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História NÃO RECOMENDADA PARA MENORES ou PESSOAS SENSÍVEIS.

Esta história pode conter descrições (explícitas) de sexo, violência; palavras de baixo calão, linguagem imprópria. PODE CONTER GATILHOS

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Chanel

Escrita porNatashia Kitamura
Revisada por Natashia Kitamura

Capítulo 3

Tempo estimado de leitura: 26 minutos

  Observar a expressão confiante de %Zachary% era a coisa mais irritante que havia experienciado desde que chegou à Califórnia. Não surpreendentemente, o modo como enxergava a pessoa que não lhe deixava em paz piorava a cada piscada que seus olhos davam e o sorriso não lhe deixava os lábios. Olhou para os lados a fim de verificar se uma de suas bonecas não o acompanhavam para poder lhe ajudar a afastar este mal que lhe persegue. Enfim, depois de muito pensar em como reagir à provocação dele, acabou decidindo dizer:
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  — Eu acho que já deixei bem claro que não estou a fim de sair nessas próximas duas semanas. — %Beatrice% se virou, deixando a porta aberta para que o homem se sentisse livre para entrar e se acomodar em sua cama; para sua infelicidade, foi exatamente o que ele fez.
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  — Não é possível que queira ficar trancafiada aqui sozinha. Não dá para entender este tipo de atitude. Você vem direto da França para ficar trancafiada em um cubículo dentro da faculdade? Anda, minha programação não inclui mais ninguém senão você.
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   %Beatrice% não pôde evitar deixar de encará-lo, surpresa. Eles não possuíam nenhuma intimidade. Absolutamente zero. Conversaram somente duas vezes, quando ele observava-a criar modelos que lhes vinham à mente, e outra, quando ele quase a atropelou na saída da faculdade. Como poderia estar seguro de que ela não era uma louca? Como ela poderia acreditar que ele separou duas semanas de sua turbulenta vida, de acordo com as garotas que vieram lhe ameaçar, para ficar somente com ela? Por que ele teria tanto interesse em tê-la ao seu lado, quando poderia muito bem ter qualquer garota que quisesse ao seu lado? Não faz nenhum sentido. Olhou para o rosto do jovem, em busca de uma resposta, mas não gostou do que viu ali. E menos ainda quando ouviu a proposta dele:
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  — Vamos para minha casa de praia em Newport Beach. — Certo. Agora ele estava a convidando para ir a um lugar completamente longe da civilização da universidade. Um lugar para ficarem apenas os dois. Eles não eram namorados, amigos ou conhecidos para que ele pudesse leva-la aos lugares que bem quisesse e achar que estava tudo certo. Porque não é normal homens convidarem mulheres desconhecidas para suas casas de veraneio.
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  Na verdade, talvez não fosse tão anormal assim, mas isso não vinha ao caso.
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  — Isso é do outro lado da Califórnia — ela disse séria, sua cabeça ainda mecanizando o convite surpresa.
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  — Até que para uma francesa, você anda bem americanizada. — Ele sorriu. Cruzou os braços e se mexeu um pouco. — Sim, é na Califórnia. Um ótimo lugar, na verdade. Com boas praias e um céu bem mais azul que aqui.
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  — Não precisa de praia se quer uma. Esqueceu que vive numa cidade praiana? — %Beatrice% mais uma vez lhe deu as costas. Por estar trajando uma frente única por causa do verão muito quente, %Zachary% analisou as costas lisas da estudante de moda, que não percebeu o pudor crescendo dentro daquele pequeno quarto da universidade.
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  — Às vezes precisamos mudar um pouco o cenário — ele dizsse, não fazendo questão de desviar os olhos da pele nua da garota. Mesmo que ela percebesse, talvez dessa maneira fosse até melhor para ele. — As praias de lá não são tão paradisíacas, mas são bem menos movimentadas.
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  — Eu não gosto de praia.
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  Ele sorriu, finalmente tendo sua atenção captada para outro assunto. Ela estava caminhando exatamente pelo caminho que ele achava que seria. Não estava sendo tão misteriosa quanto imaginava que ela fosse, mas definitivamente era mais sexy do que quando a viu no vestido amarelo há alguns dias.
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  — Sei que gosta — respondeu, convencido.
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   %Beatrice% cruzou as pernas assim que voltou a se sentar em sua cadeira. Uma gafe, se percebesse o quão analisada estava sendo pelos olhos do filho do prefeito. %Zachary% sabia muito bem que não havia nenhuma intenção dela em parecer sexy em sua frente e isso era exatamente o que o atiçava, além do fato dela ser a primeira mulher que não se importava com ele e não jogava o cabelo para trás em uma cena cinegráfica para que ele pudesse aproveitar a vista. Ele estava achando uma boa diversão ter de procurar as cenas e encontra-las em movimentos que nunca imaginou que poderia encontrar alguma sensualidade.
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  — Como pode ter tanta certeza? — Ouviu a designer perguntar. %Zack% abriu um sorriso ainda mais convencido nos lábios e disse:
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  — Oras, hoje você estava sentada de frente para ela, a observando com um sorriso nos lábios e um brilho no olhar. Qualquer um que passasse por ali diria que você estava apaixonada pelo mar.
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  — Você anda me observando? — A incredulidade apareceu em vista.
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  — Já faz um tempo — ele disse, como se isso não fosse nada. Olhou para o mural de foto da colega de quarto de %Beatrice%. Ela era o estereotipo dos homens americanos. Uma gostosa. Uma gata. Uma boazuda. Uma garota de uma noite. Aquela que todos querem dizer que comeu, porque é um bom filé. Estava cansado de se relacionar com mulheres como aquela. A propósito, terminara com uma havia algumas semanas e outras dezenas apareceram para tentar pegar seu lugar.
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  — Ela foi para a casa de Ian por sua causa — %Beatrice%, ao reparar a atenção do jovem no mural, disse, de modo a tentar fazê-lo considerar esquecê-la e ir até à festa no Havaí. Isso mostrou que ela não sabia de nada sobre %Zachary% %Lieberman%.
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  — A maioria estão indo para lá por minha causa. — Ele virou o rosto para a estudante, que soltou o ar, descrente de tamanha segurança no tom de voz dele.
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  — Como pode ser tão modesto? — Ao perguntar, %Zack% levantou os ombros, insinuando não saber.
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  — Eles me fizeram ser assim. E isso não é modéstia. É realidade. Eu sou assim desde sempre.
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  “Talvez seja a educação americana. Eles sempre acham que são melhores.” %Beatrice% pensou, não querendo mais questioná-lo para não fazê-lo achar que ela está tendo algum tipo de interesse nele. Virou a cadeira de volta para sua mesa e abriu o caderno de desenhos. Toda vez que o abria, era a mesma coisa, passava longos minutos analisando os desenhos que fizera nas primeiras páginas, até chegar na folha branca. Por sorte, das últimas quinze folhas para frente, não teve vontade alguma de mudar qualquer peça, tecido ou cor, o que quer dizer que seu aperfeiçoamento estava dando certo. Isso era ótimo.
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  — Você não sente nada? — %Zachary% repentinamente perguntou atrás dela, enquanto a olhava trabalhar.
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  — Com relação a quê? — Sem desviar seu olhar, a garota respondeu.
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  — A mim. — Dessa vez, ele não precisou esperar sequer um segundo para obter a resposta, que achava errada:
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  — Não.
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  — Como consegue? Digo, resistir a mim?
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  — Você não faz meu tipo. Não gosto de egocêntricos. — %Beatrice% tirou um de seus lápis de cor do copo e passou a consertar o bolero que havia criado para a manequim. Ele já estava desbotando.
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  — Não sabia que você tinha um tipo.
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  — Todos temos tipos.
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  — É mesmo?
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  — É mesmo — ela finalizou, voltando ao silêncio. Trabalhava melhor quando não havia ruídos para distraí-la.
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  — Eu sacrifiquei o meu feriado para você.
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  — E eu não entendo o porquê, uma vez que nós não nos conhecemos.
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  Ela era impressionante. %Zack% não pode deixar de rir.
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  — Não é necessário uma prostituta e seu cliente se conhecerem para transarem, certo?
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  — Vou fingir que você não me comparou a uma prostituta, quando é bastante claro a diferença entre nós duas. — Virou a cadeira para ele, vendo o quão perto ele estava de si.
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  — Veja só quem finalmente decidiu me dar atenção... — ele brincou com um sorriso e ela abre um pequeno. Apoiou os braços na mesa atrás dela, vendo que mesmo com a pouca ou quase nada de maquiagem que possuía em seu rosto, a pele natural da garota era muito mais macia que bunda de neném. — Vamos dizer que você possui um charme que chama minha atenção. Me atrai para você.
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  — Você não é o único, acredite. — %Zack% não podia aguentar. Sentia seu membro pulsar a cada vez que a garota puxava o inglês em seu sotaque francês. Aquilo era simplesmente sexy. O sotaque dela era sexy. Francesas são sexys.
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  — Exatamente por isso que devo estar à frente de todos eles. Você sabe que eu sou muito melhor que os outros, não sabe?
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  — Não há outros. Assim como não há você também — ela tentou, em vão, se virar, mas não conseguiu por estar prensada entre a mesa e %Zachary%.
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  — Quer dizer que não se deixará enganar pelos outros e ficar apenas com o primeiro que investir em você?
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  — Se acha que é o primeiro, não se engane. — O empurrou, finalmente podendo lhe dar as costas novamente. Odiava ter de conversar durante seu processo de criação. As palavras atrapalhavam o raciocínio criativo.
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   %Zack% sorriu para as costas da garota. Ela era extremamente interessante e ao contrário das outras garotas com quem se atracava, quanto mais o tentava repelir, mais ele se interessava.
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  — Você é mesmo bem diferente.
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  — Espero que isso seja um elogio.
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  — Você tem amigos aqui?
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  — Não é da sua conta.
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  — Hm, não está a fim de ter um amigo? Do tipo, para todas as utilidades?
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  — Se você acha que sendo meu amigo, conseguirá possuir meu corpo, não tente se enganar %Zachary%, eu não transo com amigos.
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  — E você transa com quem? — Ele agachou perto do ouvido dela, fazendo-a parar de trabalhar novamente e virar sua cadeira para ele.
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  — Já passou pela sua cabeça eu ter feito um acordo com Deus e que isso fosse um anel de castidade? — Ela levantou o dedo da mão esquerda para ele, que sorriu e se afastou.
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  — Bem, se isso fosse realmente verdade, eu teria de fazer você pecar, ou desistir dessa besteira. Porém, não é, já que o anel da castidade é usado na mão direita, e não esquerda.
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   %Beatrice% não podia negar surpresa com a resposta do homem.
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  — Você já fez alguma garota que tinha essa promessa, quebrá-la? — Ouviu sua risada:
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  — Diversas.
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  — Você é mesmo um presente do Diabo.
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  Ele estava se divertindo com o modo como ela estava conduzindo a conversa. Estava gostando de vê-la tirar conclusões que ninguém jamais poderia tirar em apenas 3 encontros não planejados.
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  — Não sabia que era tão religiosa assim.
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  — Não sou.
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  — Então o seu plano de me fazer sentir culpado por quebrar tantas correntes da virgindade...
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  — Não cabe a mim culpar ou não — ela o cortou, voltando a olhar o desenho, agora com uma cara séria por ter estragado seu modelo de vestido que planejava usar na festa da melhor amiga na França. Guinévre disse que ela teria de usar laranja, pois estariam no verão e ela não gostaria de ver pessoas com cores escuras em sua festa na Riviera Francesa. Pagaria caro para colocar todas as pessoas de sua listas de convidado dentro daquele iate clube.
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  — Não deu certo? — Ele encarou o mesmo desenho atrás da garota em pé. Ela negou com a cabeça. — Talvez consiga uma nova inspiração em Newport.
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  Enfim %Zachary% disse algo que fazia sentido. Subitamente, a garota parou de tentar arrumar o desenho. Talvez ele tivesse razão, um novo lugar para olhar, novos rostos, novos ares era algo. Logo que encarou, pode vê-lo abrir um pequeno sorriso, como se já soubesse que ela estava começando a considerar o seu convite.
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  — Terei que pagar algo para ir?
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  — Terá que ser bem boazinha. — Ele sorriu malicioso.
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  "Você sabia que Gabrielle na verdade era uma prostituta, não é? Daquelas de elite." %Beatrice% se lembrou da amiga mais velha que trabalhava para uma revista de moda francesa e era contra a vida de Chanel. "As pessoas podem esquecer esse fato por Coco Chanel ser o que é agora, mas naquela época, ela não era nada mais que uma amante quebradora de relacionamentos que se aproveitava da fama de seus homens para divulgar suas próprias roupas em seu próprio corpo." %Beatrice% nunca achou que isso fosse verdade, afinal, Coco amou os dois. Quando se há amor, não há arrependimento. Mas a interpretação da amiga poderia funcionar agora.
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  Ela levantou o olhar para observar %Zack%; era atraente até. Abriu um pequeno sorriso, retribuindo o dele.
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  — Então, o que acha? — Ela ouviu a voz do homem atrás de si ao ver a paisagem que ele dispusera a lhe emprestar por durante as próximas duas semanas.
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  Ao contrário das pessoas normais, %Beatrice% não precisou esperar fila de embarque ou passar uma dor de cabeça para despachar suas malas. %Zachary% possuía um jato particular que estava pronto para leva-lo aonde ele bem quisesse. Assim, logo que ela concordou em acompanha-lo, ele fez um telefonema e tudo o que ela precisou fazer foi as malas e acompanha-lo até seu carro esportivo, que os levaram até o aeroporto. O voo não demorou mais que uma hora e ao desembarcar, um carro já aguardava para leva-los até a mansão no lado nobre de Newport Beach.
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  — Inspirador — ela se limitou a dizer, não querendo demonstrar o quão apaixonada estava por aquela paisagem. Dentro de sua cabeça ideias borbulhavam querendo ser expostas em seu caderno de desenhos, mas não pode pensar muito nisso.
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  — Sabe... — Ouviu-o sussurrar em seu ouvido. — O melhor de morar de pé com uma praia particular, é que podemos ir nela a qualquer hora do dia e não corremos o risco de sermos pegos por pessoas indesejáveis. — E então sentiu suas mãos se apoiarem em sua cintura.
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  — É mesmo — ela concordou. A praia realmente estava deserta. A casa mais próxima daquela mansão estava a metros e mais metros de distância. Qualquer pessoa que aparecesse na janela daquela distante mansão, não poderia ver nada senão um ponto na sacada do quarto de %Beatrice%. Havia muita privacidade.
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  Ao ver a garota hipnotizada pela vista e respondendo as suas perguntas sem se importar com sua segunda e terceira intenção, nem ignorar seu toque, %Zachary% sabia que poderia se aproveitar do momento.
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  — É virgem?
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  — Aparento ser?
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  — Definitivamente não.
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  — Ótimo. — Ela se afastou dele, voltando a entrar no quarto. Tão rápido chegou sua hipnose, se foi, deixando-o no vácuo.
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  — Você irá desenhar agora? — Ele levantou uma sobrancelha e ela então o olhou:
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  — Achei que quisesse ir à praia.
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  Ele mudou sua expressão para uma surpresa e enfim, sorriu malicioso. Olhou seu relógio de pulso:
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  — São duas e meia da manhã.
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  — Bom, eu disse que seria boazinha. — Pela primeira vez %Beatrice% sorriu maliciosamente e ele não pôde evitar gostar da sensação de finalmente estar sendo retribuído. Gostava do jogo de quem se importava menos, mas curtia ainda mais vê-la tentar atraí-lo para si. Não que precisasse se esforçar demais. %Zachary% não era nada orgulhoso quando se tratava de sensualidade e sexo.
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  Aproximou-se e pegou em sua mão, a puxando para o primeiro andar e pegando em um armário de madeira próximo à porta que dava para o jardim, uma enorme toalha bege para os dois terem onde deitar na areia.
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  — O quão particular ela é? — Olhou para os lados ao sair com o homem e ver as luzes das casas distantes acesas; apesar de terem uma distância bem considerável entre uma e outra, não podia evitar sentir certa insegurança. Talvez houvesse patrulhas noturnas que pudessem pegá-los ali.
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  — Particular o suficiente para saber que só eu venho aqui a essa hora. E não se preocupe, nada irá nos atrapalhar. — O tom de voz foi convincente o suficiente para fazê-la se acalmar.
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   %Beatrice% não o questionou mais, tampouco demonstrou desconforto na pouca privacidade que pareciam ter, mesmo estando no lugar mais privado depois da casa. Assim que chegaram em um ponto próximo da casa de %Zachary%, na areia, ela o viu retirar a própria camiseta, mostrando um corpo muito mais formado e trabalhado do que imaginava. Corpos assim dificilmente existiam na França. Com roupa, os franceses eram charmosos e bonitos, sem elas, grande parte das vezes a mulher se desiludia, vendo um corpo não tão cuidado quanto os americanos ou modelos da Abercombrie & Finch. Não pôde evitar encará-lo séria, perguntando se ali era o lugar apropriado para fazerem isso.
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  — Vamos lá, você sabia que íamos fazer isso aqui, não é? — ele disse, vendo-a encarar seus bíceps e tríceps.
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  — Claro — respondeu, retirando a própria roupa e a jogando em cima da toalha esticada pelo homem.
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   %Zachary% já desconfiava que a garota não usava sutiã, devido à falta da marca por debaixo da blusinha que trajava enquanto vinham para Newport. Aquilo o deixara cobiçado dentro do avião, mas não poderia se dar ao luxo de mostrar aos pais que comprara um jato para poder transar com mulheres lá dentro. Além disso, os pilotos e comissárias de bordo também atendiam aos pais e eles poderiam muito bem jogar algo que pudesse fazê-los retirar o jato de si. Apesar de estar em seu nome, haviam coisas que o pai ainda poderia tirar de suas mãos, e o automóvel era muito útil para ele.
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  Ao ver o tronco nu da garota, sentiu seu membro pulsar em baixo da jeans que trajava, mas decidiu que por ser a primeira vez e considerando as estatísticas dela querer lhe dar um fora caso fosse ruim demais, se conteve em apenas puxá-la para lhe beijar os lábios. E que beijo! Mesmo que os lábios da francesa não fossem carnudos como de algumas californianas, ela fazia um trabalho com a língua que o fazia querer senti-lo dentro de si. As mãos formigavam por seu corpo, deixando um rastro de tesão por onde passava; diferente de outras mulheres, as mãos de %Beatrice% não pararam no pescoço ou nos braços de %Zachary%. Ela não poderia estar perdendo sua virgindade, a não ser que tivesse praticado bastante com mulheres, o que não é o caso. Os dedos brincavam com a pele de %Lieberman% e a cada vez que descia, ela podia senti-lo respirar mais pesado, como se achasse que naquele momento, ela libertaria seu membro de dentro da calça que usava.
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  Durante um longo tempo, ela manteve-se focada em seus lábios. Brincou, mordiscou e o observou, com seus olhos bastante abertos, retribuir suas ações, agarrando sua bunda, cobrindo seus seios com as duas gigantes mãos. Ele então deixou-se em pé enquanto ela descia os beijos por seu queixo, pescoço e tronco. Agachou-se para desabotoar a jeans e não pode deixar de perceber o volume que formava dentro da calça. Aquilo, de uma forma óbvia, a deixou bastante excitada, podendo ser percebido através de seus mamilos. Enquanto descia lentamente o zíper, %Zack%, com seus longos braços, descia a mão até os seios da garota, brincando com eles e a fazendo se mexer, aprovando o toque.
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  Assim que ela desceu a calça e o retirou, %Zachary% chutou a roupa e olhou para a garota, que estava ajoelhada a sua frente, observando a cueca branca que já não conseguia mais suportar o tamanho do membro do homem dentro de si, esticando absurdamente.
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  — Anda — ele disse. Viu-a olhar para cima e ao abrir o sorriso, viu a mão de %Beatrice% subir até o membro, tocando-o por cima da cueca. %Zack% soltou um grunhido inclinou a cabeça para trás sentindo o início da massagem. Durante alguns segundos, a garota massageou lentamente o membro, fazendo-o dizer palavras desconexas que não pode entender por ser próximo de um murmúrio. Até que então decidiu esquentar ainda mais as coisas. Lentamente, desceu o pano que a separava de seu membro. A cueca foi parar longe e %Zachary% não pode explicar o que era aquela sensação que ela o fazia ter enquanto tocava delicadamente a cabeça do membro. Fechou os olhos e sorriu logo que a outra mão se dirigiu às suas bolas. Aquilo sim era uma massagem, não o que chamaram de massagem sexual na semana retrasada, enquanto estavam em Malibu numa festa micareta da faculdade. Durante o processo da massagem, %Beatrice% provocava %Zack% passando a língua em pequenas partes do membro, fazendo-o grunhir em reclamação. — Ande logo — ele murmurou depois de um tempo. Não demorou quase nada até sentir a língua de %Beatrice% percorrer toda sua extensão. — Assim...
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  Quando a boca cobriu o membro e ele pode sentir as paredes da boca quente acariciar seu membro, ele estremeceu de prazer. A língua, tão bem quanto fazia o trabalho no beijo, ali em baixo era excepcional. Ela poderia ser milionária apenas fazendo um boquete em homens que procuram prazer. Aquela sensação era inacreditável. Os choques que recebia quando ela pegava em seu ponto ‘Z’ era esmagador. A velocidade era outro fator que o incomodava. Ela estava sensual demais. Por alguns segundos, desejou um sexo rápido e ardente, mas não pôde negar estar aproveitando a lentidão com que a língua passeava pelo membro, ou em suas bolas.
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  Ela não sabia há quanto tempo estava fazendo aquilo, mas sua boca começava a doer por não fechar. %Zack% era enorme e ela chegava a senti-lo em sua garganta. Quando achava que teria de dar um jeito para fazê-lo querer parar, ele começou a aumentar a velocidade com que o membro entrava e saía de sua boca, como se estivesse apressado por querer gozar. Assim que sentiu o líquido grosso em sua boca, ouviu-o mandar engolir, e assim o fez. Com uma mão apenas, a puxou de volta a ficar em pé e a beijou, sentindo seu próprio gosto nela.
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  Lentamente, a fez se deitar na toalha branca estirada em cima da areia e retirou a parte inferior da lingerie da garota, tocando em sua virgindade já molhada. Ao vê-la inspirar fortemente o ar, abriu um pequeno sorriso, deitando-se inclinado em cima dela e beijando seus lábios pouco antes de penetrar dois dedos de uma vez no sexo da garota. O ato a fez arquear e revirar os olhos, mas não gemer. Ele variava a velocidade e a via fechar os olhos e ficar com a boca entreaberta, aproveitando a sessão e sentindo os lábios do homem chuparem seus seios enquanto os dedos trabalhavam lá em baixo. Ele sabia que ela estava gostando; podia saber pelas mãos que lhe puxavam os cabelos e as unhas que lhes arranhavam o braço, mas ela não gemia e isso, de alguma forma, o perturbava.
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  — Gema — ordenou. Assim que mandou, a viu abrir os olhos. %Beatrice% se deparou com uma expressão séria no rosto de %Zack%. — Vamos lá. Mostre-me que está gostando.
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  — Eu não gosto de gemer. O som é repugnante — ela disse e o sentiu penetrar os dedos, ainda mais forte, fazendo-a suspirar.
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  — Não importa — ele disse. — Eu quero ouvir. Gema.
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  Sem outra escolha, %Beatrice% voltou a fechar os olhos e começou a gemer da maneira que conseguia. Era insuportável ter de ouvir a própria voz enquanto sentia prazer. Gostava do som do movimento sexual, gostava do som da respiração acelerada, gostava de poder ouvir o som das ondas se quebrarem enquanto tinha espasmos. E agora %Zack% havia acabado com todo o prazer que sentia apenas porque ele queria ouvi-la gemer.
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  Depois de um tempo trabalhando com os dedos dentro de %Beatrice%, %Zachary% já estava em pé novamente com seu membro pronto para a ação. A camisinha, preparada para cobrir o pênis do homem, foi posicionada corretamente e então, antes de penetrá-la, ele voltou com os dedos para dentro da virgindade da garota. Aumentou a velocidade e apenas parou quando sentiu que ela estava para ter um espasmo. Ouviu um gemido de reclamação quando não retornou os dedos para dentro dela, mas tão logo quanto saiu, seu membro pegou o lugar dos dedos, a fazendo soltar um gemido alto de prazer.
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  — Isso — ele disse sorrindo, aprovando o som. O som o estimulava. A cada investida que fazia para dentro de %Beatrice%, o som vinha e ele tinha mais vontade de fazê-la gritar. Alternava o movimento em cima dela de modo a fazê-la gemer cada vez mais. De vez em quando, sentia que ela se esquecia de soltar o som e sempre lhe dizia: — Anda, mais, %Beatrice%.
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  Ela apenas lhe fazia o que era pedido. Seu corpo se movimentava para cima e para baixo, a boca soltava o gemido da maneira que conseguia, porém, ao contrário de antes, agora já não sentia mais prazer nenhum. Sentia os toques dos lábios dele nos seus e suas mãos brincando com seus mamilos. Mesmo assim, não sentia o prazer do sexo. Ficaram horas transando. Horas, até o dia amanhecer e ambos seguirem para dentro de casa, onde %Zachary% insistiu em continuar dentro do banho.
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  Assim que saíram, %Beatrice% se jogou na cama e sem perceber, adormeceu até o meio-dia do dia seguinte.
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