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A História de Ana da Boêmia e Ana da Áustria

Escrita porJosie
Revisada por Lelen

Capítulo 16 • Voltando no Tempo

Tempo estimado de leitura: 7 minutos

  E a águia dos deuses pousou em terra seca a procura de uma alma torturada pela vida. É aqui que começa a história de %Ana% Jagelão da Boêmia e %Ana2% da Áustria, duas jovens tão distintas, mas com um destino tão notório. %Ana% Jagelão, ou %Ana% da Boêmia, estava prometida ao irmão de Carlos V, Fernando de Hasburgo. Com ele teria vários filhos.
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  ALGUM LUGAR DO TEMPO

  — Foi assim que a história começou, sr. Castigo? — perguntou um adolescente. — Do nosso povo?
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  — A história do nosso povo começa antes disso, desde quando estávamos na mocidade. Éramos os seres mais bonitos dos deuses, mas eles nos abandonaram. Nos deixaram a nossa própria sorte. O que restou foram histórias quebradas a serem amontoadas. A vida é complexa. Feita de escolhas, sobrevive quem escolher melhor.
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  — E o senhor escolheu? — perguntou o adolescente.
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  — A minha vida foi um pouco mais complexa — respondeu sr. Castigo. 
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  Em 1515, foi arranjado os casamentos de %Ana% e seu irmão Luís com dois dos netos do imperador Maximiliano I do Sacro Império Romano-Germânico: os arquiduques Fernando I e Maria, respectivamente. No ano seguinte, com a morte de Ladislau II, %Ana% e Luís foram adotados pelo imperador.
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  O matrimônio com Fernando foi celebrado em 25 de maio de 1521, em Linz, na Áustria. Na época, Fernando era governador das terras hereditárias dos Habsburgos em nome de seu irmão mais velho, o imperador Carlos V.
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  1528, IMPÉRIO ROMANO GERMÂNICO

  — Já tivemos dois filhos — disse Fernando I do Sacro Império Romano Germânico à esposa %Ana% de Jagelão. — Duas crianças saudáveis. 
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  — Espero que elas cresçam bem e fortes — disse %Ana% de Jagelão. — E que esse bebê que espero que seja outro menino. 
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  — Também espero — disse Fernando abraçando sua esposa e rainha. — Soube que meu irmão Carlos teve um filho, Felipe. 
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  CASTELA

  — Será que ele vai crescer bem? — perguntou Isabel de Portugal ao marido, Carlos V, que assentiu. — Espero que Felipe seja um bom rei! — ela disse vendo outro filho crescendo em sua barriga. 
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  Carlos beijou a esposa.
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  IMPÉRIO SACRO ROMANO GERMÂNICO

  — Uma menina... — disse Fernando I do Sacro Império Romano Germânico a sua esposa. — Deve se chamar Hanna. 
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  — Não é um menino, mas se já temos duas filhas e um filho, um menino os seguirá — prometeu %Ana% Jagelão. 
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  — Que assim seja! 
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  E naquele mesmo dia, Fernando se uniu à sua esposa %Ana% Jagelão novamente. Entre beijos e carícias, Fernando I levou sua esposa para os aposentos reais e ali tiveram mais uma noite juntos. Os beijos começaram suaves e intensos, mas com o passar dos minutos, a saudade do casal em ter aqueles momentos e sua felicidade juntos, se uniram em mais um ato de amor. Fernando I começou a tirar a roupa de %Ana% Jagelão e começaram a fazer planos para gerarem mais filhos. Com o passar das semanas, %Ana% Jagelão começou a sentir sintomas de uma nova gravidez. A imperatriz romano germânica, quando descobriu, ficou em êxtase, mais um filho. Em meio a isso, na Inglaterra, Henrique VIII tinha casos extraconjugais com Ann Boleyn para gerar um filho, enquanto a pequena Mary Tudor crescia. 
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  Naquele mesmo ano, %Ana% Jagelão deu à luz mais uma criança, desta vez um menino, Fernando Jr., Fernando I ficou contente, pois era seu segundo filho homem. Alguns meses depois, agora em 1531, %Ana% Jagelão já tinha uma nova barriga de alguns meses. Estava sentada nos jardins do castelo tomando sol. As cortinas do tempo novamente se passaram e ela deu à luz uma menina, Marie. Em 1533, nasceu Catarina.
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  1533, INGLATERRA

  — Vossa Majestade — chamou um servo ao rei da Inglaterra. — Ann Boleyn está perto de ter seu filho. 
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  — Vamos — disse Henrique VIII. — Preciso me assegurar que seja um homem. 
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  Mas infelizmente era uma menina. Boleyn decidiu dar-lhe o nome de Elizabeth. 
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  Não demorou muito e %Ana% de Jagelão esperava mais uma nova criança. Esta receberia o nome de Leonor. As outras crianças cresciam bem, brincando na corte real. Em 1539, o mesmo ano que Isabel de Portugal e Castela morreu, %Ana% de Jagelão deu à luz mais uma menina, Bárbara.
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  CASTELA, 1540

  Com treze anos, Felipe de Castela, ou Felipe da Espanha, começava a crescer, rodeado de irmãos, ele era um garoto divertido, bonito e carismático que começava a crescer. Ele tinha seus impulsos, como a primeira garota por quem se atraiu. E assim o destino começava....
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  — Onde está meu filho? — perguntou Carlos V. 
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  — Ele está fazendo os deveres de casa, senhor — respondeu um dos clérigos. 
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  — Sei muito bem os deveres que ele anda fazendo — respondeu Carlos de má vontade.
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  — Esse vamos chamar de Charles — disse Fernando I a esposa, %Ana% de Jagelão, segurando mais um filho nos braços. — Não será rei como Maximiliano, mas será importante.
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Não se negue
Escorregue nesse reggae
Não se arregue, escorregue
Segue e persegue esse caminho
Swingue menina

Dance a esperança que nasce
Pense no que acontece agora
Lance logo a sua semente
No solo, menina

Não se negue
Escorregue nesse reggae
Não se arregue, escorregue
Segue e persegue esse caminho
Swingue menina

Dance a esperança que nasce
Pense no que acontece agora
Lance logo a sua semente
No solo, menina

  1542, CASTELA 

  — Felipe já está me deixando de cabelos brancos! — murmurou Carlos V para si mesmo. — Se minha doce Isabel estivesse ainda aqui. Ele só sabe se divertir com as garotas sem levar nenhuma a sério. Preciso fazer algo a respeito. 
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  — Por que não o casa com uma de suas primas, senhor? — sugeriu um nobre. 
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  — É uma ótima ideia, duque de Castela — concordou Carlos V.
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  — Vossa Majestade, como clérigo...
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  — Como clérigo você não vê meus cabelos brancos de tantas garotas que mesmo em meio a adolescência ele arranja, não é, padre? — perguntou Carlos V e o clérigo se calou. — Está acertado, meu filho vai se casar...
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