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História NÃO RECOMENDADA PARA MENORES ou PESSOAS SENSÍVEIS.

Esta história pode conter descrições (explícitas) de sexo, violência; palavras de baixo calão, linguagem imprópria. PODE CONTER GATILHOS

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Chanel

Escrita porNatashia Kitamura
Revisada por Natashia Kitamura

Capítulo 24

Tempo estimado de leitura: 14 minutos

  Durante duas semanas, o novo status de relacionamento de %Beatrice% e %Zachary% estava dando certo. O casal andava de mãos dadas e se tratavam como um verdadeiro casal apaixonado. Ele a levava para fazer compras e ela não se importava em tê-lo ao seu lado. Assim como era com Aurelian quando o amava. De vez em quando, olhava para %Zack% e via a ele. Durante a noite, eles dividiam uma cama. Durante o dia, ele a acompanhava. Quando ela pedia por tempo para desenhar, ele a respeitava. Estavam agindo como verdadeiros namorados.
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  Depois de três semanas, ele a surpreendera com um ateliê inteiro só para ela. Onde era a casa da piscina, se tornou o canto de %Beatrice%. Com a vista para a praia que ela tanto gostava, com a sala de revelação das fotos que ela se inspirava, com a mesa de desenhos, a máquina de costura e os manequins, além de estoques e mais estoques de todo o material que ela necessitava para trabalhar. Recebeu um telefonema do próprio Karl sobre os desenhos que ela enviou dias atrás, mais alguns extras para uma moda infanto-juvenil e recebeu muitos elogios e pedidos para mudanças de alguns modelos, estes que %Beatrice% fizera com o maior prazer e agilidade.
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  Durante um mês, nenhum dos dois tivera problema algum. Até %Zachary% viajar para Nova Iorque. Foi questão de uma noite fora de casa. Uma noite.
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  " %Lieberman% is back!
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  Aparentemente, %Zachary% anunciou estar solteiro. Deixando a agora ex-namorada fashionista %Beatrice% em Santa Mônica, a primeira atitude que o famoso milionário filho do prefeito de Santa Mônica tomou, foi comparecer ao lugar certo “afogar suas mágoas”. E muito bem feito! %Zachary% fora visto na Seven, boate mais badalada e repleta de gente bonita em Nova Iorque acompanhado de duas garotas tão bonitas quanto a ex. Nós sempre soubemos que ele era um garanhão! Políticos sabem bem como se virar!"
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  Ela achava que não fosse sentir aquele sentimento novamente nunca mais. Aquela dor no estômago e as lágrimas se juntaram todas em seus olhos, caindo juntas e encharcando todo seu rosto. Por que fora idiota o suficiente para acreditar nele? Por que não enxergara a verdade? Por que se baseava no presente e acreditava que o futuro pudesse continuar daquela maneira? Por que era tão fraca e ingênua?
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  A praia estava escura, pois o sol já havia desaparecido. Ela não havia falado com %Zachary% e nem atendido ao telefonema dele. No singular. Em três dias fora, ele apenas ligara uma vez. Enviou um recado pela empregada dizendo que teria de ficar por mais alguns dias, mas que não tardaria a voltar para ela.
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  Ele era um idiota. Um imbecil. E ela era ainda mais por ter um dia acreditado nele.
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  Sentou-se na areia e abraçou as pernas. Odiava esse sentimento que casou a perda de toda a inspiração para seus desenhos. Sua sorte era que já havia enviado todos e estava apenas preparando mais alguns para a precaução de Karl recusar algum já enviado a ele.
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  Sentiu uma presença ao seu lado e ao olhar, lá estava Aurelian. Fechou os olhos. Tudo o que menos precisava depois de %Zachary%, era Aurelian. Não queria nenhum homem perto de si. Pelo menos não os que lhe machucavam.
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  - Vamos voltar para Paris. - ele disse calmo.
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  - Me deixe em paz.
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  - %Beatrice%, você ainda não aprendeu a lição?
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  - Por que acha que isso aconteceria? Se eu fosse para algum lugar, não seria para onde você estivesse, Aurelian! - ela diz sem paciência. Ele olhava para o horizonte e fumava sua Gauloise, que ela pegara bruscamente e dera uma longa tragada. Fazia um mês que não fumava, a pedido de %Lieberman%. Precisava de nicotina em seus pulmões. Precisava especificamente daquela nicotina.
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  - Por que você me odeia tanto?
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  - Por que você continua insistindo? - ela diz o encarando incrédula. - Você me TRAIU. Você me USOU. Você me ENGANOU. Você me TROCOU. Você me MANDOU EMBORA! Ninguém que ama merece receber isso! E você ainda age como se tudo estivesse certo!
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  - Eu posso fazer dar certo.
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  - Certo. Como sempre fizera com todas as mulheres em sua vida.
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  - %Beatrice%, eu estou há meses nesse país horrível por causa de você. Isso não demonstra nada do que eu sinto por você?
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  - Isso não justifica nada do que me fez passar no passado.
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  - Eu te descobri, %Beatrice%. Te ajudei...
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  - E você sempre jogou isso em minha cara! Eu cresci, Aurelian! Eu me tornei independente! Lide com isso! Aceite! - ela se levantou e tacou o cigarro nele, caminhando de volta para a mansão. É segurada por Aurelian, que puxou-a bruscamente para ele e a beijou, sendo rapidamente empurrado para longe. - Você está maluco?
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  - Prove que não me ama. Se você não me ama, prove. E eu irei embora.
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  Ela dá um passo para trás assustada. Aurelian nunca havia falado em ir embora dessa maneira. Em deixá-la sozinha. Mas ela não o amava mais. Ela amava o imbecil do %Zachary%, que recentemente quebrou seu coração exatamente como Aurelian fez.
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  - Você me ama, não é? E você amou aquele americano porque ele se parece comigo. Você quis colocar alguém em meu lugar, mas não conseguiu. - ele disse. - Aceite, %Beatrice%. Você me quer. E eu quero você. - ele dá um passo para mais perto dela e ela dá um passo para trás.
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  - Por que você faz isso quando eu estou confusa? Porque você sabe que eu sou fraca... - ela coloca as mãos na cabeça e olha para o chão. As lágrimas voltam a cair e ela ajoelha na areia. - Me deixa em paz, eu não quero mais saber de ninguém...
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  - Eu estou aqui para você, %Beatrice%. - ele a abraça, de modo que ela chorava encharcando sua camiseta. - Chore em mim, se apoie em mim. Fique comigo. Volte para Paris comigo.
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  - Por que você sempre me deixa ir embora? - ela pergunta chorosa.
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  - Porque eu sei que você vai voltar. - ele responde e ela se cala. - Quer saber por que não fui embora daqui até agora? - segura o rosto de %Beatrice%, a fazendo olhar para ele. Ela assente. - Porque sei que não irá voltar para mim se eu for.
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  - Por que simplesmente não fica com Fleur?
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  - Porque não é ela quem cuida de mim e me quer bem. Ninguém quer ficar com alguém que não lhe quer bem.
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  - Você não me quer bem. Nunca quis. - ela diz ingenuamente. - Só me faz chorar.
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  - Não sou bom com demonstrações de afetos, você sabe. - ele diz com sua voz grossa, mas um tom de riso, como se achasse engraçado o fato dela ainda não conhecê-lo tão bem. - Mas você sabe ler meus olhos melhor do que ninguém, não é?
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   %Beatrice% levantou o rosto e olhou para a máquina de sentimentos de Aurelian; Seus olhos. O sorriso nos lábios dele e o brilho do olhar.
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  Em um impulso, ela o beijou. E tudo foi exatamente como ela sabia que fosse ser se estivesse nos braços do francês. Ela seria dele.
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  Os empregados estavam de folga a pedido de %Beatrice% para %Zachary% antes que ele fosse viajar, portanto, ninguém a questionaria se a visse entrando de mãos dadas com Aurelian.
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  Subiram até seu quarto e assim que ele empurrou a porta com o pé, encostou seus lábios nos dela. As roupas agilmente retiradas e jogadas ao chão, Aurelian sabia os tipos de vestimenta que %Beatrice% usava. Ele sabia onde seus toques surtiam efeito, sabia onde deveria beijar, acariciar. Sabia enlouquecê-la.
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  Ela olhava em seus olhos enquanto ele a penetrava lentamente, como sempre fazia quando queria provocá-la. Gentilmente se movimentava para dentro e fora dela. Ela gemia baixo:
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  - Por que faz esse barulho horrível? - ele pergunta e ela olha para o lado: - Ele te fez fazer isso?
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  - Talvez. - ela responde.
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  - Então pare.
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  Se sentia vulnerável. Era assim sempre que fazia sexo com Aurelian. Ele sempre tinha o controle da situação, mas nunca exigiu. Se ela quisesse tomar o controle, ele deixaria sem reclamar. Mas %Beatrice% gostava de ser controlada por Aurelian. Ao contrário de %Zachary%, ela gostava de estar por baixo de Aurelian e de deixá-lo fazer o que quisesse fazer com ela.
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  - Vamos acabar com isso. - ele diz beijando seus lábios de modo que ela apenas podia suspirar. Sentiu o membro de Aurelian aumentar a velocidade e suspirava ainda mais fortemente. Não se lembrou do quão bom era tê-lo para si. Estava com tanto ódio de %Zachary% que o tesão vindo de Aurelian era bem-vindo.
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  Nada senão o barulho de suas virgindades se fundindo era ouvido.
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  - Pare... - ela pedia, e ele, como a conhecia, aumentava a velocidade, fazendo-a arcar seu corpo de modo que ele baixou o rosto para beijar seus seios. - Eu quero aquela posição. - ela diz ofegante e ele, sem reclamar, a puxou e se retirou de dentro dela de modo com que ela pudesse se mexer.
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   %Beatrice% ficou de costas para Aurelian e apoiou as mãos na cabeceira, tendo-o atrás de si, penetrando. Gostava quando ele ficava por detrás dela. Se sentia protegida pelo corpo dele por ele ser muito mais alto que ela. Ela levava a mão para trás, encostando na nuca de Aurelian e então inclinando o rosto para beijá-lo. Uma das mãos dele se dirigiu até seus seios, também para se apoiar nela, enquanto isso, a outra brincava com o clitóris da mulher, que gemia palavras desconexas enquanto o beijava.
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  - Mais... - ela pedia e ele mais lhe dava. - Eu preciso gemer.
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  - Por quê?
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  - É um modo de... Soltar todo o prazer.
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  - Ele lhe disse isso?
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  - Eu senti. - ela disse enquanto o sentia por seus lábios em seu pescoço. Era demais para ela. Aurelian era o único que conseguia mexer com sua virgindade, seios e lábios sem se perder.
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  - Tudo bem. Mas então espere eu chegar lá. - ele diz aumentando ainda mais as estocadas, a fazendo arquear ainda mais e pedir para que parasse. - Grite para mim, mon'ange.
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  - Aurelian... - ela dizia repetidamente, enquanto se apoiava na cabeceira. Ele ia mais e mais rápido, até que se afastou dela e %Beatrice% sabia que era hora de gritar. Ele a deitou rapidamente na cama e a penetrou sem medo e com força, a fazendo agarrar o lençol em prazer. Gritava para que parasse e ele, contraditório, ia mais e mais rápido.
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  Como sempre, ele a esperava chegar em seu ápice para que gozasse junto dela. E, como sempre, ele a penetrara ainda um pouco mais, de modo que ela gritasse em dor.
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  - Aguente... Você tem sido uma má garota, mon'ange. - ele diz vermelho, a vendo se contorcer na cama.
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   %Beatrice% não aguentava tanta força, gritava para que parasse, mas tudo o que ele fazia era aumentar ainda mais as estocadas. Depois de alguns segundos, sentiu o corpo se acostumar e relaxar.
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  Aurelian fizera aquilo cinco vezes aquela noite. Pararam apenas quando viram o sol tomar conta de todo o quarto.
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  Durante três dias %Beatrice% se manteve trancada dentro do quarto, sozinha. A pedido dela, Aurelian a deixou em casa. Disse que ficaria na América por mais uma semana, tempo para ela se decidir se voltaria com ele para Paris ou não.
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  Olhou para o céu afora e pergunta a si mesma se um dia sentiria falta daquele lugar. A resposta era óbvia, ela sempre sentia falta das paisagens. Para ela, eram as pessoas quem estragavam tudo.
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  Ouviu duas batidas na porta e mesmo sem responder, sentiu o cheiro de %Zachary% adentrar em seu quarto e a abraçar, depositando um beijo no dorso de seu pescoço.
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  - Sentiu minha falta? - sua voz saíra melosa e ao mesmo tempo rouca.
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  - Não. - ao contrário do homem, %Beatrice% saíra até seca demais.
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  Imediatamente ao ouvir o tom da garota %Zack% se afastou e observou suas costas. Havia ouvido direito? %Beatrice% estava falando sério? Ou estava brincando? Foi apenas uma semana e meia, não é possível que uma pessoa que demorasse meses para se apaixonar, desapaixonasse em uma semana e meia.
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  - Eu não sou tão masoquista quanto você acha. - ele se expressa da maneira que encontrou, de modo que não a ofendesse. Não houve uma resposta imediata.
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  - Eu vi o noticiário. - ela diz.
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  - E o que tem nele?
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  - Você. - ela vira seu rosto para encará-lo. %Zack% dá um passo para trás. Ele conhecia bem aquela expressão. E não foi a expressão que ele deixou para trás há onze dias.
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