo aumentar as estocadas. Ela curva a coluna um pouco e solta um leve gemido. Pedia por mais de uma maneira que o enlouquecia.
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  Demorou um pouco para ele chegar ao ápice. O que mais %Zack% gostava quando transava com %Beatrice%, era que ela conseguia acompanhar seu ritmo. Não tinha pressa, gozando no momento errado. O prazer com %Beatrice% era muito melhor, mesmo ela não chegando ao ápice como ele achava que era. Sabia que a garota fingia apenas para que ele parasse, descobriu logo nos primeiros dias, mas resolveu não questioná-la. Até a pouco, o que importava para ele era o seu próprio prazer.
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  Diferente de agora.
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  Assim que terminaram, ao contrário dos outros dias, ele deitou ao lado de %Beatrice% e não trocaram nenhuma palavra, adormecendo os dois juntos na cama.
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