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História NÃO RECOMENDADA PARA MENORES ou PESSOAS SENSÍVEIS.

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A Vida de Agnes de Breitaigne - Livro 2

Escrita porJosie
Revisada por Lelen

Capítulo 2 • O Descortinar das Labaredas - Parte II

  Eis um panorama. Vamos descortinar as labaredas dos mistérios franceses. Quando as coisas poderiam estar melhores, elas pioram. Essa é a história de %Agnes% de Bretaigne. Agora ela era rainha da França. O ano era 1492. %Agnes% acordou com o barulho de sol raiando e escravos e servos começando seu dia. O palácio francês tinha sua beleza. Os quartos eram ricamente bem produzidos. Viu que o marido, %Carlos% VIII da França, o atual rei, já estava acordado. Já beirava oito da manhã. Pela noite intensa que tiveram no dia anterior, a primeira noite entre eles, imaginava que ele ainda devia estar dormindo. Na noite anterior, %Carlos% e ela haviam tido sua noite de núpcias. Agora %Carlos% estava na sala do trono, em seu trono ornamentando. Resolvia assuntos do reino, vendo o que os nobres precisam. De dentro do palácio, podia-se ouvir o som de servos passando, alguns trazendo desjejuns. Com a ajuda de uma serva, %Agnes% conseguira se vestir. Caminhou graciosa até onde estava seu marido, que sorriu.
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  — Aí está minha rainha. — Ele sorriu ainda sentado, mas estendendo a mão para sua rainha. — Sente-se. Venha decidir conosco assuntos do trono.
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  — Claro, meu rei — concordou %Agnes% aceitando a mão de seu marido, se sentando no trono a seu lado.
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  — Então vamos inteirar a rainha dos assuntos de hoje — pediu o rei da França.
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  E assim o rei e a rainha da França começaram a discutir os assuntos franceses com %Agnes% prestando atenção em casa detalhe e opinando se necessário. Passaram a manhã toda conversando com os nobres e artesãos do reino. A manhã se passava e agora era de tarde. %Carlos% decidiu sair para cavalgar com alguns nobres. %Agnes% ficou na sala do trono, resolvendo alguns assuntos estatais já que não ausência do marido ela era regente. Ela deixou alguns assuntos para o primeiro ministro do rei resolver depois que chegou o meio da tarde e foi passear pelo castelo francês. Nos floridos jardins, observou uma jovem a professora Juliana que ensinava aos alunos sobre etiqueta e refinamento. Entre os alunos se destacavam algumas crianças meninas e até alguns meninos da nobreza. 
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  %Agnes% observava a aula, encantada. A forma como professora Juliana explicava tudo era fascinante. E os alunos pareciam aprender. Mas pararam ao ver a própria rainha assistindo. 
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  — É assim que devemos ser. Refinados, aprender a arte da diplomacia. De como os antigos eram. A fazer mesuras e respeitar os outros, principalmente os reis. Como nossa rainha %Agnes% de Bretaigne, por exemplo — disse a professora e alguns se curvaram perante %Agnes%.
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  À noite, o rei %Carlos% da França voltou. Estava belo como nunca. Seu xale vermelho, seu rosto diferente, mas belo. Sua aparência. O rei deu um sorriso para a rainha e disse em seu ouvido ao passar por ela:
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  — Hoje à noite serás minha novamente — murmurou com um sorriso predatório. — Precisamos nos certificar que teremos herdeiros.
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*******

  Estações começavam a se passar. Sol e lua de convergiam. Uma, depois outra. Estações se continuavam até que quatro semanas se passavam. Naquela manhã %Agnes% acordou cedo. Começará a sentir enjoos. O marido ainda dormia, pois era um sábado. O sábado mal amanhecia, mas o rei estava em sua própria cama, sem roupa aparente. A noite havia sido intensa novamente, mas nessa manhã %Agnes% começava a sentir algo estranho. Um enjoo. Sensações fortes. Algo estava errado, embora ela não soubesse exatamente o que era. Se levantou vendo o marido dormir e foi até a bacia que os servos haviam deixado na madrugada, lavando seu rosto. Uma vontade de vomitar surgiu, mas ela se esforçou para não vomitar. Será que ela estava grávida? %Agnes% tratou de disfarçar esses pensamentos. Em quatro semanas de casamento esperava um herdeiro?
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  Observou o marido ainda dormindo e um sorriso passou por seus lábios.
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