Posted by on 22/10/2016

A Gabi é colunista das matérias como O que vem depois do travessão, E o que eu faço com tanto personagem? e outros mais.

Para celebrar o destaque dela, confira a entrevista:

Primeiramente gostaríamos de parabenizá-la pelo destaque! Desde sua entrada na equipe até agora, quais as mudanças que percebeu no seu desempenho dentro da equipe?
Obrigada! Sobre as mudanças, eu percebi que tenho tido mais dificuldade em encontrar algo realmente útil para as leitoras. Quero sempre trazer algo que faça diferença para elas e a cada coluna parece mais difícil *risos*

Para criar uma coluna é necessário possuir um bom assunto, mas cada vez que uma nova coluna é postada no site, você possui um tema a menos para falar. Como surge a ideia dos temas de suas colunas? Você realiza algum tipo de pesquisa?
Exato. Isso nos obriga a pensar e faz do nosso trabalho algo mais complicadinho. Minha sorte é que eu estou na mesma situação do meu público. Escrevo todos os dias e tento perceber, na minha experiência com escrita, quais são as coisas que mais tive (e talvez ainda tenha) dificuldade. É daí que tiro a maioria das minhas ideias e fico, sim, algum tempo pesquisando sobre os temas para desenvolver as colunas. Algumas vezes, minhas pesquisas pessoais acabam virando ideias para colunas também.

Em nossas redes sociais, além dos avisos de atualizações individuais na conta da equipe, as colunas são os posts mais compartilhados pelos seguidores, o que significa que o trabalho da equipe está sendo aprovado por muitas pessoas. Mesmo que a quantidade de comentários não seja grande, você sente-se responsável por criar colunas com um bom conteúdo para esses leitores fantasmas?
Totalmente. Meu objetivo é ajudar quem escreve a ter cada vez menos obstáculos no processo de produção criativa. Claro, comentários são extremamente motivadores e ajudam a saber se você está entregando um material à altura (e todo mundo ama), mas, mesmo que esse público seja fantasma, eu sei que ele existe e precisa de um conteúdo bom e útil.

Pode acontecer de você criar colunas baseadas em fanfics que leu no site? Se sim, a ideia surge do nada enquanto lê ou você já abriu uma fanfic com a intenção de tirar inspiração?
Algumas vezes. Nunca cheguei a abrir uma fanfic com essa intenção, mas sim, é quase que automático para mim. Acabo vendo um detalhe que é muito bom ou, por outro lado, algo que poderia ser melhorado e já me vem a ideia para uma coluna.

Colunistas também correm o risco de passar por bloqueios, como os autores. Você já escreveu ou pensou em escrever uma coluna baseada em sua experiência como autora de colunas? Pode colocar os links aqui para divulgação!
Já pensei em escrever. Ainda mais voltando para esse aspecto de criação. Criar conteúdo é algo complicado e demanda uma confiança no próprio trabalho que não temos toda hora. Essa experiência maravilhosa que estou tendo como colunista me ajuda a enxergar isso ainda mais. Quem sabe um dia não escrevo algo sobre como escrever uma história e uma coluna tem suas semelhanças, sim.

Criar colunas é aprender. Sempre que imaginamos o processo de criação de uma coluna, pensamos na pesquisa que a autora fez antes de postar o conteúdo no ar. Existe alguma coluna que rendeu a você um aprendizado que vem levando para uso pessoal?
Ah, sim! Por vezes já me peguei escrevendo e lembrando da coluna que escrevi, da pesquisa que eu fiz, percebo erros que não perceberia antes. Todas as minhas colunas me servem de algum aprendizado pessoal, até porque conhecimento nunca é demais. Também aprendo muito com as colunas das minhas colegas de equipe, que trazem temas que eu talvez nunca nem prestasse devida atenção.

Podemos ler que algumas críticas do site fazem uso das colunas para auxiliar o autor a incrementar algum ponto que, durante a avaliação, foi dada como um ponto a ser melhorado. Você também utiliza as críticas como base de avaliação sobre quais os assuntos que podem ser abordados?
Já cheguei a tentar isso. Lia algumas críticas e tentava perceber quais as dificuldades maiores dos leitores. Isso me ajudou um pouco no começo, mas admito que hoje já não é algo que eu faça com muita frequência.

Houve algo em específico que a motivou a entrar na equipe do Espaço Criativo? O que você consideraria um diferencial em estar aqui?
Eu já postei histórias no site e sempre fui de escrever muito, sempre querendo melhorar o que produzia. Organizava resuminhos das pesquisas que fazia e guardava para mim mesma, até que vi a vaga de colunista no site e pensei: “Ora, porque não? Se me ajudou, pode ajudar alguém mais.”
Ter esse contato, em um site com autores que são como eu, faz toda a experiência um aprendizado. Pra mim o EC é um xodó, adoro as histórias, a equipe e o quanto me sinto cheia de pessoas ao meu redor. Não troco por nada.

O que ser parte da Equipe do EC tem significado para você?
Me dá mais confiança no que crio. Eu aprendo conforme tento ensinar e me sinto parte de algo enorme. Mesmo no tempinho até que apertado que tenho, adoro fazer as pesquisas e criar uma coluna porque sei que pelo menos UMA pessoa eu vou ajudar. É uma honra e significa para mim compartilhar o pouquinho que sei, aprender coisas novas e inspirar.

É muito importante que as colunas recebam um retorno, para que vocês saibam se o trabalho de vocês está ajudando o autor ou leitor do site. Como integrante da equipe, o que espera dos visitantes do EC com relação às colunas?
Espero que, antes de comentar, compartilhar ou elogiar, os leitores aproveitem. Quero que aquilo que os mantinha parados naquela cena difícil não os segure mais. Quero que sintam que podem fazer tudo e que amem o que criam. Espero que nenhum obstáculo, por mais complicado que seja, os impeça de criar. É o que eu espero em relação às colunas. É postando as histórias, é dando um trabalho danado às nossas queridas betas que espero o retorno. Não em comentários, mas em criação.

» Confira outras entrevistas aqui!

Posted in: Entrevista

Comments

Be the first to comment.

Leave a Reply

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*