Aquilo que nos favorece


Escrita porNathara Sant'anna
Revisada/Editada por Natashia Kitamrua

Disclaimer

Esta é uma obra de ficção destinada ao público adulto.
A narrativa retrata personagens universitários maiores de idade inseridos em um contexto de privilégio social, poder econômico e conforto estrutural. Ao longo da história, são abordados temas sensíveis como uso de substâncias químicas, relações sexuais, dinâmicas familiares disfuncionais, exclusão social, comportamentos moralmente questionáveis e consequências emocionais silenciosas.
As situações apresentadas não têm como objetivo romantizar excessos ou servir como modelo de conduta, mas observar personagens em suas contradições, escolhas conscientes e limites éticos dentro de um sistema que frequentemente os protege.



Capítulo Cinco

Tempo estimado de leitura: 17 minutos

  Eu estava na expectativa. A corrida de hoje não seria como o usual; %Trevor% achou que seria mais interessante se estivéssemos circulando pelas ruas até alguém entrar em contato. Eventualmente, esse não era um estilo que eu curtia muito; afinal, preferia estar em meio à multidão, sentindo o poder que nós tínhamos. Mas não íamos contra as decisões dele. %Trevor% sabia muito bem o que estava fazendo, ele aprendeu muito quando esteve no Japão, e acho que esse é o motivo de todos amarem as nossas corridas.
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  %Connor% dirigia aleatoriamente pela Pacific Coast Highway, ignorando o combustível que estava gastando. Uma das suas mãos conduzia o volante; a outra era mantida na minha perna. Comecei a sentir a adrenalina correndo pelas minhas veias. Ali, não éramos apenas herdeiros; éramos considerados a realeza das corridas clandestinas. Tinha muitos carros na rua, cada um esperando o melhor momento para correr.
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  Me inclinei para colocar aumentar o volume da música quando um número desconhecido apareceu na central multimídia. Eu conhecia o contato. Atendi a chamada apenas com um toque no visor.
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  — Vocês são os próximos. Preparados? — A voz de %Trevor% era divertida. Alguns achariam desleal corrermos, mas que graça teria em apenas organizar? — Sigam para o sul. Temos um herdeiro de Long Beach, contato do Nyx. Ele quer uma corrida valendo cem mil, ele já está no trecho. A chegada é no píer.
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  %Connor% não precisou falar nada, ele apenas apertou minha coxa. O ronco do motor mudou enquanto o carro pegava velocidade. Abri o navegador para que ele seguisse as coordenadas.
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  — Cem mil… Uma aposta alta para quem não conhece você. — Reflito.
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  — Todo dia saem de casa um malandro e um otário. Quando esses dois se encontram, quem você acha que ganha?
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  — Você tem um ponto. — Respondi, soltando um riso.
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  Ele aumentou a velocidade, costurando entre os carros. Tínhamos que ser rápidos para evitar a polícia. Era uma luta contra o tempo; de um lado cem mil, do outro uma possível prisão e nossos pais em nossos pés. Olhei para %Connor%; seus dedos seguravam fortemente o volante até ficarem brancos. A adrenalina estava alta, e eu amava aquilo.
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  — Ali. — Apontei para o Nissan azul. Ele estava próximo de concluir o trajeto. — Você acha que vai dar tempo?
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  — Ele vai frear um pouco antes daquela curva. Nós iremos com tudo.
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  Segurei o fôlego, confiando plenamente nele. Como esperado, %Connor% tinha razão. O garoto freou um pouco antes da curva, talvez por medo de bater, enquanto %Connor% seguiu direto, invadindo o estacionamento do píer com uma manobra um pouco mais agressiva, fazendo meu coração quase saltar pela boca;
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  — Porra, %Connor%! — Meu grito foi abafado pelo som dos pneus. Por um momento, meu mundo parou.
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  — Vencemos, Sparky. — Ele sorriu para mim antes de sair do carro.
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  Droga! A corrida tinha sido mais rápida do que eu imaginara.
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  — Como prometido. — O garoto chuta a maleta aos pés de %Connor%, ele parecia um pouco pálido e nervoso. — Pode contar, tem cem mil aí dentro.
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  %Connor% pegou a maleta, posicionando-a em cima do capô. O dinheiro estava todo ali, mas os olhos dele se voltaram para o Nissan azul.
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  — Tenho uma proposta… Que tal eu levar apenas cinquenta mil e as chaves do seu carro? — A surpresa travou meu rosto.
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  O garoto parecia tão surpreso quanto eu, recuando para trás, olhando para o seu próprio carro, como se ponderasse.
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  — O combinado foi cem mil… O carro não faz parte do combinado. — Sua voz falha.
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  — Eu sei que este dinheiro é do seu pai, mas o carro? Ele nem imagina a existência dele. Aproveite, estou sendo generoso. — %Connor% tinha um sorriso visceral estampado em seu rosto.
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  — Como você…?
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  Se %Connor% acertasse mais um pouco, eu tinha certeza de que o garoto iria se mijar nas calças.
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  — %Emma%, ligue para o Nyx. Veja o que ele acha. — %Connor% pediu.
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  Me afastei o suficiente para que não escutassem. Nyx não ficaria feliz em saber que o garoto perdeu a aposta.
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  — %Connor% quer o carro e apenas cinquenta mil. — Informei assim que ele atendeu o telefone.
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  Houve um suspiro pesado na linha.
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  — Diga ao Liam que a proposta foi aceita. Quem sabe assim o garoto entenda como funciona uma corrida de verdade.
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  Ele encerrou a ligação sem se despedir. Voltei para os garotos. O clima ficou um pouco mais tenso.
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  — Nyx aceitou a proposta. — Anunciei.
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  — As chaves. Agora. — %Connor% ordenou.
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  O garoto estava pálido; acho que ele nunca tinha perdido uma corrida na vida, mas para tudo se tem a primeira vez. Enquanto %Connor% retirava os cinquenta mil, Liam me entregou as chaves do seu carro.
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  — Da próxima vez, tente não apostar alto. — Provoquei, girando o chaveiro entre os dedos.
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  — Sparky, leve o carro até o %Trevor%. Irei logo atrás. — Ele acariciou minhas costas. — E você, considere esse dinheiro um bônus. Espero nunca mais vê-lo.
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  Entrei no carro, sentindo um cheiro de tabaco e maconha. O interior era novo, parecia ter sido montado recentemente. Mas do que adianta ter um carro potente, se o motorista não é bom? Pelo menos agora ele teria um dono muito melhor, até vendermos.
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  Sai do píer com %Connor% na minha cola. Sorri de lado, tocando na maleta no banco do carona. Nosso dinheiro vinha aumentando muito nos últimos anos, e isso falava muito sobre o quão perto estamos de acabar com tudo.
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  Comecei a rir, uma risada histérica ao lembrar de todo o controle que tínhamos naquele mundo. Dinheiro, carro, poder… Isso passaria como loucura para alguns, mas para pessoas como eu, nascidas em berço de ouro, tendo sua vida controlada a cada passo era uma realização.
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  Para os meus pais eu não tinha poder, mas no meu mundo, eu tinha.
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  %Trevor% pediu para encontrarmos com ele e %London% na casa de praia do %Connor%, então fiz meu caminho até lá. Durante o trajeto, não tive problemas com o carro, ele era ótimo, então talvez eu fosse sugerir para ficarmos com ele, apenas para o caso da Porsche parar de ser usado. Se bem que %Connor% tinha sua própria coleção de carros conquistados com as corridas.
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  Chegando na frente da casa, %Trevor% e %London% já estavam lá, encostados no capô do próprio Nissan dele, com um sorriso nos lábios. Sai do carro assim que o estacionei com a maleta de dinheiro em mãos.
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  — Vamos dividir. — Joguei a maleta em direção ao %Trevor%.
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  — O que %Connor% acha disso?
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  — Íamos ganhar cem mil, metade para cada.. Então é justo dividirmos os cinquenta. — Dei de ombros enquanto %Connor% estacionava logo atrás.
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  — Esqueci que você tinha um pé pesado, %Emma%. — Ele resmungou ao descer, e eu apenas o ignorei.
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  — Ei linda. — Abracei %London%. — O que temos para hoje?
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  — Tenho algo que vai virar nossa mente.
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  %London% pegou uma garrafa de dentro do carro, e a abriu, tomando um gole direto do gargalo antes de me oferecer.
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  — Essas corridas estão ficando fáceis, %Trevor%. —Comentei, passando a garrafa para %Connor%.
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  — Eles são novos. Posso falar com o Nyx, mas a maioria está nesse nível.
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  %Connor% continuou encostado no carro sem falar absolutamente nada. Ele parecia relaxado, como se a corrida tivesse aliviado todo o seu estresse, mas em seu olhar me deixava incomodada.
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  — Em que você está pensando? — Perguntei, baixinho.
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  — Que eu prefiro mil vezes essa versão de nós. — Seus olhos encontraram os meus. — Depois de amanhã, voltamos para a vida que foi moldada pelos nossos pais. Isso me deixa extremamente irritado.
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  — Logo isso acaba. — Segurei sua mão. — Vamos entrar?
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  Ali era o único lugar em que poderíamos ser nós mesmos. Caleb não pôde se juntar a nós; ele saiu mais cedo do clube para uma viagem de emergência para Londres, algo como uma aquisição de um novo hotel. Tenho certeza de que eles estavam de olho no Jones Palace Hotel, mas conhecendo o velho daquele lugar, ele jamais venderia sua maior conquista para um americano.
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  Ele era britânico demais para isso.
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  %Trevor% se jogou no sofá, com a garrafa em uma mão e o celular em outra. Sem parecer muito satisfeito.
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  — Temos um problema. Chloe me mandou mensagem, quer saber onde estamos.
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  — Ela não nasceu colada na gente. — Rebati, sentindo a irritação subir.
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  — Chloe pode vir para a festa. Lembrem-se, nossos pais precisam dela. Quando tudo isso acabar e meu pai conseguir a aquisição, tiramos ela do grupo. — %Connor% explicou. Respirei fundo, controlando minha irritação.
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  — Vocês estão brincando com fogo. — %London% avisou. — Ela pode não estar fazendo nenhum escândalo agora, mas vai fazer, e nós seremos prejudicados.
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  O silêncio pesou. %London% tinha razão. Ter Chloe vinte quatro horas no nosso pé estava começando a me incomodar, e o fato de eu não ter achado uma solução de tirá-la das nossas vidas me deixava ainda mais irritada.
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  — Sparky, Chloe nunca terá metade do que nós temos. Esse é o nosso reino. Ela é apenas uma peça de xadrez que precisamos ter paciência para eliminar.
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  — Foda-se.
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  Caminhei até a varanda, pegando um baseado que eu tinha no bolso. %Connor% me seguiu até lá.
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  — Desde o início você soube que o jogo era sujo. — Ele murmurou, pegando o baseado da minha mão e o acendendo.— Ela se tornou um preço que pagamos para as coisas entre nossas famílias darem certo.
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  — %Connor%, já conversamos antes. Ela tem se tornado um problema constante. Todos concordam comigo.
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  — Você tem medo dela tirar sua coroa, Sparky. — Ele sorriu, soprando a fumaça. — Mas lembre-se, ninguém consegue fazer isso.
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  Peguei o baseado de sua mão e o traguei. Olhando para o %Connor%. Ele sempre pareceu calmo demais, não sabia por que estava deixando toda essa coisa da Chloe me afetar, afinal, eu não era assim. Mandar era o que eu gostava de fazer, e fazer os outros sofrer era o meu jeitinho peculiar de saber que tudo estava ok.
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  — Não viaja, %Connor%. Não tenho medo da Chloe. — Retruquei.
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  Ele deu um passo à frente, tirando o baseado da minha mão e jogando no chão.
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  — Então pare de reclamar e jogue o jogo. Temos mais problemas do que Chloe em nossas vidas. — %Connor% segurou meu queixo, me obrigando a olhar para ele. — Pare de birra.
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  — Estou protegendo o que é nosso.
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  — Não, você está sendo uma garota mimada.
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  %Connor% deu um sorriso de lado ao ver que suas palavras me atingiram e largou meu queixo, voltando sua atenção para o mar.
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  — Mimada? — Minha voz não passa de um sussurro. — Engraçado você diz isso, quando na realidade tudo o que temos agora é fruto de um esforço coletivo.
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  Ele tensiona seu maxilar, mas não fala nada.
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  — Não vamos começar com isso. Apenas engula seu ego, vai chegar a hora de ela cair fora das nossas vidas, mas até lá? Você fecha a boca e não toca mais nesse assunto. O silêncio seria cortante se não fosse o barulho das ondas batendo nas rochas adiante. Senti minha respiração descompensada. Quem ele achava que era para me mandar calar a boca e deixar o assunto morrer? Eu era a porra da %Emma% Beumont. Ele achava que podia me controlar? Pois estava enganado.
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  Encarei suas costas com uma vontade imensa de empurrá-lo daquela varanda, queria poder socá-lo até que aquele sorriso presunçoso sumisse dos seus lábios. Mas eu era melhor do que isso.
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  — Você acha que manda em mim, porra? — Sussurrei ao pé do seu ouvido.
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  — %Emma%…
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  — Cala a boca e me escuta. No momento que decidi que Chloe era um problema eu não estava brincando. Com um estalo de dedos eu posso acabar com tudo isso, me entendeu?
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  Não esperei uma resposta. Marchei para dentro da sala, encontrando meus amigos preparando alguns drinques duvidosos.
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  — Finalmente! — %London% corre até mim com um drinque na mão e um maço de dinheiro na outra.
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  — O que você está fazendo? — Ergui a sobrancelha, cruzando os braços em seguida.
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  — Não estamos comemorando hoje? — Me perguntou.
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  — Foda-se. — Pego o copo de sua mão e virei de uma vez. — Preciso de mais desses.
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  — Aconteceu alguma coisa?
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  — Nada demais, vamos! Vamos beber.
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  Ignorei o olhar interrogativo da minha amiga. Eu jamais iria contar para ela sobre o que eu e %Connor% brigamos, muito menos como ele conseguiu me tirar do sério com poucas palavras.
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  Não demorou muito para que ele entrasse e fosse direto para %Trevor%, que já o servia com uma boa dose de whiskey. Os dois estavam conversando baixinho enquanto eu dançava no meio da sala com %London%.
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  — E o carro? O que vamos fazer? — %Trevor% perguntou do nada.
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  — %Emma% quem decide. — %Connor% deu um gole no whiskey, seus olhos me encarando.
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  — Podemos vender para um dos contatos do Nyx. — Tinha passado pela minha cabeça ficar com o carro, mas depois da minha discussão com %Connor%, não quero mais.
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  — Fechado. — %Trevor% deu de ombros e se levantou, vindo em direção a sua namorada.
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  A noite passou como um borrão diante dos meus olhos. Bebemos o suficiente para não precisar de nenhum tipo de droga, quero dizer, quando %London% e %Trevor% sumiram para um dos quartos daquela casa, acendi um baseado, começando a sentir meu corpo reclamar.
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  Eu estava jogada no sofá há um bom tempo, meus olhos fechavam e abriam à medida que meu coração acelerava e minha mente acordava. Provavelmente amanhã eu me sentiria uma merda, mas pelo menos eu saberia que tinha feito valer a pena. Estava quase apagando novamente quando senti um cheiro de whiskey bater no meu rosto e quando abro os olhos, percebo %Connor% me encarando.
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  Sem dizer uma palavra, senti seus braços passando por debaixo das minhas pernas e costas, me erguendo com uma facilidade irritante. Eu queria protestar, mas eu me sentia tão cansada no momento que apenas deixei que ele me levasse ao seu quarto.
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  — Você pode ficar brava com as minhas palavras, Sparky. — Ele me coloca gentilmente em sua cama. — Mas quando estamos no mesmo lugar, você dorme comigo, não em um maldito sofá.
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  Ele tirou a camisa, apagou a luz e se deitou, me puxando para os seus braços como se não tivéssemos brigado antes. Encostei minha cabeça em seu peito. Seja lá o que estávamos fazendo, eu precisava achar o meio termo.
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  n/a: Hello! Hello!
  Gente, a att foi dupla dessa vez porque eu esqueci de mandar o capítulo quatro antes haha. Perceberam que a paciência da Emma está diminuindo cada vez mais quando o assunto é a Chloe? Não podemos negar que ela realmente está tentando ter algo com o Connor e se tipo isso for a missão dela? Como é a missão deles de ter que deixar Chloe no grupo por coisas da família?
  E o que acharam da corrida? Esse é um dos elementos que eu mais gosto da história nesse ponto, porque aqui eles deixam de ser apenas herdeiros e extravasam todo o tédio que eles têm nessa adrenalina de alta velocidade. Claro que tem muita coisa por detrás disso, e o dinheiro que entra eles usam para as coisas que não querem que seus pais rastreiem, mas isso é assunto para outra hora haha.
  Espero que tenham gostado.

Capítulo Cinco
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