Casulo de Seda


Escrita porHatakesaturn
HyugaUchiha31

Revisada por Lelen


Capítulo 17

Tempo estimado de leitura: 19 minutos

Reino do Fogo

  Seus passos não eram contados, mas sentia-se vigiado por todo o tempo em seu próprio lar. Algo na voz de seu pai, no sorriso presunçoso de seu irmão e na movimentação diferente do exército, que deveria ser trabalho seu controlar. O que mais poderia fazer para tentar descobrir a trama que corria pelos corredores amplos do castelo antigo que abrigou por anos a família Uchiha?
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  Encostou-se na parede de um cômodo qualquer assim que fechou a porta atrás de si. Já não sabia como agir perto de seus entes, não sentia mais sangue do sangue de sua família, estava desfocado e um pouco perdido, mesmo sem deixar que seu pai percebesse, desde que descobriu que não se casaria com ela.
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  Julgou-a mal assim que descobriu que deveria conquistar Hinata. Havia anos que não via e lembrava da última visita que tinha feito ao reino da Lua. A Hyuga era pequena e se escondia nas pernas de seus pais envergonhada para qualquer novo convidado.
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  Ele era um pouco mais velho, visto que ela possuía a idade de Sasuke, o que o fez imediatamente colocá-la como mimada e infantil, parecida com o seu irmão, provavelmente piorada, pois seus defeitos poderiam estar triplicados pelo fato de ter se tornado rainha tão nova. Estava certo de que a morena era um problema, e que seu pai parecia castigá-lo ao impor a si a conquista da mão da rainha.
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  Ele nunca esteve errado antes, sempre acertava em seus palpites, foi treinado para isso. Comandou mais de mil homens sem perder nem um terço da tropa em batalha, trilhou longos anos em busca de força, terras e a queda dos inimigos de seu rei, no entanto, errou com ela.
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  Os olhos claros que o assustavam quando era apenas uma criança visitando o rei Hiashi, tornaram-se a mais bela obra quando viravam para si. Na luz daquele baile, no meio de toda aquela gente, ele conheceu verdadeiramente a glória, jamais se sentiu tão satisfeito em sua vida como quando ela o chamou para dançar. Quando conversaram no jardim, teve certeza que seu coração havia desaprendido a bater de forma regular. Cada palavra trocada, cada sorriso e todo o jardim percorrido ficariam para sempre guardados em sua memória.
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  Colocou a mão esquerda sobre seu peito, sentindo novamente aquela palpitação animada de seu coração, como todas as outras vezes que pensava nela. Entendia que assim como o seu, o coração de Hinata não teve escolha, e Neji, o guarda que não os deixava a sós naquele baile, era o felizardo. Tamanha sorte Otsutsuki carregava, e rezava o Uchiha que este não desperdiçasse a chance.
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  Olhou para o teto escuro da sala, praticamente abandonada do outro lado do castelo, longe de seus aposentos, e sentiu que nada mais poderia ser feito. Tentou de todas as formas saber o porquê de seu pai estar ausente nas horas das refeições, ocupado com muitas reuniões e distante do herdeiro do trono, queria poder impedir caso Madara se negasse a aceitar como ele, que Hinata infelizmente não nascera para Itachi, mas esse a amava, da forma mais pura que conseguia, mesmo com o sangue amaldiçoado de sua família. Não queria conflito com mais ninguém e muito menos com a pequena e adorável Hyuga. Jamais permitiria que seu pai fizesse algo contra a Lua.
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  “Deveria se empenhar mais e não se esconder em armários abandonados quando o coração saltasse ao lembrar da rainha”, pensou ele. Entretanto, quem era ele sem a ajuda do sobrenome e das artimanhas de seu pai? Apenas um jovem bobo, que vagava pelo castelo pedindo aos deuses para que ao menos uma informação caísse em seu colo.
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  — Onde está indo? — Uma voz rouca e impaciente interrompeu o pensamento do moreno. — A reunião com o príncipe é para cá.
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  “Reunião? Ele é o príncipe, a não ser que…”
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  — Acabei de conversar com o rei. Há muitas mortes acontecendo no reino da Lua, chegaram notícias de várias partes.
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  “Mortes? Hinata… mas o que estava acontecendo?”
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  — E alguém importante morreu? — o primeiro perguntou.
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  — Ainda não, mas não demora. Soube que a princesa Sabaku estava bem próxima a um dos atentados. — Gargalhou em escárnio. — Nem a realeza está isenta.
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  “A Sabaku sofreu um ataque, no reino da Lua?”
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  Hinata poderia sofrer as consequências caso um membro da família real da Areia morresse em suas terras. Itachi estava mais confuso que antes. Negava com sua cabeça em silêncio descartando algumas possibilidades. Como isso já corria pelos cantos dos reinos e ele só soube agora, escondido em um lugar esquecido do castelo?
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  — Bem, tenho que contar as boas novas à tropa especial, e já sabe — os passos pesados do homem pararam em um local mais afastado, mas pode ouvi-lo perfeitamente —, não deixe o príncipe Itachi desconfiar de nada.
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  Seus olhos negros arregalaram levemente. Por que estava proibido de receber notícias do reino da Lua?
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  — Eu sei, estou indo para meu posto. Hoje eu farei a escolta do senhor Uchiha.
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  — Boa sorte, ele anda procurando algo por aí… — disse mais longe ainda.
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  — Deve ser o amor da Hyuga. — E as duas vozes gargalharam alto.
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  Além de ser traído por sua própria família, virou motivo de piada entre seus subordinados. Seu pai escondeu coisas demais, tramou demais às suas costas o fazendo perder o respeito que lutou para conseguir e pagariam caro por tal conspiração.
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Reino da Folha

  Hashirama caminhava de um lado para o outro em seu escritório e seu irmão o seguia com os olhos, seu desespero era evidente, afinal, recebeu meias notícias. Ele havia mandado uma carta urgente para a sua filha, que estava no reino da Lua, e esperava ansiosamente pela resposta, estava quase pegando um cavalo e indo em direção ao reino de Hinata apenas para ter certeza que Tsunade estava bem. Tobirama queria que o irmão ficasse calmo e esperasse, ficar daquela forma não iria trazer benefício nenhum, estava prestes a ter um ataque cardíaco em cima da mesa de carvalho.
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  — Chega, Hashirama, você vai acabar gastando seus pés — o grisalho falou.
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  O rei da Folha parou e o fitou por um segundo.
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  — Não me irrite, não queremos que além de ansioso eu esteja irritado — falou com a voz encorpada, estava realmente complicada a situação.
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  — Ela é minha sobrinha, também estou preocupado, mas não houve mortes.
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  — Como sabe? — O mais velho cruzou os braços.
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  — Já saberíamos a essa altura.
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  Ouviram batidas na porta assim que Tobirama terminou de falar e em seguida a voz grossa do rei se fez presente:
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  — Entre. — O guarda entrou a passos lentos, reverenciou o seu rei e se colocou em frente aos dois.
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  — A princesa Tsunade está bem, o atentado ocorreu na praça principal, quem estava perto era a princesa Temari, que também está bem. Mortes aconteceram, mas nenhuma da realeza.
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  — Eu disse que saberíamos. — O irmão do rei deu de ombros.
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  — Você disse que não havia mortos — Hashirama o repreendeu. — Pode sair, Shin. — O guarda saiu deixando os irmãos a sós. — Precisamos ajudar Hinata, caso sejam realmente os seus súditos indo contra a coroa… — o rei apertou os olhos com o indicador e o polegar — haverá muito sangue, Tobirama.
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Reino da Lua

  O mês mais longo de sua vida. Não lembrava de uma única vez ter se sentido tão incapaz, sem forças e incompetente como naquele espaço de tempo. Havia dias que suas amigas tentavam falar com ela, em outros a dor em seu peito era tanta que chegou a expulsar suas criadas que só queriam ajudar com seu banho, mas ela não merecia se banhar, vestir ou apenas respirar. Não foi capaz de proteger seu povo e dia após dia, pais, irmãos, filhos e amigos eram separados por mais uma morte inexplicável.
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  O que queriam estes rebeldes? Deixá-la com mais dúvidas sobre sua capacidade de reinar e manter em segurança seus súditos? Ou fazê-la abrir mão de seu noivo? O que eles ganhariam com qualquer uma das opções? Nada fazia sentido.
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  Apertou o lenço claro em seu peito sentindo os olhos arderem mais uma vez. Acompanhou o enterro das vítimas do atentado à praça central e depois de alguns minutos, os antes fiéis moradores do reino da Lua, tornaram-se hostis e começaram a culpá-la pelo número cada vez mais alarmante de mortos. Até ela se culpava, sabia que era somente por sua causa, um reino, grupo, ou aldeia ficou irritado. Por um tratado, escolha ou coisa menor, seu povo sofria na mão de pessoas que perdiam suas próprias vidas conscientemente para ceifar a de tantos inocentes.
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  A porta rangeu atrás de si e Hinata observou pela janela o amanhecer. Mal notou a noite passar e já era mais uma manhã a qual Neji, obrigado por sua rainha, traria um relatório com as vítimas.
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  — Hina, está acordada? — A Hyuga apenas confirmou com a cabeça silenciosa. — Tsunade e Temari querem conversar com você. Elas tiveram uma ideia e… — Foi interrompido.
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  — Quantos por hoje? — Apertou os olhos com força, temendo a resposta.
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  — Nenhum.
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  A morena se sentou na cama olhando incrédula e com raiva de Otsutsuki.
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  — Não minta para mim, Neji, não você! — Mais uma vez seus olhos transbordaram. Hinata apoiou o rosto em seus joelhos e os abraçou, deixando fluir por seus olhos toda a dor que possuía.
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  — Eu nunca mentiria para você. — Neji pensou em se aproximar e abraçá-la, mas foi rejeitado tantas outras vezes que começou a temer irritar ainda mais a Hyuga. — Não houve atentados hoje. Haru e mais dois guardas prenderam dois homens com as características citadas por Nara.
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  — E o que aconteceu? — Não queria, porém, a esperança de ter finalmente avançado na guerra que ninguém havia declarado, deixava a rainha um pouco mais animada.
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  — Não poderíamos correr riscos, Hina… — Ele sabia que era bom, mas ainda não estava perto de acabar com os ataques. — Os levamos para a floresta e os matamos.
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  — Você estava lá? — Arregalou os olhos encarando o moreno.
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  — Não, Tobirama Senju quis fazer isso pessoalmente.
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  — Tobirama? — Deixou as mãos caírem a seu lado e com um só pulo estava de pé ao lado da cama e a passos apressados se aproximou de Neji. — O que o tio Tobirama está fazendo aqui?
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  — É sobre isso que vim falar, meu amor. — Sorriu pequeno e quis muito tocar a pele de sua noiva, mas se conteve por respeito ao luto da amada. — Tsunade e Temari enviaram cartas com a assinatura de Gaara, para todos os nossos aliados. Eu ainda não consegui descobrir o conteúdo, mas aquelas duas aprenderam a ser persuasivas com você.
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  Um sorriso pequeno em meio a algumas lágrimas surgiu.
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  — Elas…
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  — Sim, treinou-as muito bem. — E o que Neji estava querendo fazer, foi concebido a ele, um abraço de Hinata. Ela o agarrou forte, sentindo o cheiro do homem que tanto amava, não conseguia mais ficar longe dele. — Preciso de algo, alteza. — Deslizou os dedos pelos cabelos lisos. — Uma reunião… Preciso da sua presença.
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  — Não quero ver o conselho — disse de uma só vez, afastando-se de Otsutsuki, que prontamente sentiu falta da pele quente em contato com a sua.
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  — Seremos só eu, você e aquele assunto. Na biblioteca às 15 horas. — Hinata assentiu. — Tem uma pessoa aqui que quer te ver. — Ele abriu a porta revelando Hashirama.
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  — Tio Hashirama! — Sentiu-se uma criança novamente. Ali, nos braços de seu tio, era seguro.
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  — Vou deixá-los a sós. — O general fez uma reverência aos dois e saiu do quarto.
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  — Soube por seu noivo que anda se escondendo do mundo. — Passou a mão gentilmente pelos cabelos escuros da rainha. — Quer conversar?
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  — Eu tenho escolha? — Sorriu brincando, mas sabia que o amigo de seu pai teria algo importante para lhe falar. Puxou a mão do mais velho, logo após se afastar, sentando-o em sua cama, tomando o lugar ao seu lado e observando a paisagem da janela.
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  — Eu gostaria de ter certeza que está bem, Hina. — Hashirama também fitava o céu azul do reino da Lua. — Conversei com Tsunade e ela está preocupada. Tanto que tramou com a Sabaku e enviou cartas, mesmo odiando conversar com os tais velhos bobos.
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  Não conteve o sorriso, imaginando o ódio que a amiga estava nutrindo por ela. Tsunade gostava de aproveitar a vida e envolver-se em assuntos burocráticos estava no fim de sua longa lista de coisas favoritas.
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  — Ela prometeu te cobrar pelo trabalho. — O Senju tomou a mão pequena na sua, fazendo um carinho suave. — Eu jurei que te protegeria, dei esta missão por encerrada assim que conheci Neji. Coloquei toda a minha confiança naquele rapaz e sei que fiz a escolha certa, assim como você fez a sua.
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  Hinata observou o homem ao seu lado incrédula. Ele a conhecia tão bem que sabia exatamente o que passava em sua mente.
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  — Não precisa confirmar nada. — As lágrimas voltaram aos olhos claros com tudo. — Eu conhecia tão bem seu pai, pequena, e sei que acha que se parece com sua mãe, mas enxergo também meu amigo em você. — O sorriso saudoso do Senju surgiu. — Ele era um homem extraordinário, contudo, via a vida com muita rigidez e sei que faz da mesma maneira, ou não a conheço tanto quanto eu imagino.
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  — Não sei do que está falando… — Riu fraco desconversando. Ela sabia que ele acertaria em cada palavra.
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  — Então vou arriscar. — Soltou a mão pequena e levou sua mão ao próprio queixo pensando. — Negou Neji e depois fez de tudo para assumir logo que queria se casar com ele?
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  — Tsunade pode ter contado isso…
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  — Ela nunca contaria uma conversa com você, conhece minha filha. Eu sei que fez isso pois é igual a seu pai. E sei também que aprendeu que em algum momento deveria abrir mão de algo que quisesse muito, pelo bem de seu reino. — A Hyuga apenas confirmou de forma muda. — Eu briguei muitas vezes com ele por conta desse pensamento. Nunca achei que precisávamos perder algo para ganhar outro, não faz sentido para mim. Ele me chamava de otimista e dizia que eu não enxergava a vida como o trabalho que era. Ele estava certo, Hinata, eu sou otimista e teimoso também, por isso afirmo que se não lutar por seus objetivos brigaremos como eu e seu pai fizemos tantas outras vezes. É merecedora de tudo que quiser, pequena. — Os olhos do mais velho derramaram algumas finas lágrimas. Sentia um amor tão grande por Hinata que só queria vê-la como Tsunade, feliz e com todos os seus sonhos realizados. — Te ajudarei no que for necessário para conquistar cada coisa que desejar.
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  Hinata não poderia responder a tais palavras, pulou nos braços do Senju sendo acolhida em um abraço cheio de carinho, sentindo seu mundo voltando ao lugar calmamente, nos braços de seu segundo pai.
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[...]

  Hinata entrou na biblioteca e sentou-se em sua poltrona atrás da grande mesa imponente de madeira. Neji estava de pé, do outro lado da mesa, aguardava com um semblante impaciente e de repente passos entre as estantes altas com livros. O homem que eles esperavam apareceu, Hinata nunca tinha visto o rosto dele, ninguém nunca viu e esse era o seu melhor disfarce.
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  — Tem um relatório?
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  — Sim, os rebeldes não são de seu reino, alteza.
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  Hinata levou um susto ao escutar aquela revelação, ela realmente estava sendo atacada por outro reino, qual? Alguns não chegaram a responder sua carta de anúncio de casamento. Talvez estivessem se sentindo tão desrespeitados que nem resposta ela merecia. Ela levou os olhos até os de Neji, que estavam arregalados. Pelo jeito, ele foi pego de surpresa tanto quanto ela. Aquela informação era mais do que importante, era decisiva e essencial.
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  — Isso… Espere, como descobriu isso?
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  — Eu me infiltrei entre eles, aparentemente eles recebem uma quantia alta para colocar explosivos pelo reino, não importa onde. — O homem caminhou pela saleta. — Eles não se conhecem, são enviados aleatoriamente, não são um grupo. — O mascarado olhou para Neji. — Se me permite, pretendo seguir esses homens e ver onde eles recebem esse pagamento, daí descobriremos quem é o mandante.
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  A rainha estava muda, não sabia se estava feliz pelos seus súditos não terem se virado contra ela, ou com medo de uma guerra estourar. Ela precisava retomar o controle de seu reino. Chega, ela não podia mais chorar ou se lamentar, precisava se reerguer. Era seu reino, afinal. A Hyuga respirou fundo tomando uma expressão séria.
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  — Tem minha permissão. — O espião acenou com a cabeça e logo saiu, deixando os dois sozinhos. — Neji, me atualize sobre a situação.
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  — Bom, como sabe, o reino da Areia, da Folha e do Sol estão aqui. — A rainha piscou algumas vezes. — Quando os atentados se tornaram mais frequentes, Tsunade e Temari enviaram cartas pedindo uma assembleia.
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  — Fui uma ótima professora mesmo. — Ela sorriu orgulhosa.
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  — Estão todos esperando a sua melhora para podermos dar início a ela.
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  — Pois diga a todos que estou ótima. — Ela levantou e endireitou a postura. — Chame o conselho, precisamos de uma reunião antes da assembleia com os outros reinos.
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Capítulo 17

📌 Olá, leitores! É um prazer estar por aqui colaborando com uma história que amo! Intensidade, um amor que sufoca e algumas piadinhas são sempre o que procuramos trazer para vocês em nossas histórias e espero que gostem muito. É maravilhoso ter uma gêmea da escrita, nós literalmente compartilhamos um neurônio, acreditamos que as vezes até mais hahaha
Aproveitem a leitura ☺️
HatakeSaturn e HyugaUchiha31 🪢


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