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A História de Nam – Temporada 1

Escrita porJosie
Revisada por Lelen

Capítulo 8 — Parte I • Ajuda Inesperada

Tempo estimado de leitura: 5 minutos

  “Céus e terra passarão, mas minha palavra não passará”
  Mateus 24:35

  Os céus viam a guerra iminente e procuravam por alguém, uma pessoa que pudesse ser boa o suficiente, ou talvez ser idônea ou idôneo o suficiente para ajudar a humanidade. A humanidade estava em trevas, ainda mais com os anjos caídos dominando as cidades, o mundo precisava de um recomeço. Mas de onde poderia vir esse recomeço quando todas as almas estavam corrompidas? Onde poderia vir essa ajuda do alto quando as pessoas mesmas estavam se perdendo? E se ninguém quisesse ser o herói da vez? Talvez heróis não existissem mais. Talvez eles estivessem extintos. Mas havia uma pessoa, uma única pessoa que carregava o peso do mundo nas costas. E seu nome era...
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  3211 A.C.

  E era Édna a esposa de Enoque, pai de Methuselah e %Nam%, estéril naqueles dias. Era o ano 228 da vida de Methuselah, irmão de %Nam%. Methuselah, filho de Enoque, já estava casado com uma mulher também chamada Edna e com ela tinha um filho chamado Lamech. Mas, todavia, a mulher de Methuselah morreu naqueles dias. Era Enoque, pai de Methuselah, da idade 293 anos e andava com Deus.
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  E Édna, a mãe de %Matusalém% e esposa de Enoque, concebeu mais uma vez e deu à luz um menino. A criança nasceu com um manto vermelho, trazendo paz e prosperidade para a família em uma época que %Nam% havia partido e estava prestes a ter sua primeira filha, Haykel, com a própria irmã, Mahmah. A criança trouxe paz ao lar de Enoque.
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  Mesmo em meio aos anjos caídos, a criança tentava seguir o caminho do pai, tentando entender mais sobre o Deus de seus pais. A criança estava brincando, quando sentia presenças divinas e mágicas perto de si. Era como se o bem e o mal estivessem a rodeando. A criança cresceu e conforme a criança crescia, ela se compunha de inteligência acima de sua idade, tendo desde cedo que entender a luta entre o bem e o mal. Seus irmãos mais velhos já estavam todos crescidos e casados. E a criança cresceu na cidade de Enoch, onde vivia toda sua família. Com curiosidade aguçada, ele tentou aprender a instruções de Deus.
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  Será que o mundo é mais do que é contado? Será que contar as estrelas realmente é um agouro?
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  — %Sherosse% — chamou Enoque já velho e avançado em dias com seus 303 anos. — Venha tomar o desjejum, você ainda é jovem demais para ficar no canto pensativo.
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  — Desculpe, pai, eu estava apenas pensando se o mundo é mais do que parece.
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  — Ele é, mas você não precisa saber disso agora.
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  %Sherosse% assentiu.
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  VINTE ANOS DEPOIS...
  ANO 30 DA VIDA DE %SHEROSSE%

  — O que um jovem como você faz perdido por aqui? — perguntou uma voz suave e melodiosa. — Deve estar perdido.
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  — Eu só procuro um sentido para vida — disse %Sherosse%.
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  — Talvez o sentido está em desafiar as leis naturais — disse o anjo. — Deus não quer que você descubra a fonte de seu poder.
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  — E de onde vem essa fonte? — perguntou %Sherosse% curioso.
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  — Dos deuses é claro! — disse o anjo. — Permita-me mostra-lo.
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  TRÊS ANOS DEPOIS...
  ANO 33 DA VIDA DE %SHEROSSE% E 335 DA VIDA DE ENOQUE, 3179 A.C.

  — Me desculpe, eu estava tirando água do poço, não o vi — disse uma jovem de cabelos loiros e vestes rosas. — Sou Abisague.
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  — %Sherosse% — disse o filho de Enoque curioso com a presença da jovem na vila. — Meu nome.
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  — Oh, sim — respondeu Abisague. — É um prazer.
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  — És descendente de quem? — perguntou %Sherosse% curioso.
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  — De Enos, o filho que Sete deu a Azura — respondeu ela.
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  — Eu sou filho de Enoque, o filho mais novo.
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  — Você parece mesmo mais jovem, digo não para ofendê-lo — disse Abisague depressa.
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  — Tudo bem, meu pai diz que amadureci cedo demais para minha idade. — %Sherosse% sorri.
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  VOLTANDO A %NAM%

  — Haykel — chamou %Nam%. — Haykel, onde está?
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  — Fui ver a cidade, pai — disse Haykel com um sorriso travesso nos lábios. — É lindo como a cidade é cheia de festivais e coisas boas.
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  — Você não deveria ir a esses festivais, minha pequena — disse %Nam%.
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  — Por quê? É tão divertido — disse Haykel.
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