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História NÃO RECOMENDADA PARA MENORES ou PESSOAS SENSÍVEIS.

Esta história pode conter descrições (explícitas) de sexo, violência; palavras de baixo calão, linguagem imprópria. PODE CONTER GATILHOS

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Chanel

Escrita porNatashia Kitamura
Revisada por Natashia Kitamura

Capítulo 6

Tempo estimado de leitura: 12 minutos

  Desde então %Zachary% estava mais do que grudento. Parecia que ele havia sido picado por um inseto do sentimento e de repente começou a se sentir interessado pelos desenhos da garota. %Beatrice% não estava acostumada com toda essa atenção, e para dizer a verdade, também não gostava muito da situação. Ele estava invadindo demais a privacidade dela. Se é que ela tinha algum tipo de privacidade com ele. Aparentemente, ele achava que por estar oferecendo uma vida de mordomia a ela, poderia fazer o que quiser consigo. Odiava a maneira como ele se aproximava sem se preocupar em saber se estava a atrapalhando ou não. Mesmo que seus olhos mostrassem que algo dentro dele estava diferente com relação a ela, suas mãos davam a entender que ele continuava o mesmo homem canalha de sempre. Dessa maneira, o sexo não diminuiu de frequência; agora, era possível vê-lo caminhar pela praia, algo que ele não fazia quando haviam acabado de chegar em Newport.
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  Estava sentada na varanda da mansão de %Zack% bebericando um suco e observando a paisagem da praia, até que sentiu duas mãos em seu ombro descerem até a parte de dentro de sua blusa e pararem em seus seios. %Beatrice% fechou os olhos, exausta. Na verdade, poderia estar 100% disposta e sua atitude seria exatamente a mesma; o fato de %Zachary% sempre querer surpreendê-la com toques ousados lhe enojava. Não gostava da maneira que ele a tocava, era como se ela fosse uma garota de programa ralé, e ele pagasse muito pouco, pois ela não valia uma fortuna. Ao contrário das garotas com quem ele estava acostumado a viajar, %Beatrice% não mudou de posição nem quando os lábios dele tocaram-lhe o dorso. Sentia os espasmos, mas tentava escondê-los com toda a força que tinha, pois não podia dar razão a ele para tentar transar àquela hora do dia.
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  - Você não enjoa de transar com uma mesma pessoa sempre? - ela pergunta curiosa, finalmente desviando o rosto para o lado a fim de ver em seus olhos sua resposta. Ele sorriu com a pergunta, e, o fato de retirar as mãos de dentro de sua blusa a fez entender que fora uma boa pergunta. Viu-o puxar uma cadeira para se sentar o mais próximo que conseguia de %Beatrice% e apoiou uma de suas mãos em cima da coxa despida por trajar um vestido. Percebeu que a pele da garota estava bronzeada, como dizem os amigos, da cor do pecado. Gostava daquele tom de pele nela, tornava-a uma francesa ainda mais exótica, já que não haviam muitas morenas de pele, mas sim brancas demais ou negras.
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  - Quem disse que eu estou transando somente com você? - sussurrou em seu ouvido, tentando ser provocante. No entanto, se queria ver algum tipo de reação na designer, não obteve sucesso. Tudo o que ela fez, foi balançar a cabeça em concordância e não abrir a boca para dizer nada. Fazia todo o sentido para ela agora; achava estranho as empregadas da casa serem jovens e com corpos violões, como modelos de verdade. E os uniformes pareciam terem sido pegos em uma loja de sex shop, de tão curtos que eram. Além disso, era comum vê-las passeando pela casa cantarolando algo e mandarem olhares fugazes ao dono da mansão. Nunca pegara %Zack% encarando-as, o que a fez achar que ele era ainda mais profissional neste negócio de traição ou diversão conjunta do que ela imaginava. Perdida em seus pensamentos, não ouviu o início da frase do homem, mas pode entender exatamente a pergunta: - Que tal ficarmos mais uma semana aqui?
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  - Não, obrigada. Tenho aula na segunda. – respondeu imediatamente, voltando a encarar a praia com as crianças tentando pegar ondas jacarés com suas pranchas de material caro.
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  - E...?
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  - E não posso faltar.
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  - Nem que eu peça com educação? – tornou a se aproximar da garota e roçou seus lábios novamente no dorso da garota e fechou os lábios para sentir o aroma floral do sabonete que ela havia trazido. De fato, francesas sabiam como estagnar um aroma em sua pele. Não havia como conter a excitação em suas partes íntimas. Para o azar da garota, ele ouviu quando fungou em seu cangote e a ouviu suspirar, algo que fazia quando estava entrando em prazer. Com uma das mãos, começou a passear pela coxa lisa e brilhante pelo hidratante passado ali mais cedo; decidiu então subir a mão até o tecido de sua calcinha, abrindo um pequeno sorriso ao sentir o sexo da garota. - Sei que você quer... – sussurrou em um gemido.
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  - Você sabe que não. - ela olhou séria para ele. Ao que se vira para encará-lo, vê atrás o semblante de algumas empregadas encarando o casal, sérias. Outra coisa que ela odiava naquela mansão e a razão de querer sempre passar o dia inteiro fora na praia, é que aquelas garotas de programa vestidas de empregadas eram curiosas demais sobre sua presença no lugar. Houve dia que, ao voltar da praia, %Beatrice% sabia que haviam mexido em suas coisas porque é perfeccionista demais e nunca deixaria uma calcinha entre as roupas, ao invés de estar junto com as outras lingeries dentro da nécessaire que trouxera. Suspirou ao sentir que ele não iria parar e empurrou-o com calma, vendo-o se afastar de si ainda com um sorriso. Provavelmente achava que ela estava fazendo algum tipo de charme; conhecendo-a, deveria saber que aquilo não chegava nem perto de ser um charme. - Você pode ficar, se quiser, não me importo. – descruzou as pernas e se preparou para se levantar. - Há bastante opção querendo ter o que você quer me dar. - apontou indiscretamente para um ponto atrás dele, e, ao ver a que ela se referia, não conseguiu evitar soltar uma breve risada nauseada. Tão rápido quanto olhou para as “empregadas”, voltou a tocar em %Beatrice%, prensando-a em sua cadeira para que não pudesse levantar.
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  - Elas são opções, %Beatrice%. – indiscretamente, levou seus dedos até a parte íntima da garota por debaixo do vestido de renda que ela trajava e começou a massagear o lugar favorito do corpo inteiro da garota. Sem desviar os olhos de seu rosto, disse confiante: - Você é minha escolha.
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  - Sinto muito. - se mexeu na cadeira, desconfortável por começar a se sentir confortável ao toque do filho do político; o tesão começava a aparecer em seu corpo e tomava conta dele de acordo com que %Zack% pressionava o dedo sobre o sexo. Assim que decidiu desistir de resistir à tentação, levantou-se e sentou em seu colo, fazendo-o abrir um largo sorriso de vitória e jogar os braços para os lados da cadeira em que se sentava, deixando-os pendurados por não querer tomar nenhuma atitude sobre as ações da garota. Ao vê-la abrir o zíper de sua bermuda, não conseguiu evitar olhar cheia de pudor ao enxergar o tamanho do membro que a esperava. Tentou ao máximo não olhar nos olhos de %Zack%, mas no fim, teria que beijar-lhe os lábios e não gostava da sensação de ter de fechar os olhos para beijá-lo. Provavelmente o faria pensar que estava gostando das sensações, quando não estava.
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  Antes de ela tocar no mesmo, desceu as finas alças do vestido, escorregando-as pelos ombros e trazendo para baixo toda a roupa até que chegasse em sua cintura; não trajava o sutiã, por isso, logo que mexia no tecido da roupa, pode ver %Zack% encarar seus seios com sede nos olhos. Sem esperar, tocou-as com ambas as mãos, enquanto ela levou as suas à cabeça de baixo do homem, que gemia resmungos de prazer enquanto beijava o pescoço da garota, o aroma de seu hidratante, agora mais forte, auxiliava no prazer que sentia enquanto as mãos da garota escorregavam para cima e para baixo. Ainda sentado, retirou suas mãos dos seios e as fez levar a bermuda ao chão, começando a descer o tecido do vestido que estava estacionado na cintura de %Beatrice%. Agora com ambos nus, o vento parecia mais gelado e as peles mais quentes.
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  - Podemos ir para o quarto? - ela perguntou, ainda trabalhando no membro do homem. %Zack% levantou uma sobrancelha e perguntou:
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  - Por que não aqui?
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  - Seu jardineiro se juntou às suas empregadas. - ela inventa qualquer coisa. Apesar de saber que ela seria o assunto do dia entre as empregadas, não gostava que as pessoas assistissem a transa dos dois, algo que acontecia praticamente sempre naquela casa. %Zack% olhou para trás e viu alguns de seus empregados junto à parede de vidro da cozinha. Soltou uma risada; achava interessante vê-la perturbada em ser o centro das atenções, quando era tão chamativa; além disso, todas as mulheres que levara ali não se importavam nem um pouco em ter um público de até 100 pessoas assistindo ao prazer que recebiam de %Zack%. Não que houvesse público, mas se fosse possível mostrar ao mundo que elas estavam transando com ele, não se importariam de serem as protagonistas. Em um único impulso, ele a segurou em seu colo e a levou para dentro de casa, caminhando até o segundo andar e batendo a porta atrás de si com um dos pés. %Beatrice% mantinha seus lábios percorrendo o dorso do pescoço de %Zack%, enquanto o mesmo apenas sentia seu membro formigar abaixo.
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  Todas as roupas que estavam em cima da poltrona estofada do quarto de %Beatrice% foram para o chão. Ela agora se ajeitava, enquanto %Zack% se ajoelhava em sua frente e a fazia apoiar cada uma de suas pernas em cada um dos braços da poltrona, deixando a intimidade de %Beatrice% à sua mercê. Fora quando ele, pela primeira vez, a encarou sério:
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  - O que foi? - ela pergunta. - Quer trocar?
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  - Sou eu quem geralmente recebo o prazer da transa. - ele comenta, fazendo-a levantar uma sobrancelha. Que momento era esse que ele escolheu para fazer uma observação dessas? Além do mais, fora ele quem preparara a posição dos dois. - Todas sempre querem transar comigo.
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  - Você não vai entrar em uma sessão de desabafo, vai? - a expressão de %Beatrice% era de desinteresse. Ela estava lá para satisfazê-lo sexualmente, não se tornar sua psicóloga. Mal conseguia entender os próprios sentimentos, quanto mais os dos outros. Quanto mais os dele.
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  - Você sabe que todo meu interesse em você vem a partir do momento em que você tenta me rejeitar, não é? - ele a ignora, fazendo-a se calar. - Quero saber se você sabe gozar de verdade.
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  - O que seria gozar de verdade para você?
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  - Do tipo, orgasmos múltiplos e tal.
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   %Beatrice% solta uma risada nasalada.
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  - Tive uma vez com meu ex-namorado.
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  - Ex-namorado? - ele levanta uma sobrancelha.
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  - Bom, era de se esperar que eu tivesse diversos espasmos com ele, não é? Senão obviamente eu não o namoraria. – disse, como se fosse a coisa mais idiota que ele a fez dizer.
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   %Zack% se manteve calado a encarando pensativo. Quer dizer que um francesinho qualquer a fez ter orgasmos múltiplos e ele, o cara que teve mais experiências sexuais das mais diversas formas, não consegue?
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  - Se eu conseguir fazer você...
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  - Esqueça. - ela o cortou, fazendo-o levantar as sobrancelhas, surpreso. - Não é nada pessoal, mas eu realmente só faço isso quando eu estou envolvida. E nós dois sabemos que não estamos nada envolvidos um com o outro.
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  - Podemos estar. – tentou dizer, mas tudo o que recebeu como resposta foi uma risada.
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  Ela então desistiu de esperá-lo lhe dar prazer e fechou as pernas, se levantando. %Zack%, pela primeira vez, não pareceu se importar com a atitude da garota. Estava curioso em saber o comentário que viria em seguida:
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  - Ambos sabemos que não daria certo.
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  - E por que não?
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  - Por causa da sua infidelidade. – imediatamente ela respondeu, encarando-o antes de entrar no banheiro. %Zack% levantou uma sobrancelha, não parecendo tão surpreso com a resposta que recebera. - Você não tem dona, %Lieberman%, e eu não quero um relacionamento aberto. Aceite isso. - e fechou a porta, trancando-a logo em seguida, deixando um %Lieberman% nu e pensativo para trás.
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