Aquilo que nos favorece


Escrita porNathara Sant'anna
Revisada/Editada por Natashia Kitamrua

Disclaimer

Esta é uma obra de ficção destinada ao público adulto.
A narrativa retrata personagens universitários maiores de idade inseridos em um contexto de privilégio social, poder econômico e conforto estrutural. Ao longo da história, são abordados temas sensíveis como uso de substâncias químicas, relações sexuais, dinâmicas familiares disfuncionais, exclusão social, comportamentos moralmente questionáveis e consequências emocionais silenciosas.
As situações apresentadas não têm como objetivo romantizar excessos ou servir como modelo de conduta, mas observar personagens em suas contradições, escolhas conscientes e limites éticos dentro de um sistema que frequentemente os protege.



Capítulo Quatro

Tempo estimado de leitura: 20 minutos

  Precisava mudar o repertório. Acordar quase todos os dias na cama do %Connor% estava ficando repetitivo. O sexo era bom, mas eu precisava urgentemente dormir com outros caras. Não queria que %Connor% se sentisse no poder por estar monopolizando o meu tempo.
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  Me revirei mais um pouco na cama antes de me sentar. Ainda bem que era sábado e eu não tinha nenhum compromisso, um pequeno bônus por %Connor% ter avisado aos pais dele, que consequentemente avisaram para os meus, que tínhamos saído juntos.
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  — Tem café na mesa. — %Connor% avisou, vindo da varanda com sua caneca em mãos. — Achei que você fosse precisar, já que gastamos muita energia ontem.
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  Bufei e sai da cama, sem me preocupar com a nudez.
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  — Terei que usar a roupa de uma das suas fodas, já que você rasgou o meu vestido na noite passada… — Segui até o seu closet e tirei de lá uma blusa dele. %Connor% teria que se virar para encontrar uma roupa para mim.
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  — Sabe muito bem que a única foda que trago aqui é você, Sparky. — Revirei os olhos, fingindo ânsia de vômito. — Não faça essa cara para mim.
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  — Droga! Droga! Droga. — Meu celular estava praticamente morto. Tive um vislumbre de vinte mensagens da %London% antes dele morrer em minhas mãos. — %Connor%! Preciso do seu carregador.
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  Algo muito sério deveria ter acontecido, pois ela sabia muito bem onde estava.
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  — Sente-se, Sparky. Tome seu café tranquilamente. — Ele surgiu no meu campo de visão com um sorriso gigante nos lábios.
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  — Seu. Carregador. Agora. — Cerrei os dentes.
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  — Tudo bem! Tudo bem. — O observei erguendo as mãos, rendendo-se. — Mas se o motivo do seu desespero é %London%… Ela me ligou mais cedo quando viu que você não estava atendendo.
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  — E…? — Essa lengalenga tirava minha paciência.
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  — Eles estão no clube, temos que ir pra lá. — Fiz uma careta. — Mas se você quiser ficar aqui…
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  — Vamos para o clube. — Me servi com um pouco de café. — Quem vai estar lá?
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  — As mesmas pessoas de sempre. — Deu de ombros.
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  — Ok.
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  — Sparky, precisamos conversar. — %Connor% se sentou de frente pra mim. Seus olhos fixos nos meus.
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  — Sim… Acho bom você ligar pro Julian. Eu quero uma roupa nova e preciso dela para estar apresentável no clube. — Brinco com a comida.
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  — Não era sobre isso que eu queria falar, mas você tem razão. Te devo um vestido. — Tirou o celular do bolso e fez a ligação. — Hey, Julian! Preciso da sua loja fechada em trinta minutos… Sim, a %Emma% precisa de roupas novas, mas não podemos ser vistos. — O observo desligar o telefone antes de olhar para mim. — Tudo certo.
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  Meia hora depois, o carro esportivo de %Connor% parou em frente à fachada minimalista de uma das boutiques mais badaladas de Rodeo Drive. Não seria um vestido Prada agora, mas pelo menos ele estava me dando algo da Divine, uma das minhas grifes favoritas.
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   Julian já nos esperava. A expressão do estilista era um misto de alegria e terror. Mas eu não me importava. Para ele era benéfico que usássemos algo de sua grife, afinal éramos a nata da nata dessa sociedade.
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  — Senhor Blackwood, Senhorita Beaumont… Separei as melhores opções. — Fiz um biquinho, avaliando minhas opções com tédio. Tinha gostado de algo assim que entrei, mas parece que a roupa não estava entre as selecionadas por ele.
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  Experimentei o que ele tinha separado para mim a contragosto. Todas eram maravilhosas, mas o conjunto reservado em outro cabide era o que tinha chamado minha atenção.
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  — Sabe, Julian… Amei todas essas roupas e vou ficar com elas. — Sai do provador apenas e lingerie, sem ligar muito pra isso. — Mas quero aquele conjunto. — Apontei para a peça e vi seus olhos se arregalarem.
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  O conjunto que estava separado era uma peça esportiva e combinaria muito bem para o clima do clube de beach tennis, então sim, eu queria aquela roupa, porque ela chamou muito a minha atenção. A parte de cima era um top off-white, com um contorno preto, deixando a peça mais chamativa e ousada. Já a parte de baixo, pelo que eu tinha visto era um short saia que seguia o mesmo estilo do top.
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  Seria a roupa perfeita para eu usar hoje.
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  — Desculpe, senhorita Beaumont, mas ele já está reservado. — Senti seu nervosismo e achei muito engraçado.
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  — A pessoa já pagou? Por que…
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  — Senhorita Fleur irá ficar com ele.
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  Fechei a cara. Como diabos aquela garota estava tendo acesso à coleção nova?
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  — Resposta errada, Julian. — %Connor% interveio, percebendo meu humor mudar.
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  — Não posso falar para ela que foi vendido. Ela me mandou uma mensagem… — Ergui a mão, o impedindo de falar.
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  — Pensei que nós tínhamos um acordo, Julian. — Me aproximei dele, ajeitando a gola do terno dele com calma. — Mas parece ter esquecido… Já que está dando prioridades para a fodida da Fleur.
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  — %Emma%…
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  — %Connor%, não irei levar nada. Acho que posso ligar para Magnólia; tenho certeza de que ela teria algo exclusivo para mim. — Encarei Julian com um sorriso doce nos lábios.
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  — Deixe-me fazer uma ligação. — %Connor% suspirou, e eu voltei para o provador sem olhar para trás.
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  — Espere! — Julian cedeu. Eu sabia que ele cederia. — Posso dar outra peça da nova coleção para ela.
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   Sorri. O pavor de me perder para a concorrência era gritante.
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  — Agora você está honrando com o nosso combinado. — Peguei a roupa que eu tinha cobiçado desde o momento que entrei na loja e entrei no provador.
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   Levei um tempo para vestir o conjunto que tinha escolhido. Ele era lindo, mas eu sentia que faltava algo nele. Tipo, um colar dourado e algumas pulseiras para complementar meu look. Eu tinha um amarrador de cabelo no meu pulso, e sabia que com esse estilo de roupa, o cabelo preso funcionária perfeitamente. Então faço isso, o prendo, tirando algumas mechas do rabo de cavalo baixo que fiz para deixar meu cabelo mais despojado.
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   Saí do provador praticamente pronta, e vi a surpresa no rosto de Julian.
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  — Não acham que está faltando algo? — Sinalizei para minha roupa.
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  — Acessórios? Tenho aqui. — Ele correu e buscou para mim. — Não são jóias de marca, mas elas são exclusivas.
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  — Então estamos falando a mesma língua. — Coloquei os acessórios enquanto %Connor% se aproximava.
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  — Pronta?
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  — Sim…
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  — Prefere que essas roupas sejam entregues na minha casa ou na sua? — Sussurrou no meu ouvido.
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  — Na minha casa. Não quero ninguém usando minhas roupas. — O empurrei levemente, me afastando.
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  — Julian, embale restante e as mande para a casa da senhorita Beaumont. Estamos de saída.
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  Saímos da loja e entrei em silêncio no carro. Apesar de eu ter conseguido a roupa que eu queria, eu fiquei um pouco irritada com Fleur sendo mencionada, não por ciúmes, mas por ver que ela estava tentando subir na cadeia alimentar.
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  Meu celular não parava de apitar por conta das notificações que eu estava recebendo, então abri apenas para ver uma mensagem de %London%.
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  %London%: Porra! Cadê você? Estamos no clube e nem sinal de vocês. Chloe já está enchendo minha paciência.
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  Guardei o celular na bolsa. Já estávamos chegando, não existia necessidade de respondê-la. Minha mente, viajando para um pensamento. Sabe, para algumas pessoas nosso comportamento, meu e do %Connor%, poderia ser confuso, mas a realidade é que antes de tudo, nós éramos amigos, quer dizer nós somos. Eu o conheço desde criança, e tenho quase certeza de que nossas mães só se aproximaram por conta disso. Dois herdeiros da mesma idade, quais seriam as chances de dar errado, não é mesmo?
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  Assim que %Connor% parou o carro para que o manobrista o levasse, ele correu em minha direção e abriu a porta para que eu saísse.
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  — Pronta? — Caminhamos até a mesa que nossos amigos estavam. — Galera!
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  — Finalmente! — Caleb se levantou e me deu um abraço rápido. Tinha dias que não o via.
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  — O que vocês estavam fazendo para demorar tanto? — Chloe perguntou, de braços cruzados, sua expressão não estava nem um pouco feliz.
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  A ignorei. Me acomodando ao lado de %London% que rapidamente agarra minha mão e a segura. Sorri para minha amiga. Ela era uma das poucas pessoas que eu permitia ver meu verdadeiro interior.
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  — O trânsito estava caótico. — Observei %Connor% se justificando, beijando a bochecha de Chloe em seguida.
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  Senti vontade de vomitar ao ouvir as palavras saindo de sua boca. Olhei para %London%, revirando meus olhos e debochando silenciosamente da situação. Ele estava jogando o jogo dela para que Chloe mantivesse a boca fechada, mas eu odiava ter que ver qualquer um dos meus amigos fazendo esse esforço. Forasteiros não eram bem-vindos.
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  — Aí, %Connor%, estava tão entediante sem você aqui, será que podemos jogar tênis hoje?
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  Foquei em %London% e %Trevor%, bloqueando totalmente o flerte barato da Chloe.
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  — Se acertaram? — Perguntei, soltando uma risadinha ao ver a careta que %Trevor%.
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  — Fique quieta, %Emma%.
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  — O que estamos fazendo aqui hoje? Tinha planos de ficar na cama o dia todo se é que me entendem. — Deu um sorriso malicioso para meus amigos.
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  — Desculpe acabar com a sua foda, mas precisamos aparecer mais. Não podemos ficar nos esgueirando apenas nas sombras, temos que deixar a sociedade ver os nossos rostos bonitos. — %London% tagarela.
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  — Ela tem razão. Faz quanto tempo, desde a última vez que todos nos viram juntos? — %Trevor% se inclina para frente.
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  — Não tenho certeza, minha mãe estava me prendendo em casa nas últimas semanas. — Dei de ombros, lembrando que eu tinha uma novidade para contar a eles. — Sabem quem está de volta na cidade? Sebastian…
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  Mal pronunciei o nome e %Trevor% se levantou, deixando a cadeira cair para trás.
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  — Mentira! Sebastian Beaumont de volta significa que teremos Skyler Aston por perto? — Ele riu, mas vi um reflexo de preocupação em seus olhos.
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  — Por quê? Interessado na garota do meu primo? — Provoquei, mesmo sabendo que ele era da %London%.
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  — Eu? Claro que não. Só estou com saudades de quando éramos apenas nós seis.
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   Meu primo tinha outro círculo de amizades sendo um dos melhores amigos dele, o irmão da Skyler. Mas o mais engraçado disso tudo era saber que ela estava no meu grupo de amigos, e tinha uma leve obsessão pelo meu primo.
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  — Ontem, hein? — %London% me cutucou.
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  — O que teve ontem? — Chloe virou o rosto rapidamente.
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  — Nada muito interessante. — Dou de ombros.
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  — Você está precisando transar, %Emma%. Quem sabe eu te apresento alguém…
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  — Acho que você está errada, Chloe, porque o que eu mais faço é transar. — Sorri inocentemente e a vi engolir em seco.
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  — Sei lá, é que você é tão mantida sob as asas da sua mãe que fica difícil de acreditar nisso.— Minha vida sexual não está em pauta. — Peguei o cardápio, encerrando o assunto.
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   Ela queria me atingir usando a minha mãe, mas Chloe era previsível demais, era nítido que era apaixonada por %Connor%, então ela não tinha filtros quando ele estava por perto. Tentar fazer com que eu me sentisse mal com a sua insinuação não me ofende.
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  — Teve problemas ontem, %Connor%? Parece tenso. — Sua atenção se volta para ele, deslizando a mão pelo seu ombro enquanto usa a voz mais melosa do mundo.
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  — Estava muito ocupado na noite passada. O jantar com os meus pais não foi um dos mais fáceis. — Era possível entender o duplo sentido da sua conversa, porém apenas para quem sabia o que realmente tinha acontecido na noite passada.
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  — Mas hoje você é todo meu, não é mesmo? Reservei a quadra, pensei em nós quatro. — A idiota exclui, Caleb e eu. — Jogando em duplas.
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  — Estou fora de qualquer jeito. Gavin me mandou uma mensagem. — Mostrei meu celular para ela. %Connor% travou o maxilar e me encarou.
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  — Ele é o seu novo cara? — Chloe parecia feliz.
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  — Não tenho um cara fixo. — Respondi, olhando para %Connor%.
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  — Também estou fora, sinto muito. — Ele me encara, removendo a mão dela do seu braço.
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  Chloe não pareceu muito feliz. Caleb soltou uma risadinha. Queria me sentir mal por isso, mas no fim ela apenas estava tendo o que merecia, tudo por tentar entrar em um jogo que não era dela.
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  — O que você irá querer comer, %Emma%? — %Connor% perguntou, sua atenção totalmente em mim.
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  — Uma salada está de bom tamanho. — Ao invés de gastar minha energia com %Connor% e Chloe, olhei para o garçom. — Consegue um French 75?
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  — Claro.
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  — Sabe, Chloe, se o %Connor% não conseguir atender às suas necessidades, o Caleb pode muito bem tomar o lugar dele. — Provoquei.
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  Caleb pareceu levar um tempo para compreender o que eu tinha acabado de falar, se engasgando com a bebida no processo.
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  — Você é má, %Emma%. — A observei se levantar, pegando sua bebida em seguida.
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  — Nunca disse que era boa. — Mandei um beijo, sabendo muito bem como minha colega se sentiria.
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  Nas horas seguintes, tudo saiu conforme o planejado. Chloe continuava por perto, a garota realmente não entendia quando não era bem-vinda em um lugar. Ou talvez, estivesse apenas na mesma posição que nós, obrigada a estar ao nosso redor para que seus pais consigam o que querem.
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  E obviamente seu foco era %Connor%.
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  Vamos lá, ela não era burra. Sabia muito bem que nós dois estávamos nos pegando, e mesmo assim não se importava. Tudo bem que ele era um baita de um gostoso, e sabia muito bem o que fazer com suas mãos, mas no fundo, Chloe queria apenas o acesso ilimitado que a família dele poderia oferecer. Esse era um jogo perigoso, no entanto, porque como eu disse, muitas pessoas se machucaram por menos.
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  %Connor% e eu tínhamos um acordo. Ele podia dormir com quem quisesse, eu podia dormir com quem eu quisesse, mas no fim apenas contamos um com o outro, e com os nossos amigos mais próximos.
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  Precisamos defender o nosso legado, e isso fala muito sobre a nossa dinâmica de vida.
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  Caleb é o primeiro a deixar a mesa, com a desculpa de que precisava de mais bebidas. E Chloe acabou o seguindo, provavelmente para reclamar sobre as suas investidas falhas. Não levou dois minutos para %Trevor% explodir.
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  — Porra! Quanto tempo vamos aguentar isso? — Resmungou. — E vocês dois chegando juntos? Por que não anunciam logo que são um casal?
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  — Não somos um casal! — Respondemos juntos.
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  — Vamos lá. %Emma%, você está a semana toda fugindo com ele. — %Trevor% insistiu.
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  — E hoje estarei com Gavin… — Dei um sorriso de lado.
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  — Sinto informar para você, Sparky, mas ele terá que esperar. Hoje temos corrida. — %Connor% sussurrou no meu ouvido.
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  — Droga! — Bufei. Queria ficar com Gavin hoje para quebrar a rotina.
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  — Estamos de acordo que Chloe está virando um problema? — perguntei antes que ela voltasse, irritada por Caleb não estar aqui para discutir isso.
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  — Ela pode dar com a língua nos dentes a qualquer momento assim que perceber que %Connor% não está na dela. — Isso era mais como um aviso de %Trevor%.
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  — Por isso que sempre fui contrafazer qualquer coisa perto dela. — %London% se inclina para frente. — Beleza que só usamos algumas drogas, e ela é uma drogada. Mas vocês sabem como é.
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  — O problema mesmo seria se ela descobrisse sobre as corridas. — %Connor% pontuou.
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  — Vamos ao banheiro? — %London% me cutucou. — Já voltamos.
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  Arrumei meus óculos de sol e soprei um beijo para os meninos antes de seguir %London%.
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  Caminhei ao lado de %London% pelo deck de madeira, sentindo o sol beijar minha pele. O dia de hoje estava perfeito, e queria aproveitar o máximo dele antes de ser praticamente trancada dentro de casa pela minha mãe novamente.
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  Sorri ao ver minha amiga desfilando pelo clube. Claro, que ela faria isso, seu avô era o sócio fundador desse lugar, e ela podia desfrutar de todo o luxo sem ter que desembolsar um centavo.
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  — Aqui. — Ela tirou um corretivo da bolsa assim que entramos no banheiro e me entregou. — Seu pescoço tem um leve roxo.
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  — Droga. —Resmunguei e me encarei imediatamente no espelho. — Vou matar ele…
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  — Tome cuidado, Chloe está começando a desconfiar então se prepare para o drama. — Vejo uma carranca se formando em seu rosto.
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  — Está tudo sob controle. — Garanti, enquanto escondia o roxo.
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   Saímos do banheiro, o ar quente me atingiu em cheio. De longe, vi %Connor% rindo de algo que os meninos falavam. Ao nos aproximarmos, ele parou de falar assim que nos viu, e sorriu para mim. Suspirei. Mesmo querendo sair com outra pessoa, na maioria das vezes eu acabava nos braços dele.
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  — Pra onde a Chloe foi? — Perguntei ao me aproximar.
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  — Percebeu que não íamos jogar e foi atrás de uma dupla. — %Connor% inclinou a cabeça para que eu me sentasse ao seu lado.
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  — Pelo menos agora temos um pouco de paz. — Caleb murmurou.
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  — Que tal sairmos daqui? Se vamos ter uma corrida hoje à noite, preciso de algo mais forte. — Sugeri.
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  — É assim que se fala, Sparky. — %Connor% se levantou, fazendo questão de deixar sua mão possessivamente nas minhas costas.
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  O jogo estava apenas começando. Se Chloe ou até mesmo Fleur achavam que iria estourar nossa bolha, estavam enganadas. Em Malibu, eu ditava as regras. Nossa hierarquia era sagrada e aqueles que não seguissem as regras iriam sofrer as consequências. Por bem ou por mal.
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Capítulo Quatro
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