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História NÃO RECOMENDADA PARA MENORES ou PESSOAS SENSÍVEIS.

Esta história pode conter descrições (explícitas) de sexo, violência; palavras de baixo calão, linguagem imprópria. PODE CONTER GATILHOS

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A Vida de Agnes de Breitaigne - Livro 1

Escrita porJosie
Revisada por Lelen

Capitulo 6 • Claudia e Arco I do Livro 2

Tempo estimado de leitura: 7 minutos

  Foi em 1499 que Claudia nasceu. %Agnes% ficou realmente feliz. E %Louis% também, apesar de ser uma menina, Claudia significava que herdeiros procederiam ela. Conforme Claudia em suas primeiras semanas se desenvolvia bem, %Agnes% e %Louis% começaram a planejar novos herdeiros. %Louis% era um bom rei e %Agnes%, apesar de se tornar uma mulher pálida, agora tinha uma filha para cuidar e educar. Assim, Claudia era a primeira de muitos filhos. %Louis% começou a ver em %Agnes% sua rainha. %Louis% e %Agnes% passaram muitos meses tendo várias tentativas, mas %Agnes% nunca conseguira gerar mais filhos além de Claudia.
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  Cláudia nasceu em 13 de outubro de 1499, em Romorantin-Lanthenay, sendo a filha mais velha do rei Luís XII da França e sua segunda esposa, Duquesa %Agnes% da Bretanha. Cláudia foi batizada em homenagem a Cláudio de Besançon, um abade do século VII cujo nome sua mãe havia invocado em peregrinação na esperança de um parto seguro de uma criança viva.
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  Em 1501, %Agnes% que só tivera uma única filha com %Louis%, Claudia, começava a se questionar por que ela teve apenas Claudia e se a criança estava destinada a algo grande, pois %Agnes% tivera muitas gravidezes. Ela cuidou pela educação de Claudia e começou a planejar seu casamento com o futuro %Carlos% V do Sacro Império Romano Germânico. Conforme Claudia crescia, ela se tornou uma jovem devota. %Agnes% viria a morrer em 1512, quando Claudia estava noiva de Francisco I da França. Sua morte deixou um grande legado, mas antes que pudéssemos chegar a esse ponto, vamos retroceder a história, para uma segunda história...
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*********

  1500 A.C

  O sol da manhã filtrava-se através das palmeiras que rodeavam o palácio, lançando sombras dançantes sobre o solo quente do Egito. Ahmosis, aos dezesseis anos, observava as primeiras luzes do dia enquanto se sentava em um dos altos terraços, os cabelos longos e escuros caindo em ondas suaves sobre seus ombros. Suas feições eram serenas e seu sorriso, embora calmo, possuía uma centelha de travessura que fazia com que aqueles ao seu redor se sentissem à vontade. Mas por trás daquela fachada tranquila, havia uma alma cheia de vida e vigor, uma jovem que sabia como brincar e, quando necessário, expressar sua ira.
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  — Ahmosis! — chamou a voz de sua ama, Nefertari. A mulher aproximou-se, ajustando a faixa de seu vestido. — Sua mãe deseja que você a acompanhe. Há assuntos do palácio que precisam da sua atenção.
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  Ahmosis revirou os olhos, mas não pôde evitar o sorriso.
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  — Que tipo de assuntos, Nefertari? Se forem sobre o novo vestido que eu quero, posso garantir que não vou ajudar.
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  — Não, minha jovem. — Riu Nefertari, balançando a cabeça. — É sobre o seu irmão. Foi dada a notícia de que ele nasceu esta manhã.
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  Ahmosis sentiu seu coração acelerar. Um irmão! O futuro herdeiro do Egito, Tutmes! Ela levantou-se rapidamente, afastando qualquer vestígio de preguiça. Com uma expressão de determinação, disse:
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  — Então vamos! O que estamos esperando?
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  Quando chegaram aos aposentos da rainha, a atmosfera estava carregada de emoção. Amenhotep I, pai de Ahmosis, estava ao lado da rainha Ahmes, admirando o pequeno Tutmes, que dormia tranquilo em um berço adornado com finos tecidos e joias. Ahmosis aproximou-se e, com um olhar curioso, observou o recém-nascido.
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  — Ele é tão pequeno! — exclamou, admirando a fragilidade do irmão. — Como ele se tornará um grande faraó?
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  A rainha sorriu e acariciou a cabeça de Ahmosis.
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  — Ele terá o apoio de sua irmã mais velha, não é mesmo? Você precisará guiá-lo, protegê-lo. Um dia, ele passará a ser o sol do Egito.
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  Ahmosis assentiu, sentindo o peso da responsabilidade que começava a se formar em seus ombros.
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  — Eu prometo, mãe. Eu serei a melhor irmã que ele poderia ter.
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  À medida que os dias se transformavam em semanas, Ahmosis se dedicou a observar e aprender sobre o que significava ser uma princesa do Egito. Ela acompanhava sua mãe em reuniões, escutava atentamente as discussões sobre política e diplomacia. Mas havia momentos em que sua natureza travessa não podia ser contida.
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  Certa tarde, enquanto os nobres da corte estavam reunidos, Ahmosis decidiu que era hora de um pouco de diversão. Ela esgueirou-se pela sala e, com um sorriso malicioso, lançou um pequeno punhado de flores secas sobre a cabeça de um dos cortesãos, que estava profundamente envolvido em uma conversa.
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  — Ah! — gritou ele, atirando-se para frente. — O que foi isso?!
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  Os nobres ficaram em silêncio, seus olhares fixos na jovem princesa. Mas em vez de se sentir envergonhada, Ahmosis explodiu em risadas, contagiando todos ao seu redor. O cômodo irrompeu em gargalhadas, e até mesmo seu pai não conseguiu conter um sorriso.
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  — Ahmosis! — ele chamou, com um tom de reprimenda que não conseguia esconder o divertimento. — Você deve aprender a comportar-se em público!
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  — Eu sou apenas uma princesa brincalhona, pai! — disse Ahmosis, piscando um olho para ele. — Não é minha culpa que a corte seja tão séria.
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  No entanto, sob a superfície de suas brincadeiras, havia uma crescente preocupação. Com a chegada de Tutmes, sua posição como primogênita estava ameaçada. Ahmosis sabia que, com o tempo, ela teria que lutar para ser ouvida e reconhecida. E quando Mutnefert nasceu, quatro anos depois, o mundo dela tornou-se ainda mais complexo. A pequena Mutnefert, com seus olhos grandes e curiosos, era um misto de quietude e timidez, e Ahmosis não conseguia evitar de se sentir protetora em relação a ela.
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  — Você é tão linda, Mutnefert! — Ahmosis murmurou ao olhar para a irmãzinha. — Um dia, você será tão forte quanto eu. Vou te ensinar tudo o que sei.
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  Mutnefert sorriu com inocência, não compreendendo completamente as palavras de Ahmosis, mas sentindo o profundo afeto que a cercava. Ahmosis a pegou no colo e levou-a para o jardim, onde o aroma das flores e o canto dos pássaros criavam um cenário mágico.
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  — Vamos brincar de rainha e princesa! — sugeriu Ahmosis, imaginando um mundo onde ambas pudessem reinar juntas, livres de preocupações.
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  As duas garotas correram pelo jardim, rindo e brincando sob o calor do sol egípcio. Ahmosis, buscando um momento mais sério, sentou-se ao lado de Mutnefert e disse:
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  — Um dia, você terá que ser forte, irmã. O Egito depende de nós. Você entenderá isso mais tarde.
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  Mutnefert a olhou confusa, mas com um brilho de admiração no olhar. Ela não sabia o que o futuro reservava, mas algo dentro dela sabia que sempre poderia contar com Ahmosis, sua irmã mais velha.
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  E assim, enquanto o sol se punha sobre o Egito, lançando um brilho dourado sobre as pirâmides, Ahmosis sentiu a responsabilidade e a alegria de ser parte de uma linhagem tão rica e poderosa. Ela sabia que seu papel apenas começava. As farpas do destino estavam entrelaçadas em suas vidas e, como princesa, ela precisaria encontrar um caminho que honrasse sua família, mas que também permitisse que sua própria essência brilhasse intensamente no coração do Egito.
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Fim do Livro 1
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