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História NÃO RECOMENDADA PARA MENORES ou PESSOAS SENSÍVEIS.

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chaconne

Escrita porLiv
Revisada por Lelen

Capítulo 3 • flor da morte

Tempo estimado de leitura: 20 minutos

  Se passaram duas semanas desde que %Dokyeom% recebeu alta do hospital e se mudou para a grande mansão dos %Vatore%, que mais parecia uma espécie de castelo moderno. Ainda que tivesse um mapa do local, o rapaz se perdia incontáveis vezes, agradecendo aos outros moradores por serem simpáticos o bastante para lhe mostrarem o caminho. Até os que eram mais reclusos o ajudavam, e %DK% se sentia verdadeiramente acolhido, já que lidar com um recém transformado não devia ser fácil.
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  Apesar da sede incansável, a adaptação de %Seokmin% estava melhor do que esperava, e algumas mudanças físicas já eram notáveis, como o aumento de força ou a coloração dos seus olhos. Aparentemente, de acordo com Cain, o fato dele ter sido mordido por %Lysandra% era a razão pela qual a sua adaptação ocorria gradativamente, e um exemplo era que ao invés de suas íris mudarem completamente de cor, elas mesclavam o vermelho com o castanho.
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  Por mais fora da curva que o seu caso fosse, o médico lhe assegurou que não tinha nenhum problema com %Seokmin%, solicitando apenas que ele continuasse com os seus exames rotineiros para garantirem que nenhuma sequela do acidente o atrapalharia. %Lee% achava engraçado o fato de ter virado um ser sobrenatural e – tecnicamente – imortal, e ainda assim ter que se preocupar com machucados que mais pareciam arranhões inofensivos.
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  Para comemorar a sua chegada, a família – que consistia em muitos integrantes – decidiu em dar uma festa, para também ajudar o rapaz a se enturmar com o restante dos familiares. %DK% não se incomodava em ter uma nova família ou de ser chamado de irmão ou filho; felizmente, a questão com os %Lee% não o deixou com traumas e ele gostava de finalmente ter uma grande família como sempre sonhou – só não imaginava que seria tão grande.
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  Os preparativos estavam a todo vapor e com o local bastante agitado, mal teve tempo para conversar com %Lys%, o que era até estranho, já que durante esses quatorze dias, viveram grudados. Pelo visto, só conseguiria falar com ela na festa, então se deu por vencido e foi para a cozinha, a fim de ajudar no que precisassem.
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🌙

  O relógio marcava dez horas quando todos já estavam reunidos nos fundos da mansão, festejando como se não houvesse amanhã. Havia bastante bebida, comida e pessoas diferentes que não faziam parte do clã, ou seja, humanos. %Dokyeom% até pensou em convidar %Lizzie%, mas descartou a ideia no segundo seguinte, sabendo que não seria a melhor das ideias. Juntá-la no meio dos indivíduos que ela tanto odiava, mesmo sem saber, só poderia resultar no pior, e definitivamente não queria arruinar a paz e a festa da sua nova família.
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  Felizmente, o tempo que ficava com %Lysandra% o fazia esquecer da sua culpa e de %Lizzie%, apesar de sentir que uma hora ou outra a cobrança viria. A sua ex lhe mandava mensagens ocasionalmente, perguntando como ele estava e se %Seokmin% iria na reunião dos amigos no final do mês. O rapaz tinha plena noção de que aquelas mensagens eram a forma de %Elizabeth% dizer que queria vê-lo, e independente de estarem longe, a sensação de que possuía algo que os impediam de cortar os laços definitivamente o perseguia desde o dia do acidente.
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  Talvez fosse isso. A culpa pelo acidente ou o fato de ainda terem dependência um no outro.
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  Mas, lá no fundo, a verdade é que %Lee% %Seokmin% se sentia culpado por não querer mais ter contato com %Lizzie%, e isso o fazia sentir como se fosse errado desejar a tranquilidade que tinha com %Lys%.
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  — Se importa se eu me juntar a você, filho?
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  A figura alta de Beatrice %Vatore% surgiu na sua frente, com um sorriso cordial, dois copos em sua mão e uma garrafa de bebida. Ela ofereceu para %DK%, que logo aceitou e abriu espaço para a mulher sentar, vendo-a se acomodar sem delongas. A matriarca da família foi a primeira a lhe receber ao chegar na mansão, extremamente simpática e carismática, fazendo questão de deixar %Dokyeom% à vontade.
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  Eles não conseguiram conversar muito por conta dos afazeres, mas o que Cain havia falado era verdade: %Lee% é um dos funcionários de Beatrice. Na verdade, %Seokmin% é um tradutor de jogos freelancer e que, coincidentemente, sempre é contratado pela empresa da mulher, e quando estava hospitalizado, Beatrice, através de Cain, ficou sabendo de toda a história e se prontificou a ajudar. Não só por ele ser o mais novo membro do Clã, mas por conhecê-lo antes disso.
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  — Gostando da festa? — perguntou ao bebericar o vinho, degustando o sabor.
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  — Sim, todos são bem divertidos. — Sorriu pequeno ao olhar para o público. — Uma pena que não pude conhecer o Blake.
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  — Era para ele estar aqui hoje — revirou os olhos sem muita paciência —, mas o outro pai de vocês está sempre viajando a trabalho.
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  Não foi uma surpresa saber que os pais do clã eram um trisal, e era sempre engraçado escutar todos falando sobre Blake, pois o homem parecia ser o mais aventureiro e desapegado, o que resultava nas inúmeras histórias mirabolantes que os demais lhe contavam.
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  — Não é difícil? — %DK% abraçou as pernas, deitando a cabeça nos joelhos de modo que o seu rosto ficou virado para Beatrice. — Administrar uma empresa, um clã, um relacionamento.
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  — Quando se tem mais de trezentos anos na conta, você aprende uma coisa aqui ou ali. — A matriarca sorriu travessa, rindo com a expressão de %Seokmin%. — Para mim, é mais fácil administrar todos os meus filhos do que a empresa, sinceramente. Lidar com clientes é um porre.
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  — Concordo. — Ambos gargalharam com a afirmação. Mais do que ninguém, %Lee% já tinha tido tanta dor de cabeça ao lidar com o público que entendia %Vatore% muito bem.
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  — Mas chega de falar de trabalho. Estou na minha folga e curtindo a festa de boas-vindas para o meu novo filho, e esse filho em questão não parece estar aproveitando tanto assim. — Beatrice o olhou com os olhos semicerrados, tendo a confirmação de suas suspeitas ao observar %Dokyeom% mais de perto. Ela não esperava que ele estivesse dançando e se acabando até o sol raiar, porém, não imaginava que o rapaz passaria a maior parte do tempo sentado sozinho.
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  — Posso perguntar uma coisa? — A mulher assentiu. — Como vocês lidam com a rejeição?
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  — Em qual sentido?
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  — Das pessoas não gostarem de vocês, te chamarem de monstro.
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  — Todas as pessoas têm o direito de não gostarem de algo, só que o respeito precisa existir para que as relações possam continuar. Dito isso — a mais velha virou toda a sua taça goela abaixo —, elas não têm o direito de serem preconceituosas e filhas da puta, então, que todas vão pro inferno.
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  %DK% ficou levemente surpreso com a resposta, contudo, sentiu o seu coração se aquecer. A fala de %Lizzie% em seu sonho ainda o assombrava, e por mais que não quisesse acreditar, ele sabia que se a garota soubesse da verdade, o seu tratamento mudaria na hora.
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  — Tem uma pessoa na minha vida que odeia seres sobrenaturais — o homem desviou o olhar, com um sorriso triste —, e eu sei que se eu falasse que sou um e que eles são reais, e que eu estou me acostumando muito bem com essa vida, eu não sei o que aconteceria. Provavelmente toda a nossa história não valeria de nada.
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  — Então você foi chamado de monstro. — Beatrice encheu as taças novamente, acendendo um cigarro em seguida. — Acho que a questão aqui é se você quer ou não manter essa pessoa por perto, certo? Na minha opinião, por que manter alguém na minha longa vida que não respeita a minha existência, quando eu simplesmente posso mandá-la ir se foder com o seu preconceito? Mas, isso sou eu de fora, é claro que você tem suas razões para se sentir assim. Só acho válido reavaliar esses motivos, sabe. Já vivi bastante em prol da culpa e achando que eu merecia menos por causa disso e, na verdade, nem culpa eu tinha — %Vatore% sorriu marotamente ao se lembrar do passado —, no entanto, aprendi com o tempo e com pessoas maravilhosas — ela poderia não dizer, mas %Seokmin% sabia que a mulher falava dos seus esposos —, que se o problema não depende só de mim, não tem muito o que eu possa fazer. O importante é você fazer a sua parte e respeitar o outro, todavia, acima de tudo, se respeitar. Por que continuar em uma situação que não lhe faz bem só por conta de alguém que não te deixa ir?
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  %Dokyeom% respirou fundo, contendo as lágrimas que queriam cair; escutar essa fala o fez refletir sobre os últimos acontecimentos, além de repensar nos motivos que o levavam a manter %Elizabeth% Lambert em sua vida. Não é nem um pouco fácil abrir mão do que viveu com %Lizzie%, e isso era um dos motivos que o fazia se sentir culpado. É como se toda aquela despedida dos dois fosse só uma fachada ou uma cena de algum filme onde os dois personagens eram maduros o suficiente para seguirem em frente, quando na realidade, não passavam de uma farsa. É óbvio que os dois precisavam se afastar totalmente, contudo, ainda é difícil por mais de sete anos para trás.
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  — Você não precisa pensar nisso agora. Eu odiaria que um dos meus perdesse a sua própria festa por culpa de uma humana que nem está aqui. — Beatrice colocou a mão por cima da dele, o confortando. — Agora é a minha vez de te fazer uma pergunta: e se fosse %Lysandra% te chamando de monstro?
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  %Seokmin% foi pego desprevenido. Como a outra também era uma vampira, nunca passou pela mente dele que ela poderia chamá-lo de monstro, entretanto, essa pergunta o fez pensar. Definitivamente, os momentos que teve com %Lys% durante essas duas semanas o deixavam em uma tranquilidade sem igual, e mesmo conhecendo-a aos poucos e vendo o seu jeito de agir, não o incomodaria o fato dela chamá-lo de monstro.
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  Havia algo lá no fundo de %Lee% que tinha a certeza de que %Lysandra% nunca o chamaria assim, e se chamasse, ele realmente não ligaria.
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  — O seu rosto já diz tudo, querido. — %Vatore% soltou um risinho, fazendo com que %DK% ficasse mais sem graça.
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  — Hum... — Ele coçou a nuca. — Eu não a vi o dia inteiro.
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  — Imaginei. Ela não te contou nada, né?
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  — Bem, acho que não?
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  — Típica %Lysandra% %Vatore%, ela teve a quem puxar. — A matriarca rolou os olhos. — Você deve ter percebido que por mais que consideremos todos como nossos filhos, não necessariamente todos são como irmãos.
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  — Que nem os Cullen, né?
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  — Isso. — A mulher riu, pensando como Cain deveria estar feliz por ter mais alguém para falar sobre o filme. — Basicamente, há casais na mansão, e também temos casais compostos por vampiros, humanos e outros seres sobrenaturais. Sempre que recebemos um novo membro no clã, vulgo, um recém-transformado, celebramos a vinda com uma festa e com danças, como se fosse um ritual de boas-vindas. Mas, isso muda um pouquinho quando o recém-transformado em questão é transformado por um de nossos filhos. E muda mais ainda quando a filha em questão é a %Lysandra%.
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  — Por quê? — %Seokmin% estava extremamente curioso e fascinado por saber mais da mulher.
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  — Você nunca se questionou a razão do toque de %Lysandra% ser quente, quando era para ser gélido, como o resto de nós? — %DK% negou. — Nós não sabemos o seu passado, mas há uma lenda entre os vampiros que a cada quinhentos anos, uma flor da morte nasce no nosso meio.
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  — Flor da morte?
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  — Muitos creem que a flor da morte simboliza a morte em si, no entanto, vai além do seu nome. Tem aqueles que deixam as flores nos túmulos de seus entes queridos como homenagem, e para nós, seres que estão mortos e ao mesmo tempo vivos, simboliza o meio termo entre os dois extremos. A existência de %Lysandra% é única, e somente ela possui o calor que um humano tem, além de ser a ponte entre as duas fases da vida. Só que, como todo “milagre” tem as suas condições, as flores da morte só podem ser prometidas à uma pessoa. Não é como se fossem impedidas de se relacionarem com outras, mas elas simplesmente não têm o interesse se não for aquela que faz o seu coração bater mais rápido. Talvez %Lys% pare de falar comigo por alguns séculos, porém, creio que o motivo dela ter te evitado o dia inteiro — %DK% se sentiu levemente chateado por saber que a garota o evitou por querer, e não por falta de tempo —, é por estar se preparando para a dança. Em todas as festas de boas-vindas há diversas danças, mas no caso da flor da morte, elas nascem com uma dança também única, chamada chaconne, que só pertencem a elas. Eu não sei o que levou %Lysandra% a te ajudar, contudo, você é a primeira pessoa que ela trouxe para casa.
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  %Dokyeom% não tinha ideia do que fazer com tanta informação, a não ser tentar digerir gradativamente enquanto compreendia a fala de Beatrice. A mais velha o olhou com ternura, se despedindo dele assim que Cain surgiu na multidão, acenando para si. %DK% chegou à conclusão de que precisava começar a estudar bem mais sobre vampiros, visto que ter se tornado um não o faria o melhor conhecedor do mundo vampírico.
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🌙

  Meia hora depois, %Lee% decidiu curtir um pouco, bebendo mais vinho e conversando com os membros do clã. Não havia nenhum sinal de %Lysandra%, todavia, uma comoção se iniciou no meio do local, mostrando a garota no centro. A cor de seu cabelo mudara para branco, e as suas roupas se assemelhavam a vestimentas de dança do ventre, em uma bela combinação de vermelho com preto. Todos pararam para observá-la com certa curiosidade, e quando a melodia soou, %Seokmin% possuía a certeza de que conhecia aquela música.
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  %Lysandra% começou a dançar, deixando que seu corpo seguisse as batidas com leveza, como se tudo fosse feito para ela e somente ela. A precisão de cada movimento era uma das coisas mais lindas que %Dokyeom% já pôde assistir e, conforme %Lys% dançava, ele se viu preso em seus passos, como se estivesse hipnotizado. Então, percebeu que a dança era a mesma que viu quando estava preso em seu sonho e, a partir desse momento, teve a certeza de que além de dançar pra si, Sol dançava para ele e somente ele.
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  Os convidados se encontravam boquiabertos com tamanha beleza; os familiares, impressionados por presenciarem a lenda diante de si; já %Lee% %Seokmin%, que estava tão vidrado na flor da morte, nem percebeu que a mesma se aproximou o bastante para tocar a sua mão e trazê-lo para si, o embalando na sua dança.
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  Por mais que não conhecesse a dança por completo, %DK% deixou ser guiado por %Lysandra%, sendo surpreendido pelo seu próprio corpo que seguia os passos como se dançasse essa dança há séculos. Os dois se tornaram um só, embriagados pelo laço que os conectava, entregando um espetáculo que só poderia ser visto novamente daqui quinhentos anos ou mais.
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  Após os aplausos, mais membros da família se juntaram para dançar, e %Lys% puxou %Dokyeom% até saírem da multidão, o levando para as catacumbas. Apesar da mansão ser enorme, o espaço debaixo do solo era habitado por vários que preferiam algo mais calmo, e para a surpresa de %Lee%, o espaço parecia uma extensão da residência, com diversos quartos.
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  A mulher abriu a porta, puxando %DK% para dentro e a trancou, sorrindo. Sua família era grande demais e inconveniente quando queria, e não seria ela que daria mole para os seus parentes entrarem no seu quarto.
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  — Você é linda.
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  %Vatore% riu, cruzando os braços em seguida. A garota sabia muito bem disso, porém, escutar essas palavras saírem da boca de %Dokyeom% possuía um efeito diferente.
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  — Acho que não preciso explicar quem eu sou, Beatrice fez o favor, né? — Nem se %DK% quisesse esconder esse fato conseguiria. — Não sei se você esqueceu, mas nós meio que compartilhamos sentimentos e emoções?
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  — Também lemos mentes?
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  — Só se quisermos — %Lysandra% sorriu divertida, pegando uma bebida de seu baú —, só que como não temos nenhum relacionamento, ainda não é possível.
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  — Ainda? — Ele tomou uma bela golada do álcool, sem saber qual era.
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  — Só depende de você — falou prontamente. — Não estou te pressionando ou quero que se sinta obrigado a ter algo comigo por ter ouvido as condições da minha existência. O importante é que continue sendo saudável. O fato de você continuar sendo o meu sol ou de eu ter curiosidade sobre como funciona a devoção que humanos sentem não vão mudar, independente de estarmos juntos. Você é livre para fazer o que quiser e viver a vida do jeito que preferir, %Dokyeom%.
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  — Ser livre, certo? — Ele se sentou ao lado de %Lys%, tão próximo que seus ombros tocaram, causando um arrepio pelo seu corpo. — Isso inclui abrir mão do passado e começar a traçar um novo futuro?
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  — Se é o que quer, o que te impede? — Ela sustentou o seu olhar, se perdendo no castanho avermelhado que tanto achava lindo.
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  — E se eu disser que posso te ajudar com a sua pesquisa sobre devoção, você aceitaria?
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  — E como pretende me “ajudar”, %Dokyeom%?
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  — Mostrando a você como é ser devoto a alguém. — %Lys% soltou um risinho, achando uma graça a sua proposta. — Deixe-me ser devoto a você. Pelo menos, por essa noite.
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  %DK% sabia que o seu pedido era ousado e que não estava em condições de pedir algo, sinceramente. Mas, ainda assim, queria poder saborear o gosto de um futuro em que não houvesse a culpa ou as correntes do passado o prendendo. Por mais egoísta que fosse, ele desejava acreditar que há uma chance da sua nova vida ser diferente da de quando era humano, e mais do que nunca, queria poder sentir o gosto da flor da morte, mesmo que fosse por meros segundos.
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  Para a sua sorte, %Lysandra% %Vatore% achou tentadora a ideia de ter mais elementos para a sua pesquisa, e como se lesse a sua mente, ela selou seus lábios, logo aprofundando o beijo com certa urgência.
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  %Seokmin% não queria pensar no amanhã enquanto ele e %Lys% se embriagavam um pelo outro, perdidos na dança que pertencia somente a eles. Se pudesse, viveria nesse momento para sempre, mas a cobrança uma hora ou outra chega.
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  E ela viria mais rápido do que %Dokyeom% podia imaginar.
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  N/A: Eu sei que é muita informação (por isso separei por capítulos hehe), PORÉM, eu disse que o meu bofe tava vivo, não disse?
  E VAMOS DE VAMPIRÃO, MEU AMORES. Quem não quer receber uma mordida do DK delas (delas nada. meu rs)?
  O mais desafiador foi pôr isso tudo em uma fic só e ainda combinar com a música, viu? Sério, a gatinha aqui que lute, porque daqui pra frente ainda tem uns dramas e um mundo vampiresco para explorar hehe mas já deixo avisado que o foco será mais na Lys, DK (e na Lizzie, infelizmente AJHBAHJSBAJ)
  E sim, teremos mais menções a Crepúsculo SNDKDNISDIBH (até hoje tenho um crush no robert pattinson hehe)
  E gente, meu intuito no início não era a Lizzie ser odiada, mas minhas duas amigas que sabem do enredo já chamaram ela de tóxica e não gostam dela ISAJHSASNAHJBSJANSJA isso porque eu só tinha contato sobre a primeira e a segunda fic.
  Enfim, é isso!
  Não se esqueçam de comentar <3
  Até a próxima <3

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Lelen

OKAY, EU NÃO TAVA ESPERANDO ESSE PLOT, MAS AMEI ASOPDNPOAND
No comecinho dessa fic eu tava muito o John Travolta e a Nazaré Confusa, mas aí veio a revelação e eu tô 😮🤯😍 HASOIDHASOIDH
Concordo com as suas amigas: Lizzie é tóxica. Sai, encosto, deixa nosso sunshine ser feliz e vai procurar a sua própria felicidade bem longe dele, obrigada.
Já amei o clã e mal posso esperar pra ver no que essa história toda vai dar. <333

Liv

LELEN DNHJSNJSBDSHJ
que bom que gostou!!!
e pois é, infelizmente o encosto ainda terá tempo de cena e.e
logo menos vem a continuação <3

Li Santos

Ainda bem que o boy não foi de arrasta, ja estava preocupada aqui kkkkkkkry
Mas ok, vamos ao plot… Minha mente bugou bastante inicialmente e eu fiquei “ué a pp nera a lizzie??”, mas aí entendi o que rolou hahaahah muito perspicaz e adorei a referência com o estilo musical. Amo esse tipo de referência heehhe
Pelo que entendi tem mais ne? 🤓 amo

Liv

Eu falei que ele tava vivo, não falei? HAHAHAHA
fico feliz que tenha gostado, Liii <3
E simm, vai ter mais! São 6 fics no total!

Li Santos

Esqueci de falaaaar

Sobre o mundo vampiresco muito me interessa 🥹 ATENTA

Liv

Aiiii que tudo <3
virá muito mais futuramente <3

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