Big change


Escrita porFernanda Simoes SS
Revisada por Carol


Capítulo 05 • Hospital part. 2

Tempo estimado de leitura: 5 minutos

  Niall’s POV
  Fernanda já estava sendo examinada, e eu estava esperando sentado no lado de fora, espiando algumas revistas o que foi inútil porque nenhuma delas era em inglês. As pessoas passavam pelo corredor constantemente, umas apressadas outras apenas caminhando, já estava ficando incomodado ali sentado quando o doutor saiu da sala.
  - Olá você que está acompanhando a senhorita Fernanda certo?
  - Sim, sou eu mesmo doutor, então tem alguma coisa com ela? Ela está fraca não está? Vai ficar bem logo? –não sabia como eu podia me preocupar tanto com uma pessoa que vi pela primeira vez não fazia nem duas horas direito, mas simplesmente me preocupava era natural, espontâneo.
  - Ou, ou, ou! Vamos com calma rapaz, sim ela vai ficar bem pelo que eu entendi é comum ela ter enjoos quando tem ou presencia alguma surpresa ou algo do tipo, pelo jeito ela teve alguma novidade, surpresa muito comovente porque ela me disse que nunca desmaiou, que só tinha enjoos e vômitos, pelo visto hoje foi a primeira vez, você sabe o que pode ter sido rapaz?
  - Talvez... – respondi mas com uma certa ausência, comecei a pensar no que ela tinha dito, que a culpa era da banda, eu percebi que foi um tipo de brincadeira, mas agora fazia sentido. Então ela era uma fã? Tinha ficado surpresa com a apresentação da banda na boate, e depois comigo no bar? Eu não podia acreditar, que coincidência incrível! E eu nem tinha pensado nessa hipótese antes. Literalmente éramos os culpados, não é muito apropriado pensar isso mas eu até que gostei do efeito que causamos, por que se não fosse isso, eu não teria tido a oportunidade de conhecer ela.
  Vi que o doutor estava esperando que eu falasse alguma coisa, então perguntei se já poderia ver ela, e ele assentiu. Entrei na sala, enquanto o doutor foi ver outro paciente e vi que ela estava dormindo, acho que deram soro para nutrir ela. Fiquei ali, em pé no lado da cama hospitalar e comecei a observar cada detalhe no rosto dela, os olhos (que agora estavam fechados), as bochechas que eram macias e que devia ser gostosas para dar aquela apertada do tipo oown como você é fofinha, mas nada conveniente no momento.
  Já estava quase entrando em fantasias quando o doutor, que nem o nome tinha perguntado entrou na sala, só então eu li o crachá que estava escrito Dr. Ariel Campos, achei interessante aquele nome.
  - Então como você pode ver, colocamos ela para “descansar” um pouco, demos soro para ela. Que não tinha comido muito. Logo ela acorda, e poderá voltar para casa, isso levara uns quarenta minutos mais ou menos, então se você quiser descer para a lanchonete um pouco, fique à vontade.
  - Obrigado Dr. Ariel, acho que vou sim.
  Enquanto a Fernanda ainda dormia, resolvi ouvir o doutor e desci para a lanchonete. Estava acabando de beber um suco que tinha pedido quanto vi uma lojinha de flores, não aguentei acabei logo o suco e fui para a loja.
  Quando entrei tinha um cheiro suave, e ao mesmo tempo doce e leve; lembrei da Fernanda na hora. Lá tinha vários tipos de flores olhei para todas, senti o aroma e a delicadeza de cada uma delas, então vi uma que me chamou a atenção, era fofa com toque macio e não possuía espinhos, o cheiro era suave e doce, exatamente como de Fernanda, era sensível igual como ela estava no carro, depois de acordar do desmaio. Peguei três flores e então quando a balconista estava dando um laço e me entregou um cartão para eu escrever, ela me disse que o nome das flores eram Peônias, achei um nome delicado. Meu Deus como eu podia estar tão sentimental? Isso não aconteceria nunca com o Harry e com o Zayn, que se estivessem aqui estariam rindo da minha cara, ao contrário do Liam.
  Escrevi no cartão, e sai da loja, com aquelas flores na mão. Peguei o elevador e subi até o andar da sala onde ela estava, entrei no quarto e ela ainda não estava acordada, não sei quanto tempo tinha passado desde quando eu desci para a lanchonete.
  Coloquei as flores do lado dela na cama, como se fossem um bichinho de pelúcia. Senti meu telefone vibrar no bolso, atendi e era o Louis querendo saber como estava as coisas.
  - Olha você acha que vai demorar muito? Por que se for, nós estamos querendo ir para o hotel, já já a boate fecha também cara.
  - Então eu não sei, mas acho que não vai demorar mais de uma hora. Ok vocês vão para o hotel, e Gabriela?
  - Ah ela tá bem, está aqui com a gente, estamos vendo um jeito de resolver o problema com o carro, parece que ela tem seguro, então é só acionar amanhã de manhã.
  - Tá, mas eu tô falando se vocês desmiolados forem pro hotel ela vai pra casa não é?
  - Isso a gente não decidiu ainda, mas acho que sim. –como esses meninos eram tão descabeçados? Eles tinham que ficarem juntos, para que depois ela ficasse com a Fernanda mas não acharia mau eu poder cuidar dela naquela noite, isso é apenas um mero pensamento.

Capítulo 05
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