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A História de Ana da Boêmia e Ana da Áustria

Escrita porJosie
Revisada por Lelen

Capítulo 5 • A Aprendizagem — Parte II

Tempo estimado de leitura: 3 minutos

  1528, Sacro Império Romano Germânico 

  %Ana% da Boêmia e Jagelão observava o marido dormir. A noite entre eles havia sido intensa. Agora o que se esperava era que a noite deles tivesse gerado mais um fruto. %Ana% de Jagelão observava com atenção o marido. Ele parecia dormir tão bem. Se dirigiu a janela à paisana do enorme castelo onde estava começando a pensar em sua vida. Mesmo com um marido que a amava, ela se perguntava se aquele era o caminho certo. Ser a imperatriz romano germânica não era mais um fardo, mas também não era um bem. O seu legado carregaria o peso dos Jagelão e Germânia. Não demorou muito para que notícias chegassem de que mais um filho nasceria a seu cunhado, Carlos V.
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  Após alguns dias, %Ana% de Jagelão começou a sentir alguns enjoos, indicando mais uma gravidez. Desta vez, ela ficou de resguardo por algum tempo, pois era uma gravidez complicada. Em 1529, nasceu um menino. 
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  — Seu nome será Fernando, como o pai — disse %Ana% de Jagelão pegando o pequeno bebê no colo. 
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  Ela o entregou a Fernando I do Sacro Império Romano Germânico, que olhou o bebê com ternura. Mais um filho. 
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****

  As semanas se passavam e Isabel, Maximiliano, Ann e Fernando começavam a crescer. As crianças, com exceção do bebê Fernando que crescia lentamente, começavam a brincar na corte. %Ana% de Jagelão passou a ser respeitada na corte, pois já havia dado alguns filhos a Fernando. Ela também começou a tomar decisões na corte. 
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  — O que acha desse caso em específico, minha rainha? — perguntou Fernando I do Sacro Império Romano Germânico a esposa, %Ana% de Jagelão.
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  %Ana% de Jagelão opinou. Suas opiniões para o marido e rei realmente importavam. Os dias se passavam e os dias tornaram-se semanas. As semanas passavam rapidamente, com %Ana% passando a reconhecer que Fernando se esforçava em fazer ela feliz. O casamento começava a evoluir. Fernando se via encantado por %Ana% de Jagelão que também começara a mostrar afeto pelo marido.
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  E assim, em 1530, certo dia, %Ana% de Jagelão estava ouvindo música de um dos harpistas da corte. O harpista tocava muito bem. Fernando deu a mão para %Ana% que o aceitou. Eles seguiram rumo ao dormitório real, onde se beijaram tranquilamente. Os lábios de Fernando percorriam os de %Ana% de Jagelão. Era um beijo suave, mas quente. Aos poucos ela cedia a passagem com a língua. Ele a deitou na cama calmamente e se depositou sobre ela. Fernando começou a penetrar %Ana% de Jagelão, que começou a ver algum sentido no casamento, sentindo que talvez pudesse encontrar amor no casamento. Após o ato, Fernando encarou %Ana% de Jagelão satisfeito. 
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  — Foi muito bem — disse ele. 
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  — Você também não foi mal — disse %Ana% de Jagelão. 
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  Os dois se deitaram, esperando que o dia seguinte viesse e com ele viesse também um novo fruto. Um dia, Fernando teve de se ausentar e %Ana% de Jagelão cuidou do castelo. As semanas começavam a se passar. %Ana% começara a sentir mais enjoos, quando Fernando finalmente voltou. Assim que voltou, ao saber que a esposa estava grávida novamente, comemorou. 
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