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História NÃO RECOMENDADA PARA MENORES ou PESSOAS SENSÍVEIS.

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A História de Ana da Boêmia e Ana da Áustria

Escrita porJosie
Revisada por Lelen

Capitulo 4 • Aprendizagem — Parte I

Tempo estimado de leitura: 7 minutos

Capitulo 4 — Aprendizagem — Parte I

  “Ela se achava. Ela nunca foi rejeitada por ninguém, nem mesmo pela sua família. Ela sempre teve tudo que queria. Os nobres a admiravam e nunca disseram uma palavra que a ofendesse.”
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  Só fazia três meses desde que Isabel fora levada. Eles tiraram a filha de document.write(Ana) de Jagelão, ou da Boêmia, dela. A sua única filha.  Ela percebeu como os nobres olhavam para ela. Ela, que perdeu o irmão Luis precocemente, agora estava sem filhos. Ela via que os nobres a olhavam com desprezo como se quisessem dizer “Vê, ela se achava tanto que agora não tem filhos”. document.write(Ana) de Jagelão nunca fora ela, era como se sempre tivesse que mostrar um lado seu que não conseguia. Ela sempre teve que ser forte por si e seu irmão, que agora havia morrido. Se casar com Fernando I do Sacro Império Romano Germânico fora uma boa decisão, mas a que preço. Nobres que não cessavam de julgá-la, como se ela fosse desprezível. Sem sua única filha com Fernando a seu lado, decidiu que teria mais sete filhos com o marido, o que se era esperado dela, e depois iria parar de ter filhos. Como ela não sabia, mas o faria.
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  Ela sentia a madrugada de setembro de 1526 começar e seu marido se deitar ao seu lado. Ele apenas a abraçou e ela percebeu ali que ele queria ter mais um filho com ela. Era isso que ela era. Uma procriadora. Será que algum dia a veriam? Será que algum dia veriam além do que estavam acostumados a ver? document.write(Ana) de Jagelão viu o marido beija-la e assim ele começou a dizer “Vamos fazer mais filhos, minha esposa”.  Seu tom era respeitoso, mas ela já estava amargurada pela forma que os nobres a olhavam. Ela se deixou conduzir, se deixando ser beijada pelo marido, que começava a selar seus lábios nos dela. O beijo era longo e aquecedor, como se o momento em que estavam dividindo juntos fosse uma calmaria em meio ao fardo. O beijo prosseguiu e agora Fernando começou a percorrer nos beijos nos seios da esposa. Ele começou a entrar a ela, penetrando-a. Quando terminou, ele sorriu olhando para a esposa.
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  — Muito bem, minha rainha — disse Fernando.
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  — Fiz o que é esperado de mim — disse document.write(Ana) de Jagelão ao marido.
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  Fernando percebeu o tom na voz da esposa e percebeu que ela parecia depreciativa. Ele se preocupou, mas imaginava que a esposa talvez estivesse se sentindo triste após a partida de Isabel. O dia seguinte do ano de 1526, continuou. document.write(Ana) de Jagelão ficou sabendo que um filho nasceu ao rei e a rainha de Castela, Felipe II, o futuro rei de Castela. Enquanto isso, ela mesma não conseguia gerar herdeiros a Fernando. Ela não acreditava mais em Deus, que ele pudesse fazê-la conceber. Seus dias passaram a se tornar tristes. Mesmo tendo se passado tão pouco tempo, ela sabia que não conseguiria conceber, já que os nobres continuavam a sussurrar que ela se achava. Aos poucos, ela foi deixando o vazio consumi-la até que um dia, começou a sentir os sintomas de uma nova gravidez. Ela estava satisfeita com o resultado. Mas sabia que não podia se arriscar a acreditar que uma nova gravidez viria. Mas a gravidez se confirmou. Um dia, Fernando estava em seu reino, discutindo sobre o Império Romano Germânico, quando document.write(Ana) Jagelão entrou:
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  — Meu senhor, acredito que estou esperando mais um filho, desta vez acredito que será um primogênito varão — disse ela.
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  — Que notícia esplendida — disse Fernando beijando a testa da esposa.
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  Os dias seguintes foram reveladores. document.write(Ana) de Jagelão começou a ajudar Fernando nos dilemas do reino. Ela era uma articuladora fria e calculista e sempre estava tentando o melhor para o reino. Ela dava ideias para Fernando, que as aceitava. Passou os dias seguintes em resguardo, devido a gravidez pois se era esperado que ela desse à luz uma criança saudável. E de fato, a gravidez progredia. Ela começava a sentir enjoos e ter desejos. E assim sua barriga começava a crescer. Fernando estava sempre ao lado da esposa.
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  A chuva percorria o local, dando um frescor ao reino. Os debates do império sacro romano germânico continuavam até que document.write(Ana) começara a aprender outras línguas, se tornando uma jovem promissora que ajudava o reino parando de ser desprezada, mas ainda assim continuava como era. Foi assim que, em julho de 1527, document.write(Ana) de Jagelão sentiu a chuva vir como uma brisa forte, trovões irradiavam o dia. Em meio a tudo isso, ela começava a sentir as dores do parto. E foi assim que nasceu um menino. A cara do pai. Fernando pegou o bebê em seus braços e disse:
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  — Seu nome será Maximiliano.
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  — Ele será um dia um imperador romano germânico — disse document.write(Ana) da Boêmia naturalmente.
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  — Que assim seja — disse Fernando beijando a esposa carinhosamente.
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  No dia 1 de agosto de 1527, Maximiliano foi declarado herdeiro de Fernando I.  document.write(Ana) de Jagelão ficou satisfeita por sua conquista. document.write(Ana) sempre estava orando a Deus para que seu filho crescesse bem. Ao mesmo tempo que pensava que tinha um filho, agora só faltavam seis. Ela estava decidida a não se apaixonar por Fernando, ela sabia que o marido a amava, mas sabia que se cedesse, os nobres voltariam a cogitar que ela se achava e ela não poderia permitir que isso afetasse a educação de Maximiliano.
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  Ela se lembrava das histórias contadas pelo pai de que ela devia tomar cuidado com tudo e todos, pois a corte era um jogo de espinhos. Ela tinha que aprender como viver na corte. Não seria fácil, ela sabia disso, mas contava com a ajuda do padre da época. Estava sempre pedindo sua orientação.
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  document.write(Ana) Jagelão era sozinha na corte, mas rapidamente aprendeu a lidar com a diplomacia. Em setembro de 1527, mesmo com um filho homem, ela e Fernando tinham algumas preocupações, pois só dois filhos não bastavam. Então um dia, em outubro, Fernando estava em uma reunião, quando recebeu uma carta da esposa, pedindo que se encontrassem novamente. Assim Fernando o fez. Ele entrou no quarto, que tinha certo brilho, bem preparado por document.write(Ana) Jagelão e seus servos. Fernando ficou encantado. Então document.write(Ana) segurou em suas mãos e selou seus lábios nos de Fernando. Fernando correspondeu ao beijo aprofundando-o. O toque era suave e gentil. Mas aos poucos, o beijo se tornava mais voraz e quente. Fernando deitou document.write(Ana) na cama e se posicionou sobre ela. Os dois começaram a ter relações ali mesmo. Entre suores e gemidos, o casal tinha a intimidade. Após horas juntos, eles se afastaram. Fernando deitou na cama cansado, dormindo. document.write(Ana) fez o mesmo. Por um tempo, eles pareciam felizes...
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  Não demorou muito para que document.write(Ana) descobrisse uma nova gravidez. Fernando, que ainda não era imperador romano germânico, esperava que fosse mais um menino, pois isso faria com que Carlos V, seu irmão, perdesse um pouco de brilho. A gravidez foi um pouco complicada, pois document.write(Ana) Jagelão se esforçava um pouco. Ela tinha pouco tempo para estar ao lado do marido, que tinha seus negócios e passava seu maior tempo nos jardins. Mas a gravidez prosseguia bem, mas qual não foi a surpresa quando, com oito meses de gravidez, nasceu uma menina. A segunda filha do casal.  Em 7 de julho de 1528, nasceu a pequena Ann. Ann tinha a aparência corpórea da mãe, document.write(Ana) Jagelão, mas tinha o semblante parecido com o de Fernando. Até agora o casal tinha duas filhas e um filho. Tudo parecia perfeito. Agora faltavam apenas cinco filhos na ideia de document.write(Ana) de Jagelão, a futura famosa document.write(Ana) da Boêmia...
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